Erros comuns cometidos na alimentação de gatos

 

 

Cuidar da alimentação de gatos é extremamente importante para garantir o bem-estar e desenvolvimento saudável do seu animal de estimação. Existem muitas dúvidas em torno do tipo de alimentação mais adequada ao seu companheiro e, pensando nisso, o médico veterinário da Max e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado, listou alguns erros frequentes na alimentação dos gatos. Preste bastante atenção para que seu amigo não seja uma vítima!

 

- Dar leite para gatos

É muito comum as pessoas pensarem que o leite é um alimento essencial para o gato, mas isso não é verdade. Os felinos possuem certa intolerância ao leite e produtos com lactose, pois seu trato digestivo não recebe bem este alimento e como reação, os bichinhos podem ter vômito e diarreia. Os gatos filhotes aceitam melhor o leite, mas busque alternativas, como por exemplo, alimentos substitutos para o leite materno, que são opções mais seguras para o seu fiel companheiro.  A Max possui o substituto do leite materno que contribui no desenvolvimento saudável dos dentes e ossos, pois possuem cálcio e fósforo.

 

- Dar ração de cachorro para o gato

Se você tem cachorro e gato convivendo juntos, é normal que surja essa dúvida. Pois então, saiba que não é recomendado dar ração do cão para o gato, porque eles têm necessidades nutricionais diferentes e a troca das rações irá causar deficiência alimentares nos felinos. É importante lembrar que cada tipo de produto é desenvolvido pensando nas características de cada animal, os gatos, por exemplo, precisam ingerir taurina, pois não são capazes de sintetizar sozinhos. Este aminoácido é fundamental para a retina e sua deficiência no organismo pode causar a cegueira no gatinho. Pensando nisso, a ração para gatos Max Cat apresenta um bom suprimento de Taurina para proteger o felino.

 

- Dar comida de pessoas para gato

Dividir o seu almoço com o gato ou dar os restos do jantar não são boas ideias. Os bichanos são sensíveis a alguns temperos e gorduras que podem causar vômito e diarreia. Vale lembrar que alguns alimentos saudáveis para nós, podem ser fatais aos animais de estimação, por isso, nada de abrir exceções. Para o desenvolvimento saudável do seu companheiro opte pelas Rações Premium da Max Cat que oferecem todos os nutrientes, sais minerais e vitaminas nas quantidades ideais para seu gato.

Cuide de todos os detalhes da alimentação do seu companheiro e ofereça sempre o melhor, pois seus animais de estimação merecem muito carinho e atenção.

 

 

 

 



 

 

 

 

Projeto de lei quer autorizar entrada de pets para visitas em hospitais municipais

 

 

 

Projeto propõe liberar entrada dos bichos para visitar seus amigos internados em hospitais públicos municipais, seguindo regras como supervisão médica, padrões de higiene, vacinação e equipamentos necessários para o ingressos dos bichos. A Secretaria da Saúde já conta com o projeto Patas Therapeutas, com cachorros que promovem visitas quinzenais para crianças internadas no Hospital Menino Jesus, e o Hospital Albert Einsten também permite a entrada dos animais

 

 

 

O vereador Rinaldi Digilio protocolou na terça-feira (29) o Projeto de Lei n º 355/2017, que propõe a liberação da entrada de animais domésticos, como cachorros, gatos e pássaros, em visitas para pacientes internados em hospitais públicos municipais da cidade de São Paulo. Atualmente, não existem normativas e regras que permitam a visita dos pets em hospitais públicos municipais, mesmo com estudos que mostram os benefícios psicossociais do contato com os bichos.

 

 

 

A Secretaria Municipal da Saúde já conta com um projeto semelhante, o Patas Therapeutas, que promove visitas quinzenais para as crianças internadas especificamente no Hospital Menino Jesus. Estudos da ONG Patas Therapeutas mostram que as visitas nestes casos trazem benefícios para a saúde, pois ao brincar com o animal, ocorre na criança a liberação de neurotransmissores hormonais responsáveis pela sensação de prazer e bem-estar como a endorfina, a dopamina e a oxitocina. Há também a diminuição da liberação do cortisol, que é o hormônio do estresse.

O Hospital Albert Einstein, na zona sul de São Paulo, já permite a visita de animais de estimação para ajudar na recuperação dos pacientes internados na unidade. Além de cachorros, a visita também é permitida para gatos, pássaros e até coelhos. A permissão, que ocorre desde 2009, visa além da recuperação física, o bem-estar mental. No estado do Paraná, em dezembro do ano passado, foi promulgada a Lei nº 18.918/2016, que também permite as visitas de animais nos hospitais públicos, com regras semelhantes.

 

 

 

“As visitas de animais, conforme mostram alguns estudos, podem ajudar e muito na melhora de pacientes, por meio da Terapia Assistida por Animais. Em outros casos, o animal doméstico não só faz parte da família, como é o único companheiro fiel do paciente, por isso, é importante uma lei, uma normativa que permita essa entrada e os médicos definirem isso de forma objetiva, com regras de saúde pública”, afirmou o vereador Rinaldi Digilio. “Por exemplo, o cão Cosmos, do cantor Kid Vinil, não conseguiu visitar o amigo no hospital, antes de sua morte, e ficou conhecida a cena do cão a beira do caixão, triste”, disse.

 

 

 

Regras

 


Para a visita, o projeto exige que os animais estejam com a vacinação em dia e higienizados com laudo veterinário atestando a boa condição do animal. A comissão de infectologia de cada hospital será a responsável por autorizar a entrada dos animais, que deverão estar em recipiente ou caixa adequada. No caso de cães e gatos, devem estar em guias presas por coleiras e, se necessário, de enforcador e focinheiras.

 

 

 

O projeto ainda diz que os hospitais criarão normas e procedimentos próprios para organizar o tempo e o local de permanência dos animais para a visitação dos pacientes internados. Além disso, a presença do animal se dará mediante a solicitação e autorização do médico responsável pelo paciente, com a visita agendada previamente na administração do hospital, respeitando a solicitação do médico e critérios estabelecidos por cada instituição.

 

 


 



 

 

Veja como cuidar dos cães e gatos no inverno


O frio chegou de forma intensa, principalmente nos estados do Sul do país, e o clima frio e úmido, além do desconforto, podem causar sérios problemas à saúde dos pets.

Para cuidar melhor de seu pet no inverno, confira as dicas da coordenadora de Medicina Veterinária da Universidade Positivo (UP), Thaís Casagrande, e da farmacêutica Sandra Schuster da docg., primeira empresa de vendas diretas de produtos para pets.

 

1 - Atenção ao animal

“É muito importante que os tutores fiquem atentos a qualquer sinal clínico ou alteração no comportamento dos animais, pois podem indicar alguma doença, como a “gripe dos cães” ou traqueobronquite infecciosa (tosse dos Canis) e a rinotraqueíte, em gatos”, alerta a veterinária. Tosse seca, secreções nasais, espirros e a impressão de que o cão está engasgado são os primeiros sinais de gripe em cachorros. Nos gatos, alerta também para espirros, secreção nasal e febre. Ao primeiro sinal, o peludo deve ser imediatamente levado ao veterinário pois essas doenças podem evoluir para uma pneumonia, e as complicações podem levar o animal a óbito.


2 - Vacinação é fundamental

A tranqueobronquite infecciosa canina pode se manifestar durante todo o ano, mas o risco é maior quando as temperaturas caem. A doença pode ser prevenida com vacinação anual contra gripe dos cães. Já para os gatos, a prevenção contra rinotraqueíte é feita na vacina tríplice, quádrupla ou quíntupla que também deve ser administrada todos os anos. Mas alerta: se o animal estiver apresentando qualquer sintoma de gripe ou rinotraqueíte, não deve ser vacinado até que seja tratado.


3 - Banho  

A temperatura da água e do ambiente deve ser adequada ao clima. Em casa ou no pet shop, a água deve ser morna e o ambiente aquecido. Para que o pet não sofra com a mudança brusca de temperatura, ao sair do pet shop o tutor deve vesti-lo com uma roupa e cobri-lo com um cobertorzinho, preferencialmente.

Com o frio, é normal que a pele dos animais resseque com mais facilidade, por isso é importante estar atento à fórmula do shampoo e condicionador. “Desenvolvemos shampoos e condicionadores específicos para o tipo de pelagem dos pets e os componentes das fórmulas são hipoalergênicos, livres de parabenos e óleos minerais, ajudando a manter a pele e a pelagem mais hidratadas. Além disso, todos os shampoos contêm um ativo neutralizador de odores, que faz com que o banho 'dure mais tempo', ajudando a reduzir a frequência das lavagens”, comenta a farmacêutica Sandra Schuster. Outra alternativa criada pela marca foi o banho seco. Nas versões em pó ou spray, é uma opção para manter o pet limpo reduzindo o número de banhos úmidos.


 4 – Hidratação

A pele das patas dos animais também sofre bastante com as temperaturas baixas, principalmente nos dias de geada. Para reduzir os efeitos do frio, os cães podem usar sapatinhos para proteger as patas quando saem para o passeio, mas são poucos os animais que se acostumam com o acessório. O ideal é evitar os horários mais frios e também usar um hidratante. "A docg. criou um creme para patas com D-pantenol e glicerídeos de soja que hidrata profundamente a pele dos pets. Ele também está sendo muito utilizado nos focinhos, que igualmente sofrem as agressões do frio”, revela a farmacêutica.


5 - Roupas

As roupas ajudam a manter o calor dos pets, principalmente dos animais com pelo curto ou que não possuem sub-pelo. “É importante verificar se o animal ficou confortável, se a roupa não está apertando as pernas, axilas ou pescoço. E também tirar a roupa e escovar os pelos todos os dias, evitando que embolem", sinaliza a professora. “Trocar a roupa com frequência também evita a proliferação de bactérias e fungos. E nunca deixar que o animal use roupas úmidas, pois podem predispor a uma infecção”, complementa.


6 – Caminhas e casinhas

Caminhas e cobertores ajudam a manter o pet aquecido no período de descanso. Há várias opções de camas, inclusive forradas com pelos, que ajudam a aquecer ainda mais o animal. Gatos também gostam muito de tocas, portanto avalie a possibilidade de comprar uma cama no formato iglu. Evitar deixar a caminha diretamente no chão, também é importante. Tapetes ou cobertores embaixo ajudam a reduzir o frio. Existem opções de camas que ficam elevadas do chão, o que reduz a umidade da caminha, principalmente em dias mais chuvosos.

Para os pets que ficam na parte externa, o ideal é que a casinha fique numa área coberta. Casinhas com proteção térmica e portas ajudam a evitar a entrada de vento e amenizam o frio. Dentro das casinhas é fundamental o uso de caminhas e cobertores. As casinhas e caminhas devem ser aspiradas e lavadas com frequência para eliminar pelos e a proliferação de ectoparasitas, como pulgas e carrapatos.

 

Com essas dicas seu pet estará pronto para enfrentar a estação.

 



docg

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 Que vacinas meu gato deve tomar?

 

Se o seu gatinho já está habituado a passear, a ida ao veterinário não deve ser um grande problema, mas os mais ariscos podem se tranquilizar com a camisa calmante (vista mangas compridas, por via das dúvidas!). Priorize a segurança de vocês no carro, acomodando-o na bolsa ou na caixa de transporte, que ainda pode ganhar uma “sprayzada” de feromônio.


Para ser vacinado, o gato deve ter sido vermifugado anteriormente e estar saudável, sem febre ou diarreia. A primeira dose só pode ser dada quando o bichano tiver entre 45/60 dias (consulte seu veterinário!),para evitar que os anticorpos passados da mãe para o filhote interfiram na eficácia da imunização.


Existem três tipos de vacinas polivalentes. A V3 protege os bichanos contra Panleucopenia, Rinotraqueíte e Calicivirose. A V4 inclui também proteção contra Clamidiose e a V5 soma a imunização contra Leucemia Felina.


Panleucopenia

Febre, vômitos, inapetência, prostração e diarreia são alguns dos sintomas em animais infectados. Pode prejudicar a coordenação motora de filhotes. É transmitida por meio do contato com animais doentes ou objetos contaminados.


Rinotraqueíte

Altamente contagiosa, tem como sinais espirros, secreções nasais, rinite, salivação, conjuntivite, febre, falta de apetite. É causada pelo herpesvírus e pode levar filhotes a óbito.


Calicivirose

Tem sintomas semelhantes à rinotraqueíte viral, mas causa úlceras na cavidade oral do animal.


Clamidiose

Afeta a conjuntiva dos animais, que é a membrana que recobre a parte frontal do globo ocular, posteriormente atingindo o sistema respiratório. Entre os sintomas estão a conjuntivite, corrimento nasal e ocular persistente, espirros, dificuldade respiratória, febre, falta de apetite, pneumonia e prostração.


Raiva

Responsável por alterações no sistema neurológico, a Raiva não tem cura, e a única forma de prevenção é a vacina. Alterações de comportamento, fotofobia (medo de luz),agressividade, hidrofobia (medo de água) e falta de apetite são alguns dos sintomas mais comuns da doença.


Leucemia Felina (FeLV)

Causada pelo vírus FeLV (Feline leukemia virus),compromete as defesas imunológicas, tornando os bichanos vulneráveis a doenças infecciosas, lesões na pele, desnutrição, cicatrização mais lenta de feridas e problemas reprodutivos. A infecção se dá pelo contato com saliva, urina e fezes de animais infectados, portanto, o simples fato de dividir a mesma tigela de água com um gato doente é suficiente para contaminar o sadio. Gatas prenhas podem transmitir o vírus pelo parto ou pelo leite a seus filhotes. Entre os sintomas estão perda de peso, secreção nasal e ocular excessiva, diarreia persistente, imunodeficiência e tumores em células linfáticas.

 


Reações

Embora não seja frequente, o gatinho pode ter reações à vacina – como coceiras na cabeça e no rosto, dificuldades respiratórias, vômitos e falta de coordenação. O bichano também pode ficar com a região da picada dolorida e até mancar, mas em geral isso passa em pouco tempo. Sempre comunique imediatamente seu veterinário sobre qualquer reação ou comportamento anormal.

 

 

 

Cláudia Pizzolatto e Regina Ramoska

Fonte: https://www.bitcao.com.br/blog/que-vacinas-meu-gato-deve-tomar/?utm_campaign=nutricao_-_assinantes_newslet

 

 


 



 

 

Xixi e cocô no lugar certo: 5 dicas para ensinar seu pet


Qualquer animal de estimação, seja ele filhote ou adulto, pode acabar fazendo cocô ou xixi em lugares inadequados. Você acabou de levar um pequenino para casa e está com receio de perder uma plantinha ou ver aquele tapete novo danificado? A Pet Anjo te ajuda com algumas dicas que vão a ensinar o cãozinho recém-chegado ao seu lar, mesmo que ele seja um pouco mais velho ou até treinado. Afinal, tudo será novidade na casa nova.


Chamado pelos veterinários de “problema de eliminação inadequada”, a questão acaba sendo a causa de um dos maiores índices de abandono de animais. Mas seguindo alguns passos simples, logo seu pet vai aprender a usar o local mais adequado.Você só precisa de um pouco de paciência, persistência e consistência, além de tapetinhos (aqueles higiênicos) os folhas de jornais e os petiscos.


1-Crie uma rotina
Logo que chegar na nova casa, o animalzinho precisará de uma rotina para que tudo seja mais fácil. Isso inclui horário para dormir, comer, brincar e fazer suas necessidades. Se todos da casa se comprometerem, logo ele vai se acostumar. Caso ele seja filhote, vai lev ar de 10 a 15 minutos após a refeição para fazer xixi ou cocô. Já os cães mais velhos, podem ser levados até quatro vezes por dia.


2- Sempre no mesmo lugar
Além de precisar de uma rotina, os cãezinhos se adaptam mais rapidamente se tiverem um canto especial para fazer cocô e xixi. Pode ser em uma área do seu quintal, uma varanda ou a lavanderia. O importante é escolher um local de fácil acesso e que não esteja ao lado da comida ou do local onde ele dorme, pois por questões de higiene, os bichos não gostam de ir próximos aos locais de descanso ou das refeições.  


3- Aposte na recompensa
No começo de adaptação, sempre leve o cão ao canto do xixi, logo depois que ele tiver feito sua refeição. Quando ele conseguir fazer algo, dê um petisco como recompensa, faça um elogio ou carinho. Nunca economize a festa! Assim ele vai entender que é recompensador agir dessa maneira. E com o tempo, ele só vai melhorando ao criar hábitos rotineiros.


4- Sempre ao seu lado
Nas primeiras três semanas, o mais adequado é que seu cão esteja sempre acompanhado. Você deve escolher uma palavra para “pedir” que ele faça xixi ou cocô, como por exemplo “banheiro”. Use-a quando levá-lo ao local correto para as necessidades. Quando não puder, de maneira alguma, ficar com ele, deixe-o em um lugar reservado com água, brinquedos e fraldinhas ou jornais.


5- Esqueça as broncas
Para educar um animal, a aposta sempre será sempre o estímulo e não a repreensão. A bronca nunca ensina, só estimula ele a fazer escondido e no lugar errado. Quando ele fizer fora do local estipulado, o correto é ignorar. E nem pensar em esfregar o nariz no xixi ou cocô! Embora pareça mais difícil, dessa maneira ele vai adotar uma rotina com mais facilidade.  

 

 

 

 



 

 

 

A lei do silêncio também vale para animais de estimação

A conduta dos moradores em relação aos cuidados com o animal é muito importante para uma boa convivência com a vizinhança


Muitas pessoas desconhecem que a lei do silêncio também se aplica ao ruído dos animais animais, a lei penaliza aqueles que exacerbarem o limite de som permido após as 22h, e o barulho provocado por animais pode sim tipificar infração nas normas que regulam o bem-estar social. E para conviver em harmonia com seus vizinhos é sempre preciso demonstrar compreensão e transmitir a não intenção em perturbar o sossego.


No caso de reclamação por ruído, o proprietário  do  animal  pode propor  algumas  modificações  estruturais,  como  remanejamento  do  animal, trocando  o  local  onde  ele  fica  na  casa,  por  exemplo.  Se  o  animal  late  à  noite,  porque  dorme  no  quintal, você pode colocá-lo para dormir dentro da casa.


Segundo o artigo 42, IV da lei de Contravenções Penais, perturbar o sossego alheio provocando ou não procurando impedir barulho produzido por animal de que tem a guarda, gera incidência de crime. A grande dúvida é: Qual o limite desses latidos? A grande maioria das cidades com grande potencial urbano possui legislação própria, apresentando o limite exato de ruído que pode ser emitido.


Sobre esse assunto o advogado Paulo Bernardo Filho explica: “Condomínios e municípios possuem estatuto interno próprio, este pode apresentar diferentes normas e sansões quanto ao distúrbio do sossego. O importante é saber que os estatutos não podem conflitar com direitos e garantias previstas em lei. Mas nesses casos entra em cena também o mais eficaz dos instrumentos jurídicos: bom senso! Tanto do dono do animal como do vizinho incomodado”.



 

 


 

 

 

Aumenta o número de casos de leishmaniose visceral e médicos-veterinários orientam sobre cuidados


As cidades do estado de São Paulo têm registrado um alto índice de leishmaniose visceral canina nos últimos anos. Apenas na região de Presidente Prudente já são mais de 140 casos em animais confirmados da doença em 2017. Em Votuporanga, outros 135 cães foram diagnosticados com leishmaniose visceral nos primeiros seis meses do ano. O cenário visto em São Paulo se estende pelo País, que responde por 90% dos casos da América Latina. 

Em 2016, o Ministério da Saúde recebeu 3.626 notificações de casos de leishmaniose visceral em humanos e 275 mortes foram registradas em todo o País.  Somente no Estado de São Paulo, foram 119 pessoas atingidas pela doença e 11 óbitos. Neste ano já foram pelo menos sete mortes no Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo. 

A transmissão da leishmaniose visceral canina ocorre pela picada do mosquito-palha e afeta principalmente cães, gatos e humanos. É uma doença que leva ao óbito em até 90% dos casos não tratados e, até recentemente, cães infectados pela doença eram submetidos à eutanásia, por serem hospedeiros do vetor. 

Com este panorama, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP) vem, em sua missão de destacar o papel do médico-veterinário na promoção da saúde única, orientar à sociedade quanto às formas de diagnosticar, prevenir e tratar esta doença infecciosa que é considerada uma das seis mais graves em todo o mundo.

“Os médicos-veterinários têm grande responsabilidade na vigilância, no controle, na prevenção e na notificação de casos da leishmaniose visceral. O profissional deve sempre orientar os tutores e estar alerta a qualquer manifestação da doença. A leishmaniose é uma doença de notificação compulsória dada sua relevância para a saúde única, que envolve a saúde humana, ambiental e animal. Essa zoonose precisa estar sempre bem monitorada para o bem-estar da sociedade” afirma o presidente do CRMV-SP, Mário Eduardo Pulga. 



TRANSMISSÃO


A leishmaniose visceral canina não é transmitida pelo contato direto entre animais domésticos e o ser humano. É necessário que o flebótomo Lutzomyia spp, conhecido como “mosquito-palha”, pique um animal infectado e em seguida um humano, ocasião em que transmite o protozoário.  O ‘palha’ se reproduz em ambiente escuro e rico em matéria orgânica. 



SINTOMAS


A leishmaniose visceral nos seres humanos ataca principalmente o sistema imunológico, causando insuficiência renal crônica, emagrecimento, atrofia muscular, febre, artrite e diarreia. Nos animais, observa-se queda de pelos, descamação cutânea e presença de ulcerações localizadas ou difusas, além de uma generalizada letargia e emagrecimento. 



DIAGNÓSTICO


A forma mais segura de diagnóstico da LVC é o teste rápido DPP (Dual Path Platform. Bio-Manguinhos/FIOCRUZ). É este o método mais simples e mais utilizado nas clínicas veterinárias, sendo a técnica rápida e pouco traumática. 



TRATAMENTO


No ano de 2017, os ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Saúde aprovaram a comercialização do primeiro medicamento para tratamento da leishmaniose visceral canina: o MilteforanTM, desenvolvido pela Virbac. A droga não cura a doença, mas promove uma grande diminuição na carga parasitária presente no sangue do animal, reduzindo o desenvolvimento das enfermidades características. Este tratamento, entretanto, requer monitoramento periódico de um médico-veterinário e deverá ser administrado até o fim da vida do animal, assim como devem ser mantidas obrigatoriamente as medidas preventivas. 


PREVENÇÃO


Para evitar a infecção pela leishmaniose visceral canina, os médicos-veterinários recomendam a adoção de algumas medidas por parte dos donos de cães e gatos. 


Coleiras repelentes.


As coleiras com substâncias repelentes são a medida mais eficiente para não-contaminação com a zoonose. A deltametrina é o elemento químico recomendado pela Organização Mundial da Saúde para impedir o contato dos animais com o mosquito transmissor. 

 

Barreiras físicas.


Revestir janelas e portas de canis ou viveiros com redes e telas é outra medida preventiva com boa efetividade. Como o inseto se alimenta no período noturno, em regiões quentes e com incidência de leishmaniose, é recomendável guardar os animais em seus refúgios após o fim de tarde.

 

Limpeza de locais abertos.


Como o mosquito-palha se reproduz em locais com matéria orgânica, é preciso manter quintais limpos e evitar o acúmulo de lixo e água parada. A higiene é uma das melhores medidas de prevenção contra a Leishmaniose. Terrenos abandonados e locais com muitas árvores e sem manutenção devem ser evitados pelos tutores. 



Exames periódicos.


Todas as medidas acima devem ser acompanhadas de consultas regulares ao médico-veterinário. Somente este profissional está capacitado para identificar os sintomas e promover o tratamento recomendado. 

 

 


 Dr. Rodrigo Mainardi - membro da Coomissão de Clínicos de pequenos animais do CRMV-SP, poderá conceder entrevista sobre o assunto mediante prévio agendamento.


Sobre o CRMV-SP
O CRMV-SP tem como missão promover a Medicina Veterinária e a Zootecnia, por meio da orientação, normatização e fiscalização do exercício profissional em prol da saúde pública, animal e ambiental, zelando pela ética. É o órgão de fiscalização do exercício profissional dos médicos-veterinários e zootecnistas do Estado de São Paulo, com mais de 33 mil profissionais ativos. Além disso, assessora os governos da União, Estados e Municípios nos assuntos relacionados com as profissões por ele representadas.

 

 
 

 

 

Conheça 5 curiosidades sobre a Ervinha do Gato

 

Já ouviu falar em maconha para gato, erva do gato ou Catnip? O gatos são altamente sensíveis ao óleo essencial que existe nas hastes e folhas da planta do catnip (a erva do gato) e outras espécies do grupo Nepeta. Quando os gatos sentem o cheiro da plantinha, eles roçam a cabeça e corpo na ervinha, pulam, rolam, vocalizam e alguns até salivam (bastante!).

 

Ao contrário do que muitos pensam, a erva do gato não causa dependência ou danos à saúde dos felinos, e os seus benefícios são muitos. A Pet Anjo, único marketplace de serviços Pet do Brasil com certificações internacionais, selecionou algumas curiosidades sobre os efeitos da erva nos bichanos:

 

1-  Não funciona com filhotes
A erva do gato não ‘funciona’ com os filhotes até que eles tenham cerca de 6 meses de vida! Só quando os gatinhos atingem essa idade, a maturidade sexual, é que começam a ser sensíveis à ervinha!

2- A sensibilidade é hereditária
A sensibilidade aos óleos essenciais da plantinha é hereditária! Só 70-80% dos gatos são afetados, nem todos têm os genes pra isso! A plantinha do catnip é da família da menta, uma prima bem distante da planta da maconha, e a substância estimulante, que age nos gatinhos é chamada nepetalactona.

3- Tem efeito de curta duração
Depois de 10 minutos em contato com o catnip, o gato fica temporariamente imune aos efeitos da erva do gato por cerca de 30 minutos.

4- É utilizada para adestramento
Você pode, por exemplo, espalhar um pouco de catnip nos arranhadores pro gato escolher esse lugar ao invés do seu sofá ou cortinas. E se seu gato ficar relaxado depois de cheirar o catnip, você pode também espalhá-lo antes de viagens de carro, ao veterinário ou situações estressantes.

5- Podem ficar agressivos
Mas cuidado porque alguns gatos podem reagir com agressividade se têm contato com o catnip. Eles podem ficar tão estimulados que podem extravasar a energia criando brigas com gatos, ou brincando de maneira muito forte com os humanos.

 

 

 




 

 

 

Devo escovar os dentes do meu cão?

Especialista da Hercosul Alimentos, Dra. Paula Genuíno, explica os males causados pela placa bacteriana na dentição canina e dá dicas importantes para evitar gengivites e doenças mais sérias.

 

Você sabia que a saúde do cão está diretamente relacionada com a sua saúde dental? A especialista da Hercosul Alimentos, Dra. Paula Genuíno, é quem faz o alerta e dá dicas de como cuidar dos dentes dos pets, evitando que as bactérias e o tártaro prejudiquem esses animais.


O acúmulo da placa bacteriana, além de prejudicar o hálito do cão, também promove uma série de questões que vão desde a queda dos dentes até problemas sérios com a mastigação. “Alguns cães param de se alimentar por conta da dor que a doença periodontal provoca”, diz a veterinária, que faz parte da equipe da Hercosul Alimentos.


Mas os perigos não param por aí e podem ir além dos problemas mais simples como as gengivites, por exemplo. As bactérias podem chegar à corrente sanguínea e causar danos irreversíveis ao coração, ao fígado, ao rim e a outros órgãos vitais para o animal.


“É fundamental escovar os dentes do cão todos os dias. Há uma série de escovas e pastas dentais no mercado pet que podem ser usadas com segurança, alguns cremes são feitos com sabores diferentes como carne ou peixe”, revela Paula. A especialista ressalta que devem ser utilizados produtos específicos para animais para evitar outros problemas.


Algumas dicas são essências para obter sucesso nesse processo - como a paciência, por exemplo. “É preciso ter calma para acostumar o animal com a prática, mais ainda se não foi iniciada quando ele ainda era filhote. Não forçar o cão abrir a boca, pois ele ficará estressado e isso tornará cada vez mais difícil a escovação”, indica.


Passear com o pet antes da prática e oferecer um petisco depois também funcionam bem. Para evitar problemas dentários há duas formas eficientes. “A primeira é levar o cão ao veterinário ao menos uma vez ao ano para avaliação da necessidade ou não de remoção do tártaro. Se o animal for idoso essa frequência deve ser maior, mas isso varia de acordo com o estado de cada pet e será determinado pelo veterinário responsável”, conta.


A segunda maneira de prevenção é deixar à disposição brinquedos para que os cães mordam e buscar no mercado opções feitas justamente para auxiliar na limpeza dos dentes. Alguns ossos que previnem o tártaro e petiscos também ajudam nesse papel.


Por fim, Dra. Paula alerta para a alimentação do pet e garante que isso faz toda a diferença. “O alimento oferecido para o animal vai influenciar na saúde dele como um todo, inclusive para a saúde odontológica. Hoje em dia temos boas opções para todos os bolsos e não é difícil encontrar um bom alimento para cada pet. Ossos naturais devem ser evitados, pois podem causar problemas sérios, como fratura nos dentes e perfurações no sistema digestivo”, conclui.