Com o aumento da população, cresce a demanda por ajustes no lar


 

Adaptações nos ambientes tornam a casa mais segura e colaboram para evitar quedas


 

A média de idade da população brasileira cresceu consideravelmente nos últimos anos. Dados do IBGE mostram que, em 1980, a cada 100 brasileiros, apenas seis tinham mais de 60 anos. Atualmente, este número saltou para 14 a cada 100.


 

Dados da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) apontam: a queda é o acidente doméstico mais comum entre os idosos e responsável por 70% das mortes de pessoas acima dos 75 anos. Ao menos 30% da população com mais de 65 anos sofre uma queda por ano. Destes, de 40% a 60% sofrem algum tipo de lesão. Outro ponto alarmante é a reincidência: aqueles que sofreram pelo menos uma queda apresentam risco elevado de uma nova, entre 60% e 70%.


 

O panorama despertou a atenção do segmento de arquitetura e decoração como as profissionais Ana Yoshida, Cris Paola e o escritório KTA Arquitetura, além da Duravit, empresa líder internacional na fabricação de louças, móveis e acessórios. Nesse contexto, profissionais e fabricantes trabalham em soluções para facilitar o dia a dia dos idosos.



 

Dicas para um lar mais seguro


 

Nas salas e nos quartos, o ideal é não ter tapetes. Mas, por se tratar de um item praticamente universal nas residências, o recomendado é prender as pontas com fitas, bem esticadas, embaixo dos móveis. Mesas de centro diminuem o espaço de circulação e podem ser trocadas por mesas de canto.


 

“Sem mesas de centro, a passagem para outros cômodos fica mais livre”, explica Cris Paola.

 (Projeto: Studio Cris Paola – Foto: Hamilton Penna)


 Modelos um pouco mais altos de sofás e camas facilitam as ações de levantar e deitar. “Esse cuidado colabora para que a pessoa não perca a referência visual”, afirma Ana Cristina Tavares, sócia da KTA Arquitetura.  Com a movimentação no período da noite, também é recomendável considerar um tipo de iluminação noturna e suave para iluminar o caminho até o banheiro ou a cozinha, por exemplo.

 


Quarto com camas mais altas e com luminárias nas laterais (Projeto: KTA Arquitetura / Foto: Inês Antich)

 

Em uma residência, banheiro é considerado um dos locais mais delicados, pois o contato com a água favorece condições de queda. Barras de apoio, pisos antiderrapante na área do box, cadeiras de banho e bacias sanitárias mais altas são oferecidas pela alemã Duravit, que ainda dispõe de uma linha de bacias sanitárias com iluminação noturna, tornando o trajeto até elas mais seguro.


 

Ambiente com produto Duravit (Foto: Divulgação)


 Prevendo a máxima segurança, a arquiteta Ana Yoshida inclui a iluminação balizadora no trajeto entre o quarto e o banheiro.

 

 

Projeto: Ana Yoshida Arquitetura e Interiores

 

 

 

Studio Cris Paola

 

Tel. (11) 3071-2888

 

www.studiocrispaola.com.br

 

 

 

KTA Arquitetura

 

Arquitetas Ana Cristina Tavares e Claudia Krakowiak Bitran

 

Tel.: (11) 3045-2443

 

www.kta.com.br

 

 

 

 

 



 

 

Quedas são a maior ameaça ao bem-estar dos idosos

 

 

Maior parte dos traumas que levam a fraturas ocorre em casa. Saiba o que fazer para evitar

 

O Brasil tem, hoje, 8,46% de sua população na faixa etária acima de 65 anos. Até 2030, a previsão é que esse índice seja de mais de 13%. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e mostram, ainda, que a expectativa de vida ao nascer – hoje, de 76 anos, em média – poderá chegar a 78,5 anos no final da próxima década. Com esse aumento, cresce também a atenção ao bem-estar de pessoas idosas. Evitar traumas causados por quedas é um dos principais fatores para isso e deve começar em casa.

 

Fraturas como as de quadril, além de limitarem a mobilidade e a execução de tarefas do dia a dia por longos períodos, podem, até mesmo, colocar em perigo a vida do paciente. Um levantamento publicado na Revista Brasileira de Ortopedia apontou índice de mortalidade de 23,6% entre pessoas com idade superior a 65 anos, internadas por esse problema.

 

“O risco de morte de uma mulher de 50 anos, por exemplo, após quebrar o fêmur, é o mesmo que se apresentaria caso ela tivesse câncer de mama. Isso se dá porque o corpo reage à fratura destinando seus recursos para resolver esse problema, o que pode descompensar outras funções do organismo, como a pressão e ventilação pulmonar e o desempenho do sistema imunológico”, explica Luiz Fernando Cocco, ortopedista e coordenador do Núcleo de Ortopedia do Hospital Samaritano Higienópolis, em São Paulo.

 

Com técnicas e protocolos modernos, hoje em dia um paciente que passa por cirurgia do fêmur volta a caminhar com apoio assim que acaba o efeito da anestesia e pode ter alta em 24 horas, desde que tenha condições clínicas estáveis – com boas funções renal, pulmonar e cardiovascular – e não apresente dor.

 

“A Medicina avançou para dar a essas pessoas a chance de retomarem suas atividades diárias no menor tempo possível, reduzindo o período de hospitalização. Mas os riscos de uma intervenção dessa importância não terminam na alta, já que podem haver novas quedas e outras complicações. Por isso, a prevenção desses traumas é o melhor caminho para garantir a qualidade de vida de uma população que está vivendo cada vez mais”, afirma Luiz Fernando.

 

Segundo o ortopedista, 90% dos acidentes que levam à fratura de ossos – 50% dos casos envolvem o fêmur – ocorrem em casa. Por isso, o médico lista, abaixo, as quatro principais dicas para adaptar as residências, de forma a minimizar as chances de queda:

 

Chão – Mantenha tapetes e fios elétricos fora do caminho, os pisos limpos – sem água ou gordura – e não use cera. No banheiro, utilize tapetes antiderrapantes no boxe e em frente à pia e ao vaso sanitário. Nas escadas, instale piso antiderrapante;

 

Iluminação – Utilize lâmpadas de 100 watts ou mais, em todos os cômodos, e tenha os interruptores em locais de fácil acesso, como cabeceiras, perto das portas e nas extremidades da escada. Sempre acenda a luz para ter acesso a um cômodo, mesmo que esteja muito familiarizado com o ambiente. Manter a luz do banheiro acesa durante a noite também pode ajudar;

 

Apoio para caminhar – Instale corrimão dos dois lados de corredores, escadas e vias de acesso de forma geral. No banheiro, utilize também barras de apoio no boxe e próximo ao vaso sanitário;

 

Armários – Guarde objetos, utensílios e roupas utilizados no dia a dia em armários até a altura da cintura – isso evita que seja necessário subir em algo para alcançá-los ou que o peso deles acarrete um tombo.

 

“Além de adotar esses cuidados, é importante fazer visitas regulares ao médico, para controle de doenças crônicas, exames de acuidade visual e auditiva, ajuste de medicação – quando necessário – e orientações sobre atividades que preservem a coordenação, a flexibilidade, a força e o equilíbrio”, completa o médico.

 

 
 



 

 
 
 Afinal, obesidade causa ou é consequência de transtornos psicológicos?


Prof. Dr. Arthur Kaufman, especialista em psiquiatria e nutrologia, apresenta aspectos psicossociais da obesidade em Congresso da ABRAN

 

"Atualmente, após muitas pesquisas e análises de casos clínicos, podemos dizer que a obesidade na verdade é causa e consequência de transtornos psicológicos", afirmou o Dr. Arthur Kaufman, professor doutor do departamento de psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e médico nutrólogo pela Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), durante aula promovida no XXI Congresso Brasileiro de Nutrologia, em São Paulo.


"Não podemos esquecer que um paciente obeso também é alguém dedicado e até mesmo sensível. Mas será que a gordura é apenas a culpada pelo excesso de peso ou a mente desempenha um grande papel nisso?", indagou o médico, ao explicar que a gordura virou o símbolo visual de todos os aspectos físicos e psicológicos que a pessoa odeia em si mesma.


O Dr. Kaufman lembrou que é cada vez mais comum que o programa favorito das pessoas seja comer fora de casa. "O ideal, com certeza, é socializar. Mas uma família de três ou quatro pessoas precisa comer fora três vezes por semana? Esse hábito é um facilitador para cair em tentações ou elevar muito a ingestão calórica e favorece um ambiente obesogênico", afirmou. Para rever esse ponto, de acordo com o médico nutrólogo, aquilo que se bebe e se come deve ser tão importante quanto com quem se come, onde é a refeição, além das sensações provocadas pela comida naquele momento.


O especialista propôs um exercício, e pediu para que os pacientes respondessem a seguinte questão: "Por que você come?". As respostas observadas foram as mais diversas: 'Porque tenho fome'; 'Se como, sinto que alivio minhas dores'; 'Necessito de comida para baixar a ansiedade e compensar um sentimento de tristeza'; 'Para me promover um prêmio, um carinho'; 'Preciso comer pois estou acompanhado'; e o mais impressionante: 'Como para ficar feia, pois foi como descobri que posso agredir o mundo'.


De acordo com o médico nutrólogo, muitos obesos sentem um vazio abstrato no peito, como se faltasse algo, e buscam na alimentação esse reajuste, uma zona de conforto, que pode levar ao vício. "Os alimentos que 'ajudam' a atingir essa 'zona de conforto mental' são sempre os doces, o álcool, alimentos gordurosos, etc.", afirmou.


Família e ambiente obesogênico


"Pense no almoço na casa da mãe ou da sogra todo o domingo. Muitos pacientes vieram ao meu consultório dizendo que comiam, pois se sentiam ameaçados pelas sogras ou mães com indagações do tipo: 'Você vai comer só isso? Até parece que você não gostou da minha comida?' e acabavam ingerindo mais do que aguentavam 'por educação'", disse. No mais, quanto maior o grupo, maior será a duração das refeições, desinibição, e mais comida e bebida serão postas à mesa.


O médico nutrólogo finalizou com uma brincadeira e apresentou um novo caso na análise de fatores causadores da obesidade: o marido engordativo. São aqueles maridos que, em um momento, elogiam suas esposas que perderam algum peso e propõem um jantar fora, ou trazem doces como recompensa para sua amada. E tem o marido engordativo que questiona para quem a esposa está emagrecendo, por que tanto tempo na academia, etc. "Temos que encontrar nos nossos parceiros e familiares apoio e não sabotagem", concluiu o Dr. Kaufman.


Tipos de distúrbios psicológicos


Em sua aula durante o Congresso Brasileiro de Nutrologia, o professor doutor da FMUSP apresentou cinco aspectos da obesidade ligados a psicologia.


Emotional Eating: São aquelas pessoas que comem em resposta às emoções, tais como ansiedade, frustração e depressão.


External Eating: Pessoas que podem ultrapassar o limite independente de sua necessidade física de comer, em resposta a estímulos externos ligados a comida, como a visão, o cheiro, o sabor e as memórias afetivas com a comida.


Craving: Pessoas sob estresse têm uma fome irresistível e gravitam em volta de carboidratos gordurosos como snacks, junk food e doces, usados como drogas.


Being Eat Disorder (BED): Conhecido também como transtorno da compulsão alimentar periódica (TCAP), é caracterizado pela impulsividade. Por exemplo, quando há uma ingestão de grande quantidade de alimentos em um período de tempo delimitado (até duas horas), acompanhada da sensação de perda de controle sobre o que ou o quanto se come.


Food addiction: Quando existe real dependência física e psicológica por alimentos palatáveis, como ricos em açúcar, cafeína, carboidratos refinados etc. O estresse, por exemplo, aumenta a atratividade e o consumo desses alimentos.

 



ABRAN – Associação Brasileira de Nutrologia

www.abran.org.br -  facebook.com/nutrologos - Instagram @nutrologia.



 

 



 

 

 Passar tempo com a família/animais de estimação é tão popular quanto consumir alimentos saudáveis e fazer atividade física para manter a "saúde física", de acordo com dados da GfK


 

 

NUREMBERG, Alemanha - /PRNewswire/ - Uma em cada três pessoas agora inclui "descansar da tecnologia" em sua rotina de saúde. 


 

Em relação às atividades que as pessoas realizam regularmente para manter a saúde física, não é de surpreender que quase dois terços da população on-line de 17 países incluam dormir o suficiente, consumir alimentos saudáveis e nutritivos e fazer atividade física. O que é surpreendente é que quase o mesmo número de pessoas (62%) agora inclui "passar tempo com a família, amigos e animais de estimação" como algo que "fazem regularmente para manter a saúde física", o que representa um aumento, comparado com 56% em 2014. 


 

Dormir o suficiente ficou no topo da lista nos últimos três anos, em termos de porcentagem de pessoas que incluem isso regularmente como parte de sua rotina para manter a saúde física. No entanto, houve aumentos notáveis em outras atividades – principalmente seguir uma dieta específica, desconectar-se da tecnologia, consumir alimentos saudáveis e passar tempo com a família, amigos ou animais de estimação:


 

 

2017

Diferença de %
2017 vs. 2014

Dormir o suficiente

65%

0%

Consumir alimentos saudáveis e nutritivos

65%

+7%

Praticar atividade física

64%

+5%

Passar tempo com a família, amigos ou animais de estimação

62%

+6%

Usar produtos de beleza/cuidados pessoais ou cuidados com a pele

46%

+4%

Descansar da tecnologia

34%

+10%

Seguir uma dieta específica

29%

+11%

Meditar ou usar outras técnicas de relaxamento

25%

+7%

Usar remédios de ervas, holísticos ou outros remédios alternativos

23%

+8%

Submeter-se a cirurgias estéticas/opcionais ou procedimentos não cirúrgicos, inclusive odontológicos.

10%

+4%

Nenhum desses itens

1%

-3%

Pesquisa realizada pela GfK em *2017 com 23.000 consumidores de 17 países vs. pesquisa realizada pela GfK em 2014 com 21.000 consumidores de 16 países (exceto Países Baixos).

 


A pesquisa da GfK indica que o "tempo de qualidade" deu um passo adiante na percepção das pessoas sobre o que as ajuda a se manterem saudáveis fisicamente. "Descansar da tecnologia" aumentou de uma em cada quatro pessoas (24%) em 2014 que fazem isso regularmente para manter a saúde física para uma em cada três pessoas (34%) este ano; o segundo maior aumento entre todas as atividades listadas. Além disso, "passar tempo com a família, amigos ou animais de estimação" aumentou de um pouco mais da metade (56%) em 2014 para quase dois terços (62%) este ano.


 

Consumir os alimentos corretos também obteve mais atenção do que no passado. "Seguir uma dieta específica" subiu de 18% em 2014 para 30% este ano; o maior aumento entre todas as atividades listadas. E "consumir alimentos saudáveis e nutritivos" agora foi mencionado por 65% dos entrevistados, comparado com 58% em 2014.


 

México, Espanha e Canadá estão entre os cinco países que mais responderam que passam tempo com a família, amigos ou animais de estimação como parte de sua rotina para manter a saúde física. 


 

Quase três quartos da população on-line do México costumam passar tempo com a família, amigos ou animais de estimação regularmente para manter a saúde física – a maior porcentagem de todos os 17 países que participaram da pesquisa. Eles são seguidos pela Espanha e pela Argentina (71%) e pelo Canadá e Brasil (68%).


 

O México também fica no topo da lista quando se trata de descansar da tecnologia como atividade para manter a saúde física, com 43% da população on-line fazendo isso regularmente. Aqui, eles são seguidos pela China (40%), Argentina (39%), Espanha (38%) e Brasil (34%).


 

Faça download do relatório gratuito da GfK "Atividades para manter a saúde física" para obter dados específicos sobre cada país, discriminados pelos principais dados demográficos.


 

A GfK combina essas percepções com dados de áreas como rastreamento do ponto de venda, painéis de consumidores e geocomercialização para ajudar os clientes a direcionarem seus esforços a públicos de grande potencial, tanto globalmente como dentro de países específicos.

 

 

 

 

 

View original content:http://www.prnewswire.com/news-releases/passar-tempo-com-a-familiaanimais-de-estimacao-e-tao-popular-quanto-consumir-alimentos-saudaveis-e-fazer-atividade-fisica-para-manter-a-saude-fisica-de-acordo-com-dados-da-gfk-300526890.html


 

FONTE GfK

 

 






Neuropediatra dá orientações sobre o uso de equipamentos eletrônicos na infância


Limite de acesso deve ser determinado de acordo com a faixa etária, conforme a Sociedade Brasileira de Pediatria

 

De acordo com as mais recentes recomendações da Academia Americana de Pediatria, o primeiro contato das crianças com equipamentos eletrônicos, antes só permitido após os dois anos de idade, agora está liberado a partir dos 18 meses, desde que com a supervisão ativa dos pais. Apesar disso, segundo a médica Viviane Serour, neuropediatra do Núcleo de Pediatria do Hospital Vitória (Barra da Tijuca), é importante conhecer os impactos que o contato exagerado com a tecnologia provoca na saúde dos pequenos.

 

Viviane esclarece que os efeitos negativos relacionados ao uso precoce e prolongado de equipamentos eletrônicos abrangem o sedentarismo, a obesidade, os prejuízos na socialização e na interação e a dificuldade no aprendizado, entre outros. “Também é importante incluir as questões que envolvem a concentração e os transtornos do sono, bem com os problemas auditivos, visuais e posturais”, alerta.

 

Os dispositivos móveis, como os smartphones e os tablets, contribuem para o dia a dia das pessoas de diversas formas, como comunicadores em tempo real e como facilitadores do acesso a informações úteis, por meio de aplicativos ou das redes sociais, entre outras. Com as crianças, esse cenário não é diferente. Por isso, é importante seguir algumas recomendações, especialmente nas fases da infância que têm limitações relacionadas ao desenvolvimento. “Mesmo com a correria do dia a dia, os pais precisam manter-se atentos ao tempo em que os filhos utilizam os aparelhos eletrônicos. É muito comum nos depararmos com crianças ainda muito pequenas, até com menos de 2 anos, que já manuseiam tablets com a maior facilidade. Isso deve ser controlado”, observa a médica.

 

A Sociedade Brasileira de Pediatria e a Academia Americana de Pediatria adotaram novas recomendações para o tempo de exposição das crianças a eletrônicos – o chamado screen time. Esses limites são listados a seguir:

 

• Menores de 18 meses: evitar o uso de equipamentos eletrônicos, exceto em chamadas por vídeo;

 

• De 18 a 24 meses: as crianças podem ser apresentadas a aplicativos educacionais, como os que permitem desenhar e pintar e os com histórias clássicas, além de jogos que ensinem noções de higiene e saúde –, porém somente na presença dos pais, para ajudar na compreensão;

 

• De 2 a 5 anos: limitar a exposição em uma hora por dia a programas que envolvam educação, aprendizado e ensino de idiomas. Os pais devem vê-los juntamente com as crianças, para ajudá-las a entender o que estão vendo e a aplicar o conteúdo no dia a dia;

 

• Após os 6 anos: limites consistentes de tempo e do tipo de tecnologia usada. O uso não deve competir com o período de sono recomendado (de 9 a 12 horas) nem com as atividades físicas e educacionais da criança.