O que é importante saber sobre doenças neurológicas em pets?


 

Muitas sem causas conhecidas, as doenças no sistema nervoso possuem tratamentos que variam em cada enfermidade. Qualquer comportamento anormal, vá direto ao veterinário.

 

 

 

Doenças neurológicas são, muitas vezes, enigmas na vida das pessoas e o mesmo acontece com os animais de estimação. No Brasil, há diversas doenças infecciosas que provocam lesões no sistema nervoso de cães e gatos, como a conhecida Cinomose, doenças inflamatórias ou autoimunes e anomalias congênitas como a Hidrocefalia. Elas podem atingir os pets em qualquer idade e qualquer raça. Contudo, pets da raça toy como Pug, Yorkshire, Maltês, Pinscher, estão mais predispostas.


 

Há doenças neurológicas que são curáveis como as autoimunes, a Epilepsia idiopática, a Doença do Disco intervertebral. O tratamento indicado pelo veterinário pode vir por meio de técnicas de controle, tratamentos clínicos, cirúrgicos, terapia celular e até mesmo por medicinas alternativas, como a chinesa.


 

Segundo a parceira da COMAC (Comissão de Animais de Companhia do SINDAN - Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal), a médica veterinária especializada em neurologia animal Dra. Mirela Ribeiro, “Como as causas de doenças neurológicas são múltiplas, os tratamentos são diversos. Existem doenças curáveis e outras não”.


 

A veterinária ainda afirma que, mesmo com a evolução da medicina animal, existem muitas doenças ainda sem causas conhecidas, entretanto, há fatores genéticos, micro-organismos, tóxicos, entre outros que levam a lesões no sistema neurológico.


 

Os sinais clínicos em neurologia não são apresentados por sintomas claramente relacionados a uma enfermidade. De acordo com a Dra. Mirela, dependendo da doença, o sinal pode ser diferente. Ela explica: “Convulsões, por exemplo, são indicativas de trauma no cérebro; desequilíbrios podem indicar alterações no sistema vestibular ou cerebelo, paralisias geralmente vêm de lesões na medula espinhal ou sistema neuromuscular. Além disso, mudanças de comportamento podem ser sinais de lesões cerebrais, entre outras. Por isso, o tutor deve levar o seu animal ao veterinário regularmente para acompanhar qualquer atitude suspeita”.



 

Primeiros-socorros


 

Muitos tutores ficam aflitos ao presenciar crises convulsivas, sinais comuns de problemas no cérebro. Por isso, abaixo há uma lista de procedimentos indicados e os não recomendados para agir em situações inesperadas como essa.



 

O que fazer:


 

·         Evite que o animal bata a cabeça contra paredes ou o chão;


 

·         Envolva-o com uma colcha ou edredom para evitar arranhões e mordidas;


 

·         Leve-o ao médico veterinário o mais rápido possível;


 

·         É recomendado manter uma pasta com exames e detalhes sobre o histórico de saúde do animal. Isso ajuda no diagnóstico.



 

O que não fazer:


 

·         Não tente abrir a boca do animal ou introduzir seus dedos nela;

 

 

·         Não aplique medicamentos;

 

 

·         Não ofereça água ou comida ao animal durante a crise.

 

 

 

 

COMAC - Comissão de Animais de Companhia do SINDAN - Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal

 


 

 



 

 

 

ACUPUNTURA PODE SER A SOLUÇÃO INDOLOR PARA O PROBLEMA DO ANIMAL DE ESTIMAÇÃO


A milenar medicina chinesa pode ser uma segunda opção para aliviar dores e sintomas decorrentes de determinadas doenças nos pets

 

A acupuntura veterinária vem sendo cada dia mais indicada pelos clínicos e cirurgiões veterinários. Por se tratar de uma terapia segura, eficiente e de custo relativamente baixo, muitos donos de animais de estimação estão preferindo as famosas agulhas, em vez das cirurgias convencionais, quando possível.

Segundo o Dr. Jorge Morais, veterinário e fundador da Animal Place, rede de franquias de cuidados para pets, alguns benefícios da acupuntura podem ser destacados. “Em casos de doenças neuromusculares, problemas de coluna, distúrbios respiratórios, digestivos e sequelas de cinomose, a acupuntura veterinária é particularmente útil”, afirma. “Não há distinções para raças e nem sexo dos pets, qualquer animal pode realizar esse procedimento, que não causa dor e não possui contra indicação”, conclui.

Sempre que o animal possuir uma doença que o comprometa fisicamente, e os resultados dos tratamentos clínicos não sejam satisfatórios, a acupuntura é indicada com o objetivo de melhorar a resposta ao tratamento convencional. “Há casos em que o animal não pode ser submetido ao risco cirúrgico, e o procedimento das agulhas pode ser uma saída”, finaliza o veterinário.

 

 

Animal Place

www.animalplace.com.br


 



 

 

Bichinho de estimação: Saiba como é fácil ter uma tartaruga como pet

 


Toda criança quer ter um bichinho de estimação. Mas na hora de escolher, nem sempre encontramos aquele pet que nos agrade e que caiba na nossa casa, no nosso orçamento ou até mesmo na correria do dia a dia. Ter um bichinho de estimação requer tempo e cuidados para que ele viva de maneira saudável e feliz.

 

Pensando nos cuidados e principalmente para quem não tem muito tempo para dedicar ao seu pet a tartaruga pode ser uma ótima opção para a criançada. Elas dão pouco trabalho, são comportadas e não exigem atenção a todo momento.

 

Existem dois tipos de tartarugas que são criadas para comercialização e tem autorização do IBAMA: a tartaruga Tigre D’Água, mais conhecida como cágado e o Jabuti. A primeira é um quelônio de água doce que geralmente possui o casco mais achatado. Já o Jabuti é exclusivamente terrestre, então ele precisa de mais espaço, é mais lento e seu casco é mais alto em relação ao de um cágado.

 

Os cágados nascem com cerca de 4 cm e podem atingir de 25 a 30 cm quando adultos. Eles podem crescer cerca de 3 cm por ano e o aquário deve ser adaptado ao seu crescimento. Os cágados podem ser mantidos sozinhos ou em grupos dependendo do tamanho do aquário. Eles são dóceis e é fácil de cuidar e precisam de um espaço em área seca para tomar sol, se alimentar e procurar refúgio em ambientes aquáticos. Eles vivem cerca de 30 a 60 anos.

 

Os jabutis também são dóceis e podem chegar a 80 anos. O melhor ambiente para essa espécie é o terrestre, mas eles precisam de água, principalmente até os 2 anos para se hidratar e defecar. Deve-se atentar também a locais com portões pois eles se passam por baixo facilmente e ainda cachorros ou gatos pois podem pegar o jabuti até mesmo para brincar e morder o casco quebrando-o.

  

 

 Ambiente ideal

 

Para as tigres d’água o aquário precisa ter uma base para que ela fique fora da água, não colocar objetos pontiagudos ou até mesmo pedrinhas muito pequenas pois elas comem tudo o que encontram e a água deve ficar na altura dessa base. As tartarugas precisam do sol para metabolizarem as vitaminas D. fixarem o cálcio e prevenir o aparecimento de fungos, porém, sol em excesso pode prejudicá-la. Vale pensar em um espaço no aquário para que ela use como refúgio. Lugares ásperos também não são indicados pois ocasionam lesões que facilitam a entrada de bactérias e fungos. A temperatura da água deve se manter em 28°C.

 

Os jabutis podem viver em um espaço terrestre com gramado e pedras que pode ser delimitado com um cercadinho. Deve-se pensar em uma sombra que pode até ser uma casinha para que ele possa se proteger do sol. Neste local com sombra também deve ficar um recipiente com água. Assim como os tigres d’água, eles também precisam do sol para metabolizarem a vitamina D.

  

 

Alimentação

 

A alimentação das tartarugas deve ser baseada em uma dieta balanceada com todas as vitaminas e proteínas que elas precisam. A falta de nutrientes pode causar uma série de doenças, entre elas, o raquitismo que é uma doença que deixa a casca mole devido à falta de proteínas.

 

A dieta deve contar com a ingestão de ração, frutas e vegetais como cenouras, maças e mamão, além de feijão verde e espinafre. Camarões desidratados também podem ser oferecidos como um agrado ou sobremesa.

 

Outro complemento essencial para a manutenção da proteína é a ingestão de tenébrios vivos ou desidratados. “Os tenébrios possuem 44% de proteína em sua composição, tem alto teor de digestibilidade e é muito nutritivo. Os tenébrios vivos devem ser colocados na água e podem estimular o instinto de caça das tartarugas e pode ser uma diversão para as crianças que vão ficar empolgadas em alimentar seu pet. Já os tenébrios desidratados podem ser oferecidos juntamente com as frutas ou a ração. Algumas tartarugas se alimentam de grilos e baratas também”, explica o engenheiro agrônomo e proprietário da Safari Insetos, Eduardo Matos. Para os jabutis, em especial, vale apostar nos tenébrios desidratados misturados com folhas verdes e frutas variadas.

 

Os insetos têm alto teor de proteína, ácidos graxos e minerais de alta digestibilidade. Além dos tenébrios, o “cardápio” oferecido pela Safari é composto por: grilo preto (Gryllus assimillis), tenébrio gigante (Zophobas morio), tenébrio comum (Tenebrio molitor), barata cinérea (Nauphoeta cinérea) e barata blaberus (Blaberus giganteus). Em breve, a espécie barata madagascar (Gromphadorhina portentosa) também fará parte da produção que, hoje, já soma milhões de insetos e podem ser oferecidos para lagartos, roedores, tartarugas, macacos, pássaros de médio e grande porte e peixes. “Nutritivamente, os insetos substituem a ração. Mas a dieta do pet não pode ser substituída apenas por insetos e sim usá-los como um complemento para o animal”, explica Matos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Safari Insetos

 https://www.facebook.com/safarinsetos


 





 

COMO ADESTRAR UM CACHORRO: MITOS E VERDADES

 

 Criar uma comunicação eficiente para ter um cachorro calmo e educado é possível, desde que você não caia nos mitos do adestramento de cães

 

Os cachorros são capazes de executar diversas funções, como é o caso dos cães policiais, dos guias de cegos e dos cães pastores. Esses exemplos só provam que o melhor amigo do homem pode ser adestrado, fazendo com que a sua vida e a de seu tutor melhorem, afirmam os veterinários especializados em comportamento canino do Vet Quality Centro Veterinário 24h. 

 

Com o adestramento de cães, você ensina não apenas o que o animal pode fazer, mas principalmente, o que ele não deve. Se pet passará socializar, a se exercitar e a se comportar de forma muito mais tranquila, enquanto que você evitará os principais problemas que ele pode causar, como destruir objetos, fazer xixi no lugar errado e latir em excesso.

 

Para ser bem-sucedido nesse treinamento, é importante seguir apenas as técnicas de adestramento eficazes, estabelecendo uma comunicação adequada para que o animal possa compreender e respeitar as ordens do seu tutor.

 

Descubra quais são as que realmente funcionam para evitar o mau comportamento e incentivar as atitudes positivas dos pets:

 

 

Preciso de um adestrador profissional

 

Mito. Não é preciso contratar um adestrador profissional para ensinar os “truques” mais simples para os cães, como sentar e ficar, embora o investimento em algumas aulas para que você possa dar continuidade seja uma boa opção.

 

Agora, para resolver problemas temperamentais, como medo e agressividade caninos, é recomendado contratar um especialista para que ele receba um tratamento adequado.

 

 

É possível adestrar filhotes

 

Verdade. É possível e recomendado começar o treinamento dos animais de estimação quando eles ainda são pequenos, mas lembre-se que eles possuem uma capacidade limitada de aprendizado e concentração nessa fase.

 

Desde o início, ensine-o o próprio nome, chamando-o e associando a resposta a um carinho ou um brinquedo. Já nos primeiros meses, o que você pode fazer é não dar atenção para os hábitos indesejados, como latir ou chorar, e ajudá-lo a se ambientar ao local onde deve fazer as necessidades, levando-o até lá a cada duas horas e após as refeições.

 

 
 

Bater no cachorro é uma forma de adestrá-lo


 

Mito. Pelo contrário, bater e ameaçar são as piores atitudes que você pode ter em relação ao animal, mesmo quando ele aprontou uma daquelas! Bater em seu cachorro, principalmente quando você está com raiva, pode machucá-lo e torná-lo agressivo com outras pessoas.

 

 

Agredir o seu cachorro pode torná-lo hostil 

 

A punição ideal para os cães deve ser feita apenas quando você flagrá-lo fazendo algo indesejado, bastando causar um pequeno susto desconforto, como levantá-lo pela pele atrás do pescoço (o cangote), bater palmas ou mesmo com um borrifador de água (uma boa opção caso você tenha mais de um pet em casa), dependendo do perfil do seu cão.

 

 

Deixar o cachorro de castigo do lado de fora é prejudicial

 

Verdade. Você provavelmente já tem pouco tempo para ficar com o seu animal de estimação devido a uma rotina atribulada. Se você o isolar quando flagrar algo errado (ou logo após o ato), você estará ensinando que ficar sozinho não é algo legal, provocando ansiedade de separação. Nesses casos, é comum que o cachorro comece a latir, a chorar e a destruir objetos como uma forma de recuperar a atenção do dono o mais rápido possível.

 

 

É normal o cachorro puxar a coleira durante o passeio

 

Verdade, mas esse comportamento não é desejável. Cães que puxam a guia com muita força podem tornar esse momento um pesadelo, fazendo com que você em pouco tempo desista de sair para passear diariamente com ele. O ideal é evitar esse comportamento usando guias curtas ideais para treinamento, que limitam o movimento do pet.

 

Usar um petisco para que ele vá seguindo também serve como estímulo para um bom comportamento ao passear. Se ele começar a puxar, imediatamente vire para o outro lado e, quando ele estiver ao seu lado novamente, use o comando “junto” e faça um carinho ou dê o petisco.


 

É possível acabar com os latidos dos cães

 

Mito. O que você conseguirá fazer com o adestramento é minimizar os latidos, pois esse é um ato natural e sua frequência depende da raça do animal, sendo que os de pequeno porte costumam ser mais barulhentos.

 

A melhor forma de evitar os latidos é não fazer com que eles convençam o dono a fazer algo, como pegar o brinquedo embaixo do sofá ou colocar ração, pois isso dá a entender que o seu pet precisa “avisar” algo para que você possa atendê-lo. Use uma técnica de punição para reprimir os latidos e continue a agir naturalmente. Apenas quando o barulho cessar, confira o que o seu pet precisa que você faça.

 

 

Fazer o cachorro dar a patinha é uma das tarefas mais difícies do adestramento de cães

 

Mito. Tanto para fazer esse truque charmoso quanto para ensinar o seu amigo a sentar ou deitar, use a mesma técnica: pegue um petisco e posicione na direção dos olhos do animal para que ele se sente, no chão para que ele se deite e próximo à patinha para que ele dê um toque na sua mão.

 

Ao posicionar o petisco, dê os comandos para que o cão vá associando e, quando ele finalmente executar o movimento desejado, entregue a recompensa. Repita esse tipo de exercício diariamente para que o seu pet vá se acostumando e, em pouco tempo, ele já obedecerá sem a necessidade de um petisco (mas esperando ao menos um carinho).



 

 



 

 
 

FESTAS DE FIM DE ANO E OS CUIDADOS COM OS PETS


As festas de fim de ano estão chegando e nessa época, aumenta em 30% o número de animais nos hospitais veterinários e uma das principais causas do problema é a ingestão de alimentos destinados ao consumo humano. Confira o que o médico veterinário dos Snacks DogLicious e CatLicious, Marcello Machado, explica sobre os cuidados com os pets nessa época do ano.



GATOS COMEM DOCE?

Cientistas afirmam que, em geral, os gatos não se interessam por doces. Na verdade, a preferência do gato é o sabor da proteína animal. “Os gatos, apesar de terem sido domesticados, continuam sendo carnívoros restritos e não consumem doces porque, na verdade, não têm capacidade de sentir esse sabor”, afirma Machado.

De acordo, com a revista Scientific American a causa é um gene.  Os felinos, inclusive leões e tigres, não têm uma parte do DNA que existe no gene Tas1r2, o qual é responsável por gerar proteínas que formam os receptores de doces (localizados na língua dos gatos). Por isso, os felinos não percebem o sabor doce como humanos e outros mamíferos.

“Os tutores sabem que o olfato e tato de seus gatos são mais apurados, mas talvez não saibam que o paladar dos felinos seja mais restrito. Saber disso, ajuda até no manejo alimentar: o tutor deve oferecer alimentos elaborados com fontes de proteínas de origem e evitar oferecer doces, pois podem causar obesidade e diabetes”, explica o médico veterinários dos Snacks DogLicious e CatLicious.


E OS CÃES?

Se o consumo desregrado de açúcar pode causar malefícios ao ser humano, o mesmo ocorre com os cães, como explica o médico veterinário e Gerente Técnico da Total Alimentos, Marcello Machado: “O açúcar pode trazer inúmeros problemas, principalmente obesidade e a rejeição futura de alimentos adequados para a saúde do animal”. Segundo o veterinário, os tutores não devem oferecer doces em barras, sejam caseiros ou industrializados, e, principalmente, chocolates! “O chocolate é tóxico para cães e também para os gatos. A substância chamada teobromina, presente no cacau, pode causar intoxicações, vômitos e diarreia”, afirma.



CURIOSIDADE SOBRE O PALADAR DOS CÃES

Não se engane, os cães possuem menos papilas gustativas do que ser humano. Então, seu animal de estimação, não sente com tanta intensidade os sabores “O homem tem 9 mil papilas gustativas, enquanto os cães têm, aproximadamente, 1706 apenas”, finaliza o veterinário.



DICA DE ALIMENTO:

Os cães e gatos também podem aproveitar as festas de fim de ano de uma maneira divertida, deliciosa e sem riscos. “Se o tutor quer agradar o cãozinho ou o gatinho, deve oferecer petiscos específicos de pet para ele, pois muitos dos alimentos para humanos podem causar intoxicações sérias nos animais de estimação”, aponta Marcello Machado

O veterinário reforça que os snacks podem ser oferecidos como agrado ou  recompensa, mas não substituem a alimentação completa diária. “Os Snacks DogLicious e CatLicious da Total Alimentos possuem diversas opções de sabores e funcionalidades para agradar os pets, inclusive em momentos de festa, onde eles ficam olhando para o tutor implorando por um agrado”, finaliza.

 


Total Alimentos

http://www.totalalimentos.com.br/


 

 

 



 

 

 

Você sabia que cães e gatos podem doar sangue?


 Sangue coletado dos animais pode ser utilizado no tratamento de enfermidades como câncer

 

O Junho Vermelho, campanha que dissemina a importância da doação de sangue, traz um alerta à população sobre as angústias causadas por falta de sangue animal: muitos bichinhos acabam morrendo por falta de conhecimento de seus donos. “A doação de sangue animal é tão importante e necessária quanto a das pessoas, os donos ou pais de seus pets precisam entender que eles podem vir a precisar de uma substância tão comum, mas tão escassa”, afirma Debi Aronis, fundadora da campanha. 

 

Alguns tutores, por receio de que seus animais de estimação sofram complicações, evitam esse procedimento. Porém, assim como em humanos, a doação de sangue animal é segura e não provoca efeitos colaterais nos mascotes, conforme explica Fábio Alexandre Rigos Alves, diretor técnico do laboratório Cepav. 

 

“O procedimento é indolor e muito rápido, dura em torno de 15 minutos. A doação é feita através de uma pequena punção na veia jugular e o sangue é coletado em uma bolsa, como acontece com os humanos. Em média, são retirados cerca de 16 ml por quilo”, afirma. 

  

Antes da doação, os animais passam por uma série de testes clínicos para garantir que estão em boas condições de saúde. Não são aceitos como doadores aqueles que tenham alguma doença infecciosa, estejam muito acima do peso ideal para a raça e, no caso das fêmeas, estejam no cio. 

 

Alves explica ainda que esse tipo de procedimento é mais recomendado em animais de grande porte (com peso acima de 27 quilos), com idade entre um e oito anos, e que sejam dóceis, pois a doação acontece com o animal acordado.

 

De acordo com o diretor técnico do laboratório Cepav, a transfusão de sangue pode ser total ou utilizar apenas alguns subprodutos, como o concentrado de hemácias (para animais com casos severos de anemia), concentrado de plaquetas (utilizado em problemas de coagulação) ou plasma. 

 

Para que o animal não fique anêmico é preciso que o dono espere um período de 25 dias antes de levá-lo para realizar uma nova doação. Em alguns casos, pode ser recomendável dar um suplemento ferroso ao cão para recuperar o volume de sangue retirado. 

 

Após a doação, o sangue estocado pode durar até 35 dias, quando armazenado em temperatura média de 1 a 8 graus. Entretanto, esse período varia de acordo com cada hemocomponente retirado: enquanto o concentrado de hemácias dura 35 dias o concentrado de plaquetas permanece válido para uso por apenas cinco dias.  

 

Porque doar?

 

Assim como acontece com seres humanos, os animais de estimação sofrem de enfermidades que necessitam de grandes quantidades de sangue para tratamento, como cânceres e anemias, assim como podem também sofrer acidentes ou necessitar de cirurgias. 

 

Por falta de sangue, muitos animais acabam morrendo, realidade que aumenta ainda mais a importância e a necessidade da doação de sangue animal, conforme destaca Debi Aronis, uma das fundadoras da campanha Junho Vermelho. 

 

“A doação de sangue animal é tão importante quanto a humana porque o sangue sintético ainda não é uma realidade. Isso sem mencionar que para a maioria dos donos, os pets são parte da família, a relação é muito intensa, e ainda que todos saibam que os animais têm uma vida média mais curta do que a nossa, a dor da perda de um bichinho de estimação é tão grande quanto a de um ser humano”, afirma ela. 

 

Não existem muitos bancos de sangue animal no Brasil, mas qualquer pessoa pode procurar por seu veterinário e perguntar sobre a doação. 

 

Curiosidades do sangue animal

 

Ao contrário dos seres humanos, os gatos podem pertencer a três tipos sanguíneos: A (o mais comum entre eles), o grupo B e o AB. Nos cães, por outro lado, já foram identificados mais de 20 grupos sanguíneos, podendo variar inclusive entre animais da mesma raça. 

 

Por isso, Alves explica que a doação sanguínea leva em consideração o tipo de sangue do animal. Ao receber uma transfusão são realizados testes de tipagem sanguínea e de compatibilidade, para evitar que o receptor sofra qualquer reação adversa.  

 

Entretanto, os gatos têm maior risco de sofrer complicações durante a primeira transfusão sanguínea do que os cães. Em geral, as chances de reações ocorrem após a segunda transfusão.  

 

Critérios para doação

 

Cães

 

  • Pesar acima de 27 quilos;
  • Ter idade entre um e oito anos;
  • Não possuir doenças infecciosas, estar vacinado e desparasitado;
  • Não estar acima do peso recomendado para a raça;
  • Fêmeas: não estar prenhe ou no cio;
  • Não ter tido carrapatos recentemente.

 

Gatos

 

  • Pesar acima de cinco quilos;
  • Ter idade entre um e oito anos;
  • Ser criado sem acesso à rua;
  • Estar vacina, desparasitado e não possuir histórico de doença grave
  • Fêmeas: não estar prenhe ou no cio. 

 

Junho Vermelho

 

Organizada desde 2014, pelo Movimento Eu dou Sangue, a campanha Junho Vermelho que já foi alçada a categoria de lei em vários estados e cidades do Brasil, busca chamar a atenção para a importância da doação de sangue frequente. É fundamental abastecer os estoques dos hemocentros principalmente nos meses de junho e julho, quando o volume de doações cai atingindo níveis críticos (baixa de 30%) em todo o país, reflexo das férias escolares e do aumento na demanda por sangue.

 

 

 




 

 

Mais de 30 milhões de animais abandonados estão esperando uma chance”, diz especialista

 

 

 

A adoção é um ato de amor e também a garantia de um companheiro fiel e disposto a viver ao seu lado a vida toda.  A veterinária da Hercosul Alimentos, Laís Alarça dá algumas dicas para quem deseja adotar um bichinho.

 

 

 

São cerca de 30 milhões de animais em situação de abandono no Brasil. A Organização Mundial da Saúde estima que entre 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães vivem pelas ruas das cidades do país. Para a veterinária Laís Alarça, especialista da Hercosul Alimentos, a situação é grave, mas a conscientização é um passo importante para solucionar o problema.


 

“Há muitas pessoas procurando um animal e muitos animais precisando de alguém, mas ainda há um tabu em torno da adoção no Brasil e é isso que precisamos vencer em um primeiro momento. Há muitas formas de adotar um bichinho e nenhum risco para a saúde de quem faz isso”, revela.


 

Dra. Laís se refere ao mito de que todos os animais abandonados podem trazer doenças, o que não é verdade. “Muitos podem sim estar com algum problema de saúde, mas grande parte deles só precisa de acompanhamento veterinário, uma alimentação de qualidade, carinho e um lugar quentinho para dormir”, diz.


 

O primeiro passo para adotar um animalzinho é buscar uma organização de proteção na sua cidade. Os abrigos têm centenas de animais disponíveis e sedentos por uma casa nova. Antes de levar para casa, a especialista recomenda que seja feita uma visita ao veterinário. O mesmo acontece se o animal for retirado da rua.


 

“É importante que esse animal seja examinado para que a experiência - tanto dele como do tutor - seja positiva. O veterinário vai avaliar as condições de saúde do pet, aplicar as vacinas e vermifugação necessárias e fazer tudo o que for preciso para que o mesmo vá para a nova casa com segurança”, acrescenta.


 

Prepare a case para recebê-lo, pois isso é fundamental para evitar incidentes. 


 

Animais são curiosos e desbravarão o novo lar, o que pode resultar na ingestão acidental de produtos de limpeza ou mesmo de plantas tóxicas. “Observe ao redor e retire o que pode ser perigoso. Outra opção é limitar o acesso do animal e introduzi-lo no ambiente aos poucos. Nos casos dos gatos, isso é primordial, as janelas precisam estar teladas antes da chegada do bichano”, explica.


 

A adaptação de ambos pode levar alguns dias, mas geralmente resulta em uma linda história que a família e o animal protagonizarão juntos. “Os pets se adaptam rapidamente, precisam apenas de segurança e atenção. É preciso lembrar que o ambiente é novo para o bichinho e é extremamente natural que ele se assuste nos primeiros momentos”, completa.


 

Gatos gostam de altura e sempre procuram um local onde se sintam seguros. “Deixe brechas para que o animal se esconda e passagens entre os cômodos para que não se machuque em caso de tentativa de fuga para outro “esconderijo”. Armários e prateleiras também agradarão o pet”, indica.


 

Outra questão fundamental é a alimentação do animal, pois a maioria dos abrigos não consegue oferecer uma alimentação de qualidade, pois são muitos bichinhos para alimentar. “É preciso atenção na hora de mudar a marca do alimento , pois isso pode interferir na saúde do pet. O ideal é que a migração seja feita aos poucos, misturando a alimentação antiga à nova gradativamente. Este processo costuma levar cerca de uma semana”, diz. Laís.


 

Adotar é um ato de amor, além de ser transformador. Os bichos são gratos e fiéis àqueles que amam e esse sentimento perdura pela vida toda. “Há tantos animais precisando de afeto e cuidado, que na visita ao abrigo vai ficar difícil escolher um só”, conclui a especialista.

 



 

Jéssica Gonçalves


 
 

 

 

 

Três hábitos alimentares dos cães para uma nutrição saudável


 Farmina orienta como escolher alimentos balanceados para evitar doenças e respeitar a natureza do pet

 


 Os cães estão conquistando os lares brasileiros. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde realizada pelo IBGE em 2015, a cada 100 famílias, 44 têm pelo menos um animal. Eles cativam e preenchem um espaço afetivo como parte da família, mas é importante se atentar a alguns cuidados, principalmente as restrições alimentares.

 

Pensando na saúde e bem-estar dos pets, a Farmina Pet Foods, empresa de origem italiana especializada no desenvolvimento de soluções nutricionais que respeitam a natureza alimentar de cães e gatos, listou algumas particularidades alimentares que devem ser seguidas para evitar doenças como, obesidade, problemas cardíacos, respiratórios e articulares nos cães.

 

 

A caça

 

Os cães possuem hábitos alimentares típicos de carnívoros, como caçar e se alimentar de presas, igual seus ancestrais - os lobos. Com o passar dos anos, o sistema digestivo do pet se adaptou para aproveitar melhor os alimentos, como carboidratos de origem vegetal. Já o estômago possui pH ácido, que ajuda a “quebrar” as proteínas ingeridas para serem aproveitadas pelo organismo. Os dentes longos e afiados são utilizados para rasgar e separar a carne em pedaços, extremamente úteis para prender e dilacerar as presas. Possuem o sistema digestório curto, diferente dos onívoros e dos herbívoros, que consomem muitos vegetais e precisam de um sistema digestório longo para digerir os alimentos.

 

 

Armazenamento de alimentos

 

Os cães comem grandes porções de refeição, pois seu estômago consegue armazenar os alimentos de uma vez, já que na natureza passavam mais de uma semana sem se alimentar, devido à dificuldade de caça. Como os cães domésticos comem diariamente, a quantidade de comida deve ser sempre controlada, pois a partir do convívio com o humano criaram hábitos e preferências por alimentos ricos em açúcares e carboidratos. Em essência, gostam de alimentos de origem animal e ricos em gorduras, pois oferece a fonte de energia que precisam.

 

 

Consumo de carboidratos         

 

A presença de carboidratos na dieta dos cães é importante, pois faz parte de sua alimentação natural, como a ingestão de frutas. Já os carboidratos refinados, como a farinha de trigo, o açúcar, a massa, entre outros alimentos que o ser humano desenvolveu, são prejudiciais para a saúde do cão, predispondo de doenças como, diabetes mellitus, obesidade, alergias de pele, diarreia e gases, além do tártaro nos dentes.

 

Há opções de carboidratos saudáveis, quando oferecidos com moderação. A batata, a beterraba e a mandioca são ótimos exemplos, oferecem energia, além de serem fontes de fibras e diversas vitaminas. Os legumes, como as abóboras e cenouras, também são ótimas fontes de carboidratos, pois fornecem energia, fibras e muitas vitaminas. O betacaroteno presente nestes legumes auxilia na prevenção de problemas cardiovasculares, além de ter efeito antioxidante, que neutraliza os radicais livres, aumentando a eficácia da imunidade do pet.

 

A laranja é uma excelente fonte de vitamina C (ácido ascórbico), que serve para a formação de glóbulos vermelhos do sangue, absorção do ferro e a formação de ossos e dentes, além de melhorar a resistência à infecções. A maçã, por sua vez, possui muitas fibras como a pectina, que auxilia a manter a glicemia do pet em níveis equilibrados.

 

É indicado oferecer uma dieta com pouco carboidrato, rica em proteínas e gorduras de origem animal. Os cães precisam de uma alimentação que respeite suas necessidades naturais e garanta uma nutrição saudável em todas as fases da vida.

 


 

 




 

 

DESMAME DOS CÃES: QUAIS OS CUIDADOS?

 

Cães também precisam de cuidados especiais quando recém-nascidos, necessidade de substituir leite materno precisam de atenção dos tutores


 

Eles são pequenos, frágeis e precisam de bons alimentos para crescer fortes e saudáveis. Os filhotes exigem muito cuidado e dedicação do tutor: “Os filhotes recém-nascidos precisam de alimentos ricos em cálcio, fósforo, proteínas e gorduras para que tenham o desenvolvimento ósseo adequado e cresçam com saúde”, afirma o médico veterinário da Max e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado.

 

O desmame

O leite materno e o contato com a mãe são fundamentais para o filhote nos primeiros meses de vida, mas após 28 dias do nascimento o pet precisa ingerir outro tipo de alimento. “Filhotes de quatro a oito semanas de vida já precisam se habituar, gradativamente, a uma nova forma de comer, por isso é indicada a papinha de desmame, um alimento semissólido que serve como transição do alimento úmido para o seco”, pontua o médico veterinário da Max.

 

Substituindo o leite materno

Se o pet provém de grandes ninhadas, está em recuperação ou perdeu a mãe, pode precisar substituir o leite materno.  “O ideal é que, quando há necessidade, o leite da mãe seja substituído por outro com concentrações similares ao da cadela”, afirma Marcello. De acordo com a veterinário, oferecer leite de vaca para cães pode causar diarreia: “Cães têm dificuldade para digerir lactose, oferecer leite comum pode causar bastante mal-estar a eles”.

 

INDICAÇÃO DE PRODUTOS

 

MAX MILK - SUBSTITUTO DO LEITE MATERNO

  • Rico em proteínas e gorduras para satisfazer as necessidades energéticas nessa importante fase;
  • Com probiótico para uma melhor saúde intestinal dos filhotes;
  • Ótimo nível de cálcio e fósforo para um desenvolvimento ósseo;
  • Sem lactose par auxiliar na redução do risco de diarreias;
  • Substitui o leite materno;
  • Rico em vitaminas A, D, E, minerais quelatados, antioxidantes naturais.

 

MAX PAPINHA DESMAME

  • Perfeito equilíbrio de cálcio e fósforo muito importante para o desenvolvimento dos ossos;
  • Excelente palatabilidade fácil aceitação dos filhotes;
  • Com probióticos para melhor saúde intestinal dos filhotes;
  • Enriquecido com vitaminas A, D e E;
  • Faz a transição do leite para o alimento seco;
  • Preparo instantâneo.

 

Onde achar: http://ondeencontrarmax.totalalimentos.com.br/ondeencontrar/max.php