Como cuidar do seu pet na primavera

 divulgação

 


Mudanças de estação requerem maior cuidado com os cães e gatos


O inverno mal se despediu este ano. O calor chegou antecipando a primavera e deixando o clima seco e mais quente que o normal nesse período, mudanças que afetam a saúde das pessoas e também dos animais.


Para cuidar melhor do seu cão ou gato nessa primavera, confira as dicas da médica veterinária do HiperZoo, mega store pet de Curitiba, Jaqueline Silveira, e da farmacêutica Sandra Schuster da docg., primeira empresa de vendas diretas de produtos para pets.

 

1 - Pele e pelagem

Mudanças de estação significam troca da pelagem. Quedas de pelos em maior quantidade são normais, desde que não apresentem falhas ou sinais mais graves. “Com a troca de pelos a pele fica mais sensível podendo desencadear, com maior facilidade, eritemas (vermelhidão), pústulas (infecção bacteriana secundária), prurido (coceira) ou outros sinais dermatológicos mais graves. Nesses casos deve-se consultar um médico veterinário imediatamente”, indica a veterinária Jaqueline.


Outra dica importante é realizar a escovação adequada. A indicação é escovar os cães e gatos no mínimo 3 vezes por semana, principalmente os animais de pelos longos. Assim, evita-se que os pelos embolem e retira-se o excesso de resíduos da pelagem. Segundo a veterinária, existem escovas adequadas ao tipo e comprimento dos pelos e também aquelas que prometem retirar os sub pelos mortos, evitando assim que a pelagem embole e fazendo com a pele respire melhor.


Essa época do ano também pode ajudar a ressecar a pele e deixar os pelos dos pets mais opacos. Nesses casos pode-se fazer o uso de suplementos e produtos tópicos, além de aumentar a frequência de hidratações no banho. Para recuperar a hidratação dos pelos, os pets ganharam recentemente produtos semelhantes aos dos humanos, como leave-in e ampolas. “Desenvolvemos produtos que trazem resultados rápidos e são práticos de utilizar”, comenta a farmacêutica Sandra Schuster. O leave-in é composto por vitamina E, queratina e D-pantenol, que promovem a hidratação e restauração dos pelos. E a ampola fortalece, dá brilho e restaura as pontas duplas. 


 

2 - Banho e tosa

As tosas também ajudam a refrescar os pets, mas deve-se atentar ao que é indicado para cada raça e cuidar para não deixar a pele do animal muito exposta, afinal a principal função dos pelos é justamente proteger a pele contra as agressões do clima e da exposição solar. Uma dica, segundo Jaqueline, é caprichar na tosa higiênica e estendê-la até o peito do animal. Dessa forma ele consegue se refrescar, principalmente quando se acomoda em superfícies mais frias.


Já para o banho, a dica é investir em produtos específicos para o tipo de pelo do animal. “Deve-se pensar no banho não apenas com o objetivo de limpeza, mas também de proporcionar hidratação, cuidado e prevenção de acordo com a pelagem do animal”, recomenda Sandra. “Cães com oleosidade excessiva ou pele com muitas dobras, por exemplo, requerem produtos específicos para evitar doenças dermatológicas futuras e prolongar os benefícios do banho. Assim como nós utilizamos produtos de acordo com nossas características, os pets merecem esse mesmo cuidado”, complementa.


 

3 - Proteção solar

Algumas raças são mais sensíveis à exposição solar, como as de pelos curtos e pele branca. Os locais mais afetados são focinhos e orelhas, mas alguns pets são tão sensíveis que devem utilizar protetor na barriga e regiões com pouco pelo e, ainda, evitar o sol nos períodos mais intensos, para não correrem o risco de desenvolver lesões de queimadura solar e até mesmo melanoma (câncer de pele). Nesses casos, recomenda-se o uso do protetor solar veterinário, encontrado comercialmente pronto, com FPS 15 e 30, ou manipulado conforme prescrição.


 

4 - Ectoparasitas

Os ovos dos ectoparasitas (pulgas, carrapatos, piolhos, moscas e mosquitos) eclodem nas épocas do ano mais quentes, fazendo com que as larvas precisem se alimentar para seu desenvolvimento e reprodução. Para proteger os pets devemos utilizar antipulgas e carrapaticidas durante o ano todo, mas o cuidado deve ser redobrado nos períodos de maior calor, afinal além do incômodo com coceiras, os ectoparasitas transmitem doenças e podem causar alergias como a dermatite alérgica à picada de pulga (DAPP).


“Há uma grande diversidade de produtos no mercado veterinário, que variam conforme princípio ativo, forma de aplicação, tempo de duração e preço”, informa Jaqueline. Também é importante utilizar produtos de limpeza específicos para a casa e locais preferidos dos pets, como caminha, sofá, tapetes e poltronas.


 

5 - Doenças e vacinação

A combinação calor e chuva, comum na primavera, contribui para a proliferação de doenças como a Leptospirose, uma doença bacteriana transmitida para os cães de forma direta, através do contato com o vetor - o rato e sua urina contaminada - e de forma indireta, através de tecidos, alimentos e água contaminados. Essa bactéria penetra a pele, em mucosas ou lesões, ou ainda pode ser inalada. É uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida para os humanos, e os cães podem ser transmissores mesmo não apresentando sinais clínicos.


A principal forma de prevenção se faz com a vacinação anual, ou semestral em locais de maior incidência e presença de ratos. As vacinas múltiplas para cães, como óctupla e déctupla apresentam proteção contra alguns sorovares (tipos) de leptospiras presentes no Brasil. Além disso é muito importante a higienização dos quintais e locais onde ficam os pets. “O principal cuidado é não deixar ração ou alimentos disponíveis nos canis e quintais, pois é essa a principal forma de contato do cão com o rato ou sua urina. Os ratos são atraídos pelo alimento e costumam urinar no local”, alerta Jaqueline. “O ideal é fornecer o alimento em horários específicos e retirar os pratos, mesmo que o pet não tenha ingerido tudo. Inclusive, a exposição da ração ao sol faz com essa fermente e, a posterior ingestão, pode causar problemas gástricos ao cão”, complementa.


Já a espécie felina é considerada resistente à infecção pois, mesmo quando entram em contato com a bactéria, não desenvolvem a doença. São raros os relatos de gatos positivos a Leptospirose, por isso não é necessária a imunização desses animais contra as leptospiras.


 

6 - Passeios

Segundo a veterinária, deve-se evitar passear com os pets nos horários mais quentes do dia, das 10h às 16h, pois dessa forma reduz-se os riscos de queimaduras nos coxins (almofadinhas das patas), desidratação, queimaduras solares na pele, dificuldades respiratórias e de troca de calor. Cães e gatos não possuem glândulas sudoríparas, fazem a troca de calor apenas via coxins, focinho e língua, por isso sofrem muito mais com os efeitos das altas temperaturas que os humanos. As raças braquicefálicas (com focinhos achatados), como Pug, Shih Tzu, Pequinês, Buldogue Francês, Buldogue Inglês, Boston Terrier, Boxer, Dogue de Bordeaux e Persa, precisam de um cuidado ainda maior, pois a troca de calor é ainda mais dificultada pela sua anatomia.


Durante as caminhadas é indicado, além do uso do protetor solar, a utilização de sapatinhos e, até mesmo, bonés. Além disso, é necessário o uso de hidratantes veterinários específicos após o passeio, principalmente nas áreas dos coxins e focinho. “Essa também foi uma preocupação da docg. ao desenvolver sua linha de produtos”, esclarece a farmacêutica Sandra Schuster. “Criamos um creme para patas com D-pantenol e glicerídeos de soja que está fazendo sucesso”, revela.


Com essas dicas seu pet estará pronto para enfrentar a primavera e se preparar para o verão.

 

 


docg.

www.docg.com.br / www.docgstore.com.br 

 

HiperZoo

www.hiperzoo.com.br

 


 

 



 

 

 

 

Outubro Rosa Pet: aprenda a fazer o "autoexame" em cães e gatos

 

Câncer de mama atinge cerca de 30% das gatas e 45% das cadelas, de acordo com o Conselho Federal de Medicina Veterinária

 

Veterinárias explicam como identificar possíveis nódulos nas mamas do seu animal

 

O câncer de mama é um dos tumores mais diagnosticados nas cadelas e gatas, principalmente idosas. De acordo com as veterinárias Júlia Leite e Mariana Ricci, da Petland Paraíso - a principal prevenção é a castração antes do primeiro cio. "Esse tipo de tumor tem alta dependência dos hormônios produzidos pelo útero e ovários, diante disso, se o pet for castrado antes do primeiro cio, as chances de desenvolver tumores é de quase 0,5%".


Como fazer o "autoexame"?

O ideal é que os tutores avaliem as mamas do seu animal periodicamente. "Uma dica é aproveitar a hora do carinho na barriga para avaliar as mamas – as cadelas têm cinco pares e as gatas, quatro pares - apalpando-as uma por uma e entre elas. Se o tutor notar nódulos, diferença de tamanho entre as mamas, aumento de volume ou algum tipo de secreção, deve levar o pet ao médico veterinário para a confirmação do diagnóstico, que é feito por meio de exames clínicos e laboratoriais", explica Dra. Júlia.â?


Quais são os exames laboratoriais?

Para confirmação do tumor, o exame laboratorial mais comum é a citologia aspirativa. A citologia é feita através de uma punção do nódulo com uma agulha bem pequena, não sendo necessário sedar o animal. Se confirmado o câncer de mama, o próximo passo é avaliar os pulmões. Segundo a Dra. Mariana, "os médicos veterinários sempre solicitam uma radiografia torácica para avaliar os pulmões, uma vez que os tumores mamários podem causar metástase para este órgão."


Como é feito o tratamento?

Uma vez diagnosticado, e não havendo metástase pulmonar, o tratamento é cirúrgico. É realizada uma mastectomia na mama atingida. Se o diagnóstico for precoce, as chances de cura com a cirurgia são maiores, muitas vezes não necessitando de tratamento quimioterápico.â?


Viu alguma anormalidade?

Procure o veterinário mais próximo, que é o único profissional habilitado para diagnosticar o tumor. Se não tiver certeza quem procurar, a internet é uma grande aliada. Para encontrar veterinários de forma rápida e segura, o tutor pode usar a plataforma Pet Booking (www.petbooking.com.br) – que reúne veterinários e prestadores de serviço para Pets. As veterinárias Julia Leite e Mariana Ricci, da Petland, podem ser encontradas no marketplaces.

 

 


 



 

 

O Que Fazer Após Uma Picada de Abelha


Para a maioria de nós, uma picada de abelha é apenas um incômodo. Podemos experimentar uma dor aguda, algum inchaço, comichão e vermelhidão no local da picada, mas nada sério. No entanto, se você é alérgico a picadas de abelhas, ou se for picado muitas vezes, abelhas podem se tornar problemáticas. Elas podem até virar uma ameaça.

Quando uma abelha pica uma pessoa, seu ferrão é deixado na pele, o que acabando matando a abelha. As abis são o único tipo de abelha que morre após picar o indivíduo. Vespas e outros tipos não perdem seus ferrões, o que significa que podem picá-lo mais de uma vez.

Se uma abelha pica você, ela deixa para trás uma toxina venenosa que pode causar dor e outros sintomas. Alguns são alérgicos a essa toxina.

 Reações alérgicas graves podem causar:

• Urticária
• Comichão grave
• Inchaço da língua e da garganta
• Dificuldade ao respirar
• Pulso rápido
• Diarreia
• Náusea e vômito
• Tonturas
• Perda de consciência
Se você for picado por uma abelha e experimentar qualquer uma das reações graves acima, obtenha ajuda médica de emergência imediatamente. Você pode estar sofrendo choque anafilático, que é uma condição potencialmente fatal.

 

Remédios caseiros para picadas de abelhas

A menos que você seja alérgico a picadas de abelhas ou esteja com sinais de uma reação alérgica grave, você pode tratar a maioria das picadas em casa. Se uma abelha te picar, retire o ferrão imediatamente - isso ajuda a reduzir a quantidade de toxinas liberadas em sua pele. Lave o local da picada com água e sabão e coloque gelo para reduzir o inchaço e a absorção de veneno.

A maioria dos tratamentos caseiros para picadas de abelhas não foram comprovados por pesquisas científicas, mas foram passados de geração em geração. Os seguintes remédios caseiros podem ajudar a aliviar os sintomas de picada de abelha:


Mel

 

O mel pode ajudar com a dor, coceira e a cura. Para tratar uma picada de abelha com mel, aplique uma pequena quantidade na área afetada. Cubra com um curativo adesivo e deixe por até 4 horas.


Bicarbonato de sódio

Uma pasta feita de bicarbonato de sódio e água pode neutralizar o veneno de abelhas para reduzir dor, inchaço e coceira. Aplique uma camada grossa de pasta de bicarbonato de sódio na área afetada e cubra com um curativo. Deixe-o por cerca de 15 minutos e volte a aplicar conforme necessário.


Vinagre de cidra de maçã

O vinagre também pode ajudar a neutralizar o veneno de abelha. Mergulhe o local de picada em uma bacia de vinagre de cidra de maçã por cerca de 15 minutos. Você também pode molhar um curativo no vinagre e depois aplicá-lo à picada.


Pasta de dentes

Algumas pessoas sugerem que pastas alcalinas podem ajudar a neutralizar o veneno de abelhas. Simplesmente coloque um pouco de pasta de dente na área afetada.

 


Plantas e óleos

 

Babosa (Aloe Vera): Pode ajudar a aliviar a dor. Se você tem uma planta de babosa em casa, pegue uma folha e extraia o gel diretamente na área afetada.


Óleo essencial de lavanda: Tem habilidades anti-inflamatórias e pode ajudar a reduzir o inchaço. Basta diluir o óleo essencial com um óleo transportador, como o óleo de coco ou de azeite. Em seguida, coloque algumas gotas desta mistura no local da picada.


Óleo de árvore do chá: Este é um antisséptico natural e pode ajudar a aliviar a dor de abelha. Misture com um óleo transportador e aplique diretamente no local da picada.


Diminuindo o risco de ser picado

Se você sabe que vai passar algum tempo ao ar livre, siga estas etapas para reduzir o risco de ser picado por uma abelha:


• Não ande com os pés descalços.
• Evite ficar perto de colmeias.
• Cubra seus alimentos.
• Não use cores brilhantes com estampas floridas.
• Não beba refrigerante direto da lata aberta.

 


Fonte: healthline

www.tudoporemail.com.br
Imagens: depositphotos

 

 





 


Raiva: prevenção, causa e sintomas


 

A vacinação anual de cães e gatos é fundamental para o combate à raiva, zoonose que pode ser transmitida dos animais de companhia para os seres humanos pela saliva

 

 

 

Entre todas as zoonoses transmitidas pelos cães e gatos para os humanos, a raiva é certamente uma das mais temidas. Isso porque depois de transmitida ela pode ser incurável, considerando que não existe medicamento com eficácia comprovada para tratamento dessa doença. “É por isso que a Boehringer Ingelheim Saúde Animal ressalta que a vacinação dos pets é indispensável para a prevenção da raiva. Esta é a única e eficaz forma de prevenção”, enfatiza Karin Botteon, médica veterinária e coordenadora técnica da Boehringer Ingelheim Saúde Animal, uma das líderes mundiais em saúde animal.

 

 

 

Dados da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) no Mapa da Raiva no Brasil (arquivo disponível no Portal da Saúde. Clique aqui para acessá-lo) confirmam a ocorrência de raiva, neste ano, nas regiões Nordeste e no Centro-Oeste. “A raiva poderia ter sido erradicada no Brasil, mas animais e pessoas infectadas ainda representam uma dura realidade. Felizmente, devido à vacinação de cães e gatos, o número de casos diminuiu muito. Mas precisamos levá-lo a zero”, ressalta Karin.

 

 

 

Abaixo as principais informações sobre a raiva e seus efeitos:

 

 

 

Quais são as causas da raiva?

 

Animais selvagens, como morcegos e gambás, quando contaminados, transmitem a doença para cães e gatos por meio de mordidas ou contato sanguíneo. 

 

 

 

Quais são os sintomas nos animais?

 

A doença atinge o sistema nervoso central dos animais. A primeira mudança ocorre no comportamento. “O pet fica agitado, agressivo, anda sem rumo aparente e deixa de atender aos chamados do tutor”, explica Karin. “Também passa a salivar em excesso, deixa de comer e beber e pode sofrer de paralisia nos membros”.

 

 

 

Como a raiva é transmitida aos seres humanos?

 

Pela saliva. O animal agitado e agressivo pode morder e contaminar os seus próprios tutores. Em caso de qualquer suspeita, o animal deve ser isolado e mantido em observação, até que se tenha um diagnóstico.

 

 

 

O que fazer em caso de mordida de cão com suspeita de raiva?

 

O tutor deve lavar o local afetado com água e sabão. É uma forma de tentar impedir que os vírus contidos na saliva do animal infectado se espalhem. Em seguida deve procurar atendimento médico o mais rápido possível. Já o pet deve ser levado a um médico veterinário de confiança.

 

 

 

Quais são os sintomas nos humanos?

 

Febre, tontura, dor de cabeça, mal estar, formigamento, pontadas ou sensação de queimação no local da mordida. Depois de avançada, a raiva acometerá o sistema nervoso central, provocando dificuldade para deglutir, desidratação, paralisia e convulsão, evoluindo para coma e morte.

 

 

 

A partir de quando é possível vacinar o pet?

 

A partir do terceiro mês de vida. Depois, a vacinação deve ser realizada anualmente. “Esta é a maneira mais eficaz para proteger o pet e, consequentemente, reduzir ainda mais o número de casos de infecções no país”.

 

 

 

Raiva no mundo

 

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), mundialmente são registrados 55 mil casos em humanos todos os anos, a maioria na Ásia e África.

 

 

 

Vacinação contra a raiva

 

A Boehringer Ingelheim Saúde Animal orienta o uso da vacina Rabisin-i®, indicada pela máxima potência contra a raiva e por não oferecer risco de reversão (causar doença), bastando uma única dose para proteção durante um ano inteiro. Procure sempre seu médico veterinário para a vacinação de seu animal. 

 

 

 
 

Boehringer Ingelheim

 

www.boehringer-ingelheim.com.brou

 

 

 



 

 

 

Hora do banho

Até na estação mais quente do ano, alguns cuidados precisam ser tomados durante o banho de cães e gatos. O médico veterinário da Max Cat e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado dá algumas dicas, confira:

 

  1. Banho.   O ideal é que no verão os animais sejam banhados de 15 em 15 dias - mesmo que seja refrescante, o excesso de banho retira a proteção natural da pele do animal, expondo-o mais facilmente a alergias, fungos e doenças dermatológicas. Atenção também para não molhar os ouvidos do pet, coloque algodões para evitar umidade.
  2. Temperatura da água. Nada de banhos frios, mesmo em dias quentes, a temperatura da água deve ser morna para fria. Realize o banho num lugar sem vento e, de preferência, num dia de sol.
  3. Raças peludas.  Cães e gatos com pelos longos podem tomar banho uma vez por semana no verão e precisam ser secos cuidadosamente.
  4. Escovação dos pelos.  Escove o pet regularmente, isso ajuda muito na saúde da pele, pois remove as células mortas e mantém a pelagem sempre bonita.
  5. Secar. Para secar o pet, use uma toalha felpuda; no caso de animais peludos, utilize um secador, mas deixe o aparelho distante da pele do animal para evitar queimaduras.  Cuide das dobrinhas: em cães como o Sharpei, passe um óleo específico para evitar umidade entre as rugas. Os ouvidos também precisam de atenção, durante o banho coloque um pouco de algodão no ouvido do animal para ajudar a não entrar água.
  1. Banho.   O ideal é que no verão os animais sejam banhados de 15 em 15 dias - mesmo que seja refrescante, o excesso de banho retira a proteção natural da pele do animal, expondo-o mais facilmente a alergias, fungos e doenças dermatológicas. Atenção também para não molhar os ouvidos do pet, coloque algodões para evitar umidade. 
  2. Temperatura da água. Nada de banhos frios, mesmo em dias quentes, a temperatura da água deve ser morna para fria. Realize o banho num lugar sem vento e, de preferência, num dia de sol.
  3. Raças peludas.  Cães e gatos com pelos longos podem tomar banho uma vez por semana no verão e precisam ser secos cuidadosamente.
  4. Escovação dos pelos.  Escove o pet regularmente, isso ajuda muito na saúde da pele, pois remove as células mortas e mantém a pelagem sempre bonita.
  5. Secar. Para secar o pet, use uma toalha felpuda; no caso de animais peludos, utilize um secador, mas deixe o aparelho distante da pele do animal para evitar queimaduras.  Cuide das dobrinhas: em cães como o Sharpei, passe um óleo específico para evitar umidade entre as rugas. Os ouvidos também precisam de atenção, durante o banho coloque um pouco de algodão no ouvido do animal para ajudar a não entrar água.

 

 

 



 

 

 

 Saúde bucal dos animais domésticos requer cuidados


 

Gengivite e perda dentária em cães são os principais problemas ocasionados pela falta de escovação


 

Assim como os seres humanos, a saúde do animal também começa pela boca. A falta de escovação pode ser porta de entrada de bactérias responsáveis pela propagação de doenças como inflamação na gengiva e até cardíacas, que podem evoluir para óbito. "Por isso investir na prevenção, com a escovação diária, após as refeições deve ser prioridade. O aumento da longevidade dos cães e gatos tem elevado também infecções causadas a partir da boca" alerta o médico veterinário do Hospital Veterinário da Anhanguera, Felipe Truisi.

 

Mas nem sempre é uma tarefa simples. "No início é importante acostumar o animal a se familiarizar com a escovação, para que seja um processo prazeroso. Inicialmente a limpeza deve ser feita com um pedaço de algodão enrolado no dedo, realizando movimentos sutis e sempre recompensando o animal para cada comportamento positivo. Caso ele rosne ou tente morder, pare com o processo e dê um determinado tempo até que se acalme. Quando o animal demonstrar bom comportamento, não deixe de fazer afagos, carinhos e dar recompensas, como petiscos. Após se acostumar com o algodão, deve então passar para a dedeira de silicone e adicionar uma pasta dentária própria para cães e gatos", recomenda Felipe.

 

Segundo o médico veterinário, a escova dental ideal é a que tem as cerdas nos dois lados: uma parte para escovar os dentes da frente (incisivos, caninos e alguns pré-molares), e o outro lado, para escovar os dentes da parte posterior, ou de trás (alguns pré-molares, molares). "No mercado existem diversas escovas para os animais, assim como os enxaguantes bucais para cães, que são despejados no pote de água do animal. Além disso, há diversos utensílios que ajudam na limpeza dos dentes tais como, ossinhos e brinquedos, entretanto, não há nada mais importante ou até mesmo que substitua a própria escovação dentária", reforça o médico veterinário.

 

 


 

Prevenção

 


Além de realizar a escovação diária, o tutor também deve estar atento a alguns sinais que os animais podem apresentar quando estão com problemas dentários. "O primeiro sinal é mau hálito, outro sinal importante é falta ou queda no apetite, alguns animais ainda podem ter em casos mais severos sangramentos e até mesmo chegar a úlceras bucais", alerta.

 

Segundo ele, os problemas odontológicos mais comuns em pequenos animais, é a doença periodontal, que pode levar posteriormente há perda dos dentes. "Há também as fraturas dentárias, sendo mais comum em animais de porte grande, como labrador, golden retrivier e pastor alemão, levando a uma exposição da polpa dentária, na qual deverá passar por procedimento para recuperar esse canal. Há também, porém com uma menor incidência tumores na cavidade oral. Já nos felinos, nós também diagnosticamos a doença periodontal, porém os felinos também possuem suas enfermidades características como lesões por reabsorção óssea, úlceras na boca, e graves gengivites", comenta.


 

 

 Hospital Veterinário da Anhanguera
Av. Dr. Rudge Ramos, 1.701 – Rudge Ramos – SBC
Informações: (11) 4362.9064 | hvetabc@gmail.com

 

 




 

 
 

 

COMO DIAGNOSTICAR E CURAR A DEPRESSÃO EM PETS

 

 

 

Além dos humanos, doença psicológica também pode atingir animais
de várias espécies e raças

 

 

 

A depressão é um distúrbio mental comum entre as pessoas, mas que pode se manifestar, por diversos fatores, também em animais, como cães e gatos. Com o objetivo de alertar sobre os sintomas que levam ao diagnóstico precoce e às formas de melhorar a saúde dos PETs, especialista da DrogaVET, líder em manipulação veterinária no Brasil, orienta tutores a identificar as mudanças comportamentais atreladas à patologia.

“A principal causa da depressão em PETs, principalmente em cães, é a constante ausência do tutor. Com o cotidiano corrido é normal que os donos tenham de ficar muito tempo fora de casa, deixando o animal sozinho por longos períodos diários. A chegada de outro animal e o nascimento de bebês são outros motivos que também podem gerar ansiedade, insegurança e tédio nos PETs, além de fatores que venham a modificar a rotina e o relacionamento entre o animal e dono, tais como: mudanças de hábitos, horários, novo integrante na família ou na casa, acarretando, consequentemente no quadro depressivo”, explica a médica veterinária da DrogaVET Bauru, Ana Carla Bruscki.
 
Segundo a especialista, animais depressivos demonstram apatia, falta de apetite e ânimo para brincar e interagir. Dessa forma, os donos devem estar atentos as mudanças de hábitos dos PETs e a atitudes compulsivas como: lamber e morder as próprias patas de maneira excessiva. Além disso, esses comportamentos podem causar ainda outros problemas de saúde: dermatites e perda de peso. Há ainda raças de cães que estão mais suscetíveis à depressão, como, por exemplo, Poodle, Yorkshire e Pinscher por terem um grau de dependência humana maior, requerendo atenção redobrada dos donos.

Para evitar que os animais entrem em depressão é importante levá-los para passear e estimular a prática de exercício físico uma vez ao dia e acostumá-los à rotina de trabalho e horários do tutor, assim o PET perceberá que há ausência, mas que a mesma será recompensada com a chegada do dono. “Com a chegada de outro animal ou bebê, os tutores devem ter cuidado para que o animal mais velho não se sinta abandonado. Uma das maneiras para que o PET não se sinta excluído é inseri-lo na nova rotina e configuração familiar”, pontua a Ana Carla.

O tratamento mais indicado para casos de depressão diagnosticada é manter o cão ativo com brincadeiras, passeios ao ar livre e até adestramento. No caso dos felinos, dispor de lugares onde possam escalar ou se esconder é o mais indicado, que podem apresentar comportamento agressivo somados a miados altos e frequentes quando estão depressivos.

“No mercado veterinário já existem florais para PETs, destinados ao combate de problemas psicológicos como a depressão. A consulta com o veterinário, entretanto, é indispensável para que ele possa prescrever a melhor posologia de acordo com o quadro clínico do paciente animal”, argumenta Ana. Nos laboratórios da DrogaVET esses medicamentos naturais são manipulados de acordo com as especificidades de cada caso e podem ser feitos no sabor preferido do PET. “Os florais podem ser administrados em qualquer estágio da doença, idade ou mesmo concomitante a outro medicamento. Além disso, são menos agressivos, pois não causam efeitos colaterais e é um medicamento de baixo custo para o dono”, informa a especialista, lembrando que o ideal é estar sempre atento às mudanças comportamentais dos PETs, garantindo um diagnóstico precoce e, consequentemente, melhoria na qualidade de vida e saúde dos seus melhores amigos.

 

 
 

 

 

 

Bayer lança “licença Peternidade” para apoiar colaboradores que adotam animais de estimação

 

  • Desde 2014, a empresa criou o Dia do Bem-estar Animal para engajar os colaboradores em ações que valorizam o cuidado e a atenção com os animais

 

  • A novidade deste ano é a licença Peternidade, oferecida a quem adotar um animalzinho de estimação durante campanha realizada na empresa, em parceria com a Petz

 

 

Na semana em que se comemora o Dia Internacional dos Animais, 4 de outubro, a Bayer, por meio de sua unidade de Saúde Animal, promoverá uma campanha de adoção e conscientização sobre a importância dos cuidados com os animais. A iniciativa, que será realizada em parceria com a rede de pet shops Petz, integra o calendário de atividades do Dia do Bem-estar Animal, data criada pela empresa em 2014 para reforçar o amor e respeito a todos os animais: sejam de companhia ou de fazenda.


Com a campanha, nove cachorros e três gatos da ONG Projeto Cel (parceira do projeto Adote Petz) que visitarão o site Socorro da companhia, em São Paulo, poderão ter um novo lar. Os colaboradores que adotarem um mascote, em ação realizada no dia 5 de outubro, quinta-feira, das 10h às 15h, ganharão direito à Licença Peternidade. Com o benefício, os colaboradores adotantes terão o dia seguinte a ação de folga e, por ser uma sexta-feira, serão ao todo três dias para que os donos possam se dedicar totalmente à adaptação com o novo pet.


“Reforçar o conceito de tratar bem os animais integra a estratégia da Bayer e entendemos que atitudes simples podem contribuir positivamente para a vida de todos os animais, que merecem amor e respeito. Tratar bem envolve qualquer cuidado que demonstre preocupação e atenção, por isso além da adoção, queremos promover a posse responsável que começa desde o primeiro dia em que o animal chega na família. Nesse sentido, informação e a presença do tutor são fundamentais para o animal se sentir seguro e protegido e ter uma boa adaptação no novo lar”, ressalta Ana Lúcia Senatore Rivera, Gerente de Negócios da unidade de Animais de Companhia da Bayer.


Além da licença Peternidade, todos os animais disponíveis para adoção estarão castrados, vacinados e vermifugados, e ainda receberão um kit completo para seus primeiros meses no novo lar: produtos Bayer para a saúde e bem-estar do pet, incluindo a coleira Seresto®, que age contra pulgas, carrapatos e reduz o risco de doenças transmitidas por vetores, inclusive a Leishmaniose; voucher para a primeira consulta clínica com um médico veterinário e banho nas lojas autorizadas da rede Petz, além de brinquedos e petiscos.


A iniciativa prevê ainda a conscientização sobre a posse responsável, com um bate-papo sobre o tema e a entrega de materiais impressos para os colaboradores adotantes, que também receberão a visita de um adestrador para indicar técnicas de obediência e orientações para a convivência na nova casa.


“A ONG Projeto Cel e o Adote Petz (projeto criado em 2007 e que já ajudou mais de 29 mil pets a encontrarem um novo lar) têm prazer em serem parceiros da Bayer nesta ação; já que ela reflete tudo o que a Petz acredita e defende”, comenta Giulliana Tessari, coordenadora do projeto Adote Petz.


Os colaboradores adotantes também ganharão algumas facilidades como receber uma caixa transporte para que possa levar seu novo pet para a residência em segurança e, aqueles que não dispuserem de transporte próprio, poderão realizar o trajeto em um táxi, sem custo aos mesmos.


“É fundamental apoiar o colaborador no estabelecimento desta nova rotina, em que chega ao lar um novo membro. Permitir que ele tenha tempo para se dedicar aos primeiros cuidados como planejar a alimentação, cuidar da saúde e tudo que envolve o bem-estar de seu novo amigo, garante que a adaptação seja tranquila para todos. E esse tempo com o animal será importante para ambos tanto na questão emocional do colaborador, que sabe que seu animal está bem adaptado a sua nova casa, quanto ao pet em si, que estará em segurança quando o dono retomar suas atividades profissionais”, conclui Elisabete Rello, head de Recursos Humanos da Bayer.


A fanpage da Bayer Pet no Facebook (https://www.facebook.com/BayerPet) também trará conteúdos educativos sobre o tema, ressaltando a importância da adoção, além de dicas para a saúde, alimentação e posse responsável. A página também vai estimular os fãs a postarem fotos de seus pets a partir da pergunta “O que é tratar bem para você?” e utilizando a hashtag #TratarBeméBom.

 

 

Bayer

http://www.tratarbem.com.br e www.bayer.com.

 

 




 

 

 

 

Zootecnista Renato Zanetti dá dicas sobre como lidar com as mordidas dos cães filhotes


Renato é especialista em comportamento animal e pioneiro em aplicar o conceito de enriquecimento ambiental para cães em grupos

 

Que os cães gostam de morder mesmo que por brincadeira não é segredo para a maioria das pessoas, mas o que poucos sabem é o real motivo dessas mordidas. É mais comum o filhote ter esse tipo de comportamento, além de ser um algo natural dos cães, as mordidas aliviam as sensações desagradáveis na gengiva, relacionada ao nascimento e trocas de dentes. Mas, muitas vezes a mordida é estimulada pelos próprios tutores principalmente em brincadeiras que se mede a força.


“É comum identificar comportamentos de mordidas em filhotes recém desmamados, mas neste período, os cães ainda estão com seus irmãos e sua mãe, muitas vezes, não perceptível aos futuros tutores. Na troca dos dentes de leite (em torno do 3º a 4º mês), as atividades de morder se intensificam, quando os dentinhos começam a nascer, causando certo desconforto na gengiva. Este comportamento não está relacionado a raça, pois faz parte do repertório natural dos cães”, afirma Renato Zanetti, zootecnista e especialista em comportamento animal da Dog Solution.


Apesar de engraçado, esse comportamento pode acarretar alguns problemas para os donos  e se tornar algo intolerável como destruição de objetos da casa, certas mordidas machucam a pele dos tutores, pois os dentes dos filhotes são fininhos e perfurantes, e o filhote pode aprender que morder é uma forma de atrair a atenção das pessoas.


Segundo o zootecnista Renato Zanetti, existem estratégias que podem coibir esse comportamento:


1) evitar que o cão tenha acesso a objetivos que não podem ser mordidos;


2) nunca estimular brincadeiras nas quais o cão tenha a opção de morder os tutores;


3) oferecer brinquedos específicos para esta situação.


Se o cão não tem acesso a objetos proibidos, se não consegue morder braço e mão das pessoas e tem objetos específicos para saciar sua necessidade de destruir coisas, o problema está resolvido.


Para iniciar o treino é necessário quatro passos:


1) impedir que o cão tenha acesso a objetos que não devam ser mordidos (chinelo, controle remoto, pé da cadeira, etc);


2) oferecer objetos que podem ser mordidos pelo cão (brinquedos próprios, ossinhos de nylon, etc);


3) educar o filhote para que ele saiba quais são os objetos permitidos para serem mordidos;


4) supervisionar as atividades do filhote, permitindo mais chance de acerto.


Para Renato, o enriquecimento ambiental ajuda nesse processo. “Tornar o ambiente mais rico é oferecer opções de escolha ao filhote. Se ele tem opção de explorar mais o ambiente (e isto pode ser até mesmo um apartamento pequeno), se há condições do filhote gastar seu tempo praticando atividades opostas à destruição (jogos cognitivos, forrageio, passeio, brincadeira com bolinha, por exemplo) e se há estímulos tanto físico, quanto mental, o cão terá menos oportunidades e interesse em morder objetos não permitidos ou a própria mão do tutor”, finaliza.

 

 

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