Oito dicas de segurança para evitar que seu pet seja roubado

 

Segundo dados do IBGE, os lares brasileiros contam com 74 milhões de animais de estimação, sendo 52 milhões de cães e 22 milhões de gatos. Aproveitando-se desses números, a criminalidade tem se voltado para os animais domésticos. Cães e gatos, principalmente, têm sido alvos de furtos, assaltos à mão armada e até mesmo crimes de extorsão.

 

A ADT, maior empresa de monitoramento de alarme do Brasil, elaborou algumas medidas que devem ser levadas em consideração para a segurança do seu bichano. Veja a seguir.

 

  1. Coloque grades ou telas de proteção nas janelas e varandas para evitar que seu pet vá para a rua. Não deixe seu animal doméstico sozinho na área frontal da residência, isso pode despertar interesse de bandidos;
  2. Tente não sair para passear com o pet durante a noite, madrugada ou início da manhã, quando as ruas estão vazias. Esses são os horários favoritos dos assaltantes;
  3. Coloque a coleira no bicho ainda dentro de casa; Se ele sair sem coleira, não o perca de vista;
  4. Ao sair para passear com o animal, opte por andar no sentido contrário do fluxo de veículos. Dessa forma, é mais fácil notar alguma atitude suspeita por bandidos; Se achar que há criminosos por perto, pegue o pet no colo e ande imediatamente para um ambiente seguro;
  5. Grave seu número residencial e de seu celular na coleira do animal. Na pior hipótese, isso poderá ajudar na localização do pet;
  6. Enquanto você faz compras, não deixe seu animal sozinho dentro do carro;
  7. Se seu pet for roubado, registre, imediatamente, um boletim de ocorrência na delegacia mais próxima. Divulgue fotos do bichinho em suas redes sociais e espalhe cartazes nas ruas da cidade. É importante não oferecer recompensa, pois o dono está sujeito a trotes ou pode se tornar vítima de falso sequestro;
  8. Soluções tecnológicas, como mini rastreador via satélite acoplado na coleira ou microchip inserido de forma subcutânea no dorso do animal, são opções para rastrear o animal.

 

 

ADT

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Pré-natal animal: cuidados necessários para garantir saúde durante a gestação

 

Exames de imagem e acompanhamento com médico veterinário são necessários para que tudo ocorra bem durante e após o parto

 

Animais também precisam de acompanhamento durante a gestação. O que parece ser luxo, na verdade é uma necessidade para garantir a saúde da mãe e dos filhotes e, principalmente para garantir que tudo corra bem durante e após o parto, período que dura, em cadelas, em torno de 58 a 63 dias.


“O exame mais precoce para detecção de prenhes é a ultrassonografia abdominal, que pode ser realizada a partir do 21º dia de gestação. Para avaliação da viabilidade fetal, recomenda-se repetição do exame em torno do 45º dia. O exame ultrassonográfico, em qualquer fase gestacional, é útil para determinação da idade gestacional aproximada e, portanto, estimativa da data provável do parto. Essa determinação é feita por meio de medidas fetais e aparecimento de alguns órgãos, como os rins e alças intestinais”, explica a médica veterinária do Hospital Veterinário da Anhanguera de São Paulo, Ana Paula Lopes de Moraes Oliveira.


Planejamento da gestação


Segundo a médica veterinária da Anhanguera, a partir do terceiro cio a cadela já estará apta a ficar prenha. “Não recomenda-se cruzar cadelas com idade avançada, a partir de 6 anos ou que tenham qualquer alteração em glândula mamária”, recomenda.



Sintomas


Durante a gestação, as cadelas apresentam sintomas como aumento de volume abdominal, aumento das mamas e cansaço.



Cuidados


De acordo com Ana Paula, a cadela deve seguir com a rotina mais próxima do normal possível, para que não haja interferência no momento do parto e ela se sinta segura e confortável. “A alimentação deve ser substituída por uma ração para filhotes ou super premium, a vermifugação da cadela e dos filhotes tem indicação de ser feita, sob orientação do medico veterinário. Deve se evitar que ela suba em lugares altos, como em cima da cama ou de sofás. Além disso, não é necessário suplementação de cálcio”, orienta.



Exames adicionais


Para contagem do número de fetos, recomenda-se o exame radiográfico abdominal, que pode ser realizado a partir do 45º dia. “Mas a recomendação é que seja feito mais perto da data do parto (em torno do 55º dia) para melhor avaliação do tamanho fetal”, diz.

O exame ultrassonográfico próximo a data do parto, pode verificar a presença de órgãos que são formados em fase final de gestação, como os rins e o movimento de alças intestinais. “Além disso, o número de batimentos cardíacos do feto é um importante dado para reconhecer um possível sofrimento fetal e então indicar que os filhotes devem nascer dentro das próximas horas”, comenta.



Parto


“A cadela, em torno de 24 horas do momento do parto, irá expelir uma secreção esverdeada pela vulva e também terá redução de sua temperatura corpórea em até um grau. Irá procurar um local que ela julgue seguro para iniciar o trabalho de parto, o hábito de fazer ninho", explica.

Para a médica veterinária, qualquer intervenção que deva ser realizada durante o parto, só pode ser feita por um médico veterinário. “Não é preciso tracionar o filhote e nem mexer na cadela enquanto ela está em trabalho de parto. Na maioria das vezes, a cadela não precisa de auxílio e é capaz de realizar tudo sozinha, porém em caso de necessidade de intervenção, recomenda-se solicitar acompanhamento de médico veterinário, ou então levá-la ao hospital veterinário”, orienta.



Pós-parto


Após o parto, a especialista recomenda ficar atento se todos os filhotes estão conseguindo mamar e se a cadela está se alimentando. “Evita-se mexer nos filhotes, e não se deve dar banho na cadela após o parto evitando assim que os filhotes percam o reconhecimento materno”, finaliza.

 

 


Anhanguera | Hospital Veterinário
Avenida Dr. Rudge Ramos, 1.701,
Informações e inscrições: :(11) 4362-9064 ou pelo e-mail hvetabc@gmail.com

 


 



 

 

 

Atividades físicas para pets: benefícios e como incentivar a prática
 

Além de combater a obesidade, a atividade física melhora o condicionamento cardiovascular e respiratório, fortalece ossos, articulações e músculos, e aumenta principalmente o bem-estar do animal.

Os exercícios também beneficiam animais estressados e/ou com problemas de comportamento, diminuindo os sintomas de transtornos comportamentais, como os hábitos de destruição de objetos e do ambiente. Ao gastarem sua energia nos exercícios, os pets se tornam mais calmos, menos ansiosos, e assim, melhores companheiros. A socialização do pet também é muito favorecida pela prática regular de exercícios.

De olho no bem-estar e na saúde dos pets, a Farmina Pet Foods, empresa de origem italiana especializada no desenvolvimento de soluções nutricionais que respeitam a natureza alimentar de cães e gatos, sugere dicas de como o dono pode incentivar a atividade física.

Cães e o passeio diário

Cães são animais que por natureza gostam de caminhar. Seus ancestrais, os lobos, são conhecidos por terem hábitos migratórios, andando por muitos quilômetros na busca de novas áreas de caça ou seguindo suas presas. Os cães domésticos herdaram essa disposição e gosto pela caminhada. Por isso, para a boa saúde física e emocional do cão e respeitando a natureza desse animal, é fundamental levá-lo para passear.

Gatos e a exploração do território

Os exercícios dos gatos são mais ‘solitários’ e menos interativos com os donos que os dos cães. Isso se deve a personalidade mais independente destes animais. Não é comum, por exemplo, conseguirmos levar um gato para passear.  Os gatos são caçadores e exploradores natos e têm o hábito de fazer rondas e passeios em seu território, fator importante para a manutenção de seu peso ideal e do seu bem-estar. Por isso, é importante incentivar esse hábito.

Sabe quando o gato sai correndo feito um doido pela casa, perseguindo um inseto, ou quando ele repentinamente ataca o seu pé? Pois é, isso é o instinto de caçador dele aparecendo dentro de casa, e não precisa ser coibido. Devemos estimular e participar destas atividades. Prover a sua casa de brinquedos e instalações que estimulem esses comportamentos de caça, de escalada, de se esconder e de arranhar é uma boa forma de incentivo.

Cuidados necessários

Com cães: quando os cães colocam a língua para fora e ficam muito ofegantes, eles estão te dando uma dica: ‘é hora de descansar’! Também vale ficar de olho no chão:  pisos muito abrasivos ou muito quentes vão machucar e ferir as patinhas dele. Prefira horários com a temperatura mais amena para os passeios e não se esqueça de levar água, um potinho para ofertá-la e os sacos plásticos para recolher as fezes.

Com gatos: a oferta de brinquedos e atividades de qualidade já possibilita que eles possam se exercitar. Cabe a nós estimulá-los e curtir essas ‘gatices’, que podem ser muito divertidas e relaxantes

 

 

 





 

 

“Aprenda a dizer não pelo bem do seu cão”, alerta especialista


Chocolate, leite e abacate são apenas alguns dos alimentos proibidos para os cães. A especialista da Hercosul Alimentos, Paula Genuíno, aborda o assunto e explica os riscos desses produtos para a saúde dos animais.


 

Os animais sabem como ganhar o dono com apenas um olhar, não é mesmo? Na hora da refeição, por exemplo, muitos cães acabam levando o pedaço da carne do almoço ou o chocolate do lanche da tarde.

 

Porém, a especialista em Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos da Hercosul Alimentos, Paula Genuíno, alerta para os riscos de certos alimentos para os animais e dá algumas dicas de como resistir ao olhar pedinte do pet nessas ocasiões.

 

“Sabemos que os bichos de estimação são como membros da família, sendo tratados como assim até na hora da comida. No entanto, oferecer alguns alimentos ao pet é perigoso e pode causar sérios problemas à saúde desses animais”, diz Paula.

 

A especialista explica que toda a estrutura biológica dos cães não se assemelha a dos humanos. Ou seja, muitos dos alimentos que o dono come são tóxicos para o seu bichinho. “Estamos falando de algo muito importante e que poucas pessoas sabem. 

 

O chocolate, por exemplo, é muito toxico para os cães”, conta.

 

Além de vômito e diarreia, os casos mais graves afetam o sistema neurológico do animal, podendo causar a morte do mesmo.

 

Confira alguns alimentos proibidos para os cães:

 

Chocolate

Como dito antes, o chocolate é prejudicial para os animais, pois possui em sua composição uma substância chamada teobromina, um estimulante bastante toxico para os cães. “Ainda que o doce seja oferecido em doses pequenas, ele pode causar problemas neurológicos, cardíacos e renais para o pet. O problema pode aparecer entre quatro e 24 horas após ingerir o alimento. Ao primeiro sinal de náusea, diarreia e tremores, em alguns casos até mesmo crises convulsivas, leve o animal ao veterinário”, indica.

 

Cebola

O estômago e o intestino dos cães não lidam bem com alguns vegetais, inclusive a ingestão desses pode causar sérios danos às células sanguíneas. A cebola possui substâncias que podem causar crises hemolíticas e os sinais clínicos que podem ser observados  envolvem  problemas respiratórios e icterícia intensa.  “Alguns sinais de envenenamento surgem dias depois e o tutor pode não ligar uma coisa a outra, mas é importante ficar atento e nunca oferecer cebola, não importando se está crua, cozida ou misturada a outros alimentos”, completa.

 

Abacate

Por ser uma fruta saudável para o ser humano, muitas pessoas acreditam que o abacate também faz bem para o pet. Porém, a substância Persina - encontrada principalmente nas folhas e semente do alimento, podem causar vômito, diarreia e deixar o animalzinho apático.

 

Leite e derivados

A maioria dos cães tem uma certa intolerância à lactose, embora pareça que não, pois eles adoram o leite. “O leite pode provocar em alguns cães dores abdominais, além de vômito e diarreia e a regra é a mesma para os derivados do leite: queijos, iogurtes e tudo o que tiver lactose pode causar problemas para o pet”, conclui a especialista.

 

Carnes cruas

Qualquer alimento cru, incluindo carnes, pode causar intoxicação, pois há grandes chances de estarem contaminadas com algum tipo de bactéria ou parasita. Além disso, existe sempre o perigo de filhotes se engasgarem com pedacinhos de ossos que podem causar , em casos mais graves, lesões e perfurações em órgãos.

 

O alimento ideal

A Dra. Paula explica que há algumas saídas para quem quer agradar o pet de vez em quando. “Frutas como maçã, banana, pera, caqui e goiaba podem ser oferecidas ao animal como um agrado, mas em poucas quantidades e sem que isso vire rotina. O mercado oferece uma série de snacks feitos para os animais e o ideal é oferecer esses itens como petisco”, aconselha.

 

Para manter seu pet saudável e bem disposto, uma alimentação balanceada é muito importante. “Escolha uma alimento industrializado de qualidade, feita com produtos frescos e naturais. A diferença desse tipo de alimentação para a comida feita em casa também é a quantidade exata de proteínas, vitaminas e minerais que os animais precisam”, revela.

 

O pet precisa se desenvolver para que a manutenção da saúde seja positiva. “A dica é simples e funciona: não substitua as refeições do seu cão com petiscos ou qualquer outro alimento”, completa.

 

Tudo bem se o cãozinho for parte família, mas não esqueça que ele tem necessidades diferentes e precisa de cuidados especiais para crescer forte e cheio de vitalidade. “Muito amor, diversão e brincadeiras fazem um animal feliz. E uma alimentação balanceada e adequada é que farão dele um animal saudável”, conclui Paula.

 

Jéssica Gonçalves

 


 



 

 

18 alimentos saudáveis que vão fortalecer a imunidade do seu cachorro


Quem disse que cachorro só pode comer ração?

Lógico que há alimentos que não devem ser oferecidos a nenhum animal de estimação, como o chocolate.

 

Mas nem todos são proibidos.

 

Quer ver?

 

Trouxemos uma lista de alimentos saudáveis que podem ajudar a variar o cardápio do "melhor amigo do homem":

 

1. Atum, sardinha e salmão (selvagem, do mar)

 

Peixe é extremamente benéfico, pois é rico em ômega 3.

 

Esse ácido graxo é ótimo para a pelagem do seu cão, pois a deixa mais brilhante e saudável.
 
Além disso,  o peixe  tem muitas proteínas e vitaminas.

 

Ou seja, quando o animal é alimentado com atum, sardinha ou salmão (selvagem, do mar), tem o sistema imunológico fortalecido.

 

2. Carne magra

 

A carne magra é altamente benéfica, pois tem muitos aminoácidos e vitaminas do complexo B.

 

O que isso significa?

 

Que seu cão terá bastante energia durante o dia - só não se esqueça de garantir a qualidade da carne.

 

3.Fígado

 

Ele tem uma função bem semelhante à da carne branca.

 

O fígado é conhecido como uma grande fonte de vitaminas B, A e K, além de conter ferro.

 

Você pode comprá-lo fresco em supermercados e cozinhar ou assar em casa.

 

Observação: Não exagere na quantidade de fígado que oferece ao seu cachorro, pois esse alimento, em grande quantidade, é tóxico.

 

Não dê mais do que 1 grama de fígado fresco por quilo de peso corporal do seu animal – e o consumo pode ser diário.

 

4. Aveia

 

Ela é rica em fibras, o que é essencial para o seu cão (principalmente se ele já for velho), pois tende a sofrer com problemas de irregularidade intestinal.

 

Cozinhe a aveia antes de servir.

 

5. Batata-doce

 

Ela é uma grande fonte de vitamina B6, C, betacaroteno e manganês.

 

No entanto, precisa ser consumida pelo seu cão depois de cozida no vapor.


 


 

6. Ovo

 

É excelente para a dieta dos cachorros, é um verdadeiro suporte de proteínas.

 

7. Salsa

 

É uma boa fonte de betacaroteno, potássio e cálcio.

 

Além  disso, combate o mau hálito dos peludinhos - basta adicionar algumas colheres de sopa de salsa picada na comida.

 

8. Pera

 

Pode deixar seu cão comer peras, mas remova as sementes, pois são tóxicas para eles.

 

9. Queijos e requeijão

 

O queijo é rico em gordura

 

Por isso escolha os que têm baixo teor de gordura.

 

Queijo cottage é uma ótima escolha – é rico em cálcio e proteína.

 

No entanto, certifique-se que o seu peludo não é intolerante à lactose antes de adicionar esse lanche à dieta dele.

 

10. Iogurte grego

 

Assim como o queijo, o iogurte grego é rico em cálcio e proteína.

 

Iogurtes com bactérias do bem são bons para o sistema digestivo do seu cão.

 

Observação: Escolha iogurtes que não contêm açúcar ou adoçante artificial.

 

11. Pipoca

 

A pipoca é um lanche de baixa caloria.

 

Ela contém potássio, o que é ótimo para os ossos, além de sais minerais, como cálcio, magnésio e fósforo.
 
Só tenha atenção para não colocar nem sal nem manteiga.

 

12. Linhaça

 

Ela é uma grande fonte de ômega-3, que é ótima para a pele e pelagem de seu cão.

 

Tanto as sementes como o óleo de linhaça devem ser armazenados na geladeira, dentro de um recipiente hermético e escuro.

 

13. Ervilhas

 

Elas são uma grande fonte de potássio, fósforo e vitamina B.

 

Você pode acrescentá-las na dieta do seu cachorro.

 

Prefira ervilha natural, pois a em conserva tem normalmente muito sal.

 

14. Brócolis

 

Este vegetal é rico em vitaminas e bastante nutritivo para os cães.

 

No entanto, você precisa garantir que a dieta do seu amiguinho não vai ter muito brócolis.

 

caso contrário, se ele consumir brócolis em excesso, pode ter uma irritação gastrointestinal.

 

14. Cenouras

 

Elas são de baixa caloria e ricas em fibras e betacaroteno.

 

Além disso, maravilhosas para o desenvolvimento e limpeza dos dentes caninos.
 
15. Alga Nori

 

Esta alga é rica em clorofila, proteínas, fibras, vitamina C, E e todas as formas de vitaminas B.

 

Além disso, em sua composição, podemos contar com a presença de minerais, como cobre e zinco, excelentes para regular o metabolismo do seu cão.

 

16. Fatias de maçã (sem as sementes)

 

As maçãs são uma boa fonte de vitamina A e C, além de fibras.

 

Alimentando o seu cão com fatias de maçã, você estará ajudando na limpeza dos dentes caninos, pois a maçã remove os resíduos que ficam nos dentes - não se esqueça de tirar as sementes antes de oferecer a fruta.

 

17. Salada de frutas

 

Uma boa salada de frutas para os cachorrinhos é a mistura de melão, maçã (sem sementes), banana, melancia e morango.

 

18. Coco e óleo de coco

 

São altamente benéficos para as pessoas e cães.

 

O coco contém ácido láurico, que destrói bactérias patogênicas e diferentes formas de vírus.

 

 

Fonte: www.curapelanatureza.com.br/

 

 

 

 



 

 

 

“Castrar é um ato de amor”, diz especialista

 

Que os animais de estimação são fofos, carinhosos e fazem bem à saúde ninguém duvida, mas a grande questão é: castrar ou não castrar? Especialista da Hercosul Alimentos fala sobre os benefícios do procedimento para os animais de estimação.


Latidos estridentes são apenas um dos sintomas do cio nos cães, que inicia por volta dos seis meses de vida. Além disso, urinar fora do lugar e mudar o comportamento repentinamente também fazem parte desse processo que dura em média 14 dias.

“Muitas pessoas pensam que o sangramento é o maior sinal de que o animal está entrando no cio, mas não é bem assim. Algumas fêmeas não apresentam grande fluxo, o que torna o sangramento imperceptível. Porém, o inchaço na vulva e a mudança de comportamento acontecem na maioria dos casos”, revela.

Mas não é só isso, o cio frequente e a não reprodução podem ocasionar problemas de saúde nos animais, como o câncer, por exemplo. “A castração é a melhor opção para que os animais tenham uma vida saudável. Precisamos esclarecer alguns mitos e incentivar essa prática que não apenas beneficia os bichinhos, mas também diminui a população de animais abandonados”, revela.

A castração também evita doenças sexualmente transmissíveis, o que muitos desconhecem. “Os animais também sofrem com as DST´s, como a Brucelose e o Tumor Venéreo Transmissível (TVT), por exemplo”, alerta.

A primeira coisa que os tutores devem saber é que não há necessidade de uma primeira ninhada antes do procedimento. “Isso é bobagem e não tem comprovação científica. Inclusive, castrar o animal antes do primeiro cio previne o câncer de mama em até 99%”, acrescenta.

Esther alerta ainda para a diminuição do risco de acidentes, pois os machos ficam mais calmos e não fogem de suas casas ao perceber uma cadela no cio, por exemplo. Além disso, a castração também diminui a incidência de câncer no testículo, que pode ser fatal. “As infecções uterinas graves também diminuem drasticamente, trazendo conforto e uma vida mais plena para as fêmeas”, completa.

A cirurgia é simples e apresenta poucos riscos de complicações. “Quando mais cedo, menos problemas aparecerão. Nos machos é realizada a remoção dos testículos, pois são eles os responsáveis pela produção da testosterona, o hormônio sexual masculino”, revela.

Já as fêmeas precisam de um corte um pouco maior, pois a retirada dos ovários, trompas e útero requerem a incisão na cavidade abdominal. A recuperação dos machos é mais rápida do que a das fêmeas, que merecem mais atenção pela possibilidade de abrirem o corte ao lamber ou coçar o local.

“É fundamental que as cadelas usem roupas cirúrgicas para evitar qualquer dano pós-cirúrgico. No entanto, a recuperação de ambos costuma ser rápida e tranquila, não ultrapassando uma semana para que estejam completamente recuperados”, explica.

Esther considera a castração um ato de amor e recomenda que os tutores se informem sobre a cirurgia, evitando que mitos os impeçam de agir em benefício do animal. “Quem desconhece o procedimento não tem ideia da sua simplicidade e perde a chance de proporcionar uma vida mais longa ao seu companheiro. Quem ama, castra”, conclui.



 

 



 

 

 

 

DOENÇAS DE INVERNO: ELAS ATINGEM OS CACHORROS?

 

Se não tratadas, as doenças de inverno podem se tornar grandes problemas para os cães. 

 

Assim como nós, humanos, os cães também precisam de cuidados especiais na época do inverno para se protegerem de patologias típicas dessa estação. "Sim, as doenças de inverno também podem atingir os peludos e é sua responsabilidade protegê-los delas" afirma o veterinário Cauê Toscano do Vet Quality Centro Veterinário 24h.

 

Principais doenças de inverno que podem atingir os cachorros

 

Traqueobronquite infecciosa canina

 

Essa doença com nome um tanto complicado é popularmente conhecida como tosse dos canis.  É muito comum entre os cães e possui uma forma de contágio bastante rápida. A doença é provocada por vírus ou bactérias e começa com tosse de cachorro simples e garganta inflamada, que não deve ser negligenciada. Se não tratada, pode evoluir para um quadro de pneumonia.

 

Gripe canina

 

Ela é bem parecida com a gripe dos seres humanos e a doença pode ser passada de um cão para o outro, apenas. O vírus responsável por essa gripe é o H3N8 e foi descoberto em cavalos cerca de 40 anos atrás. Porém, em 2004, foi identificada em cachorros, especificamente nos galgos.

 

Alguns cães podem estar com o vírus e não apresentar nenhum sintoma, mas, ainda assim, podem transmitir para outros cães. Os principais sintomas são febre, tosse persistente, coriza e espirros.

 

Os sintomas são bem parecidos com a tosse dos canis e por causa disso é muito comum que as pessoas confundam uma com a outra. Os sinais e sintomas da gripe canina começam a aparecer cerca de dois a quatro dias depois da exposição ao vírus.

 

Cuidados com os cachorros no inverno

 

Mantenha as vacinas em dia

 

Não há melhor forma de proteger o seu pet de doenças. As vacinas são a principal forma de prevenção contra doenças de inverno. Inclusive, existe  vacina para a tosse dos canis. 

 

Menos banho e tosa

 

Enquanto os seres humanos usam cobertores no inverno, os cães já possuem a sua proteção natural que são os pelos, portanto, diminua as tosas durante o inverno. Banhos com muita frequência podem desencadear problemas respiratórios, já que na época mais fria do ano os cachorros ficam mais suscetíveis a adquirir certas doenças de inverno.

 

Roupas e cobertores

 

Além do pelo, podem ser necessárias algumas peças de roupa para manter o cão aquecido, principalmente em regiões mais frias do país como sul e sudeste. Deve-se optar pelas opções mais funcionais e confortaveis. As melhores  peças são as quais o  cão se sinta livre para continuar brincando e fazendo suas necessidades naturalmente.

 

Por exemplo, coletes sem mangas são ótimos para serem usados durante o inverno. Sempre compre um número maior para não incomodar  e que sejam fechadas com velcro, pois são mais fáceis de colocar e também de tirar.

 

Horários mais quentes para o passeio

 

Enquanto no verão os horários da manhã e da noite são os melhores para passear com os cachorros, no inverno é justamente o contrário. Deve-se procurar horários que sejam um pouco mais quentes e que ainda tenham sol, como às 16h, por exemplo.

 

É importante lembrar que, caso o cão apresente algum desse sintomas, o mesmo deve ser levado a uma clínica veterinária. 

 

 
 

 

 

Como melhorar o comportamento de um cachorro destruidor


 

Mastigar, brincar, explorar e investigar o ambiente são comportamentos normais para cães. O problema é quando a “boquinha nervosa” de um cachorro destruidor ataca a casa e objetos dos donos – muitos se desfazem dos seus animais ou os deixam largados no quintal, alegando que não sabem se comportar, e isso só aumenta o problema.


O comportamento destrutivo é uma reclamação frequente e, por sinal, há quem acredite que o cachorro comeu a sandália ou roeu os pés da cadeira para se vingar de ter passado o dia sozinho enquanto o dono trabalha, por exemplo. Não é nada disso. Normalmente é uma tentativa de aliviar a ansiedade ou a válvula de escape para o excesso de energia. Enquanto os humanos roem as unhas ou tomam uma cerveja para aliviar a tensão, cães tendem a mastigar objetos, se lamber excessivamente ou até desenvolverem depressão. O comportamento destrutivo pode ter várias causas, e é necessária uma análise cuidadosa da história do cachorro destruidor e do ambiente para identificar a origem do problema – só assim é possível trabalhar para mudar o comportamento do patudo.



CACHORRO DESTRUIDOR: CAUSAS DO COMPORTAMENTO DESTRUTIVO


Troca dos dentes

O processo, que ocorre entre os três e seis meses de vida, é muito incômodo para o animal, que vai tentar aliviar a coceira roendo coisas. O comportamento geralmente cessa depois que os dentes permanentes aparecem.


Ansiedade de separação
Esta é uma das causas mais comuns do comportamento destrutivo em cães, particularmente daqueles que vêm de abrigos ou da rua. Os cães com ansiedade de separação tendem a apresentar comportamentos que refletem um forte apego aos seus donos, seguindo-os por toda parte, quase enlouquecendo quando seus humanos chegam em casa e mostrando-se arrasados quando ficam sozinhos.

Mudanças nos horários que obrigam o cão a ficar mais tempo sozinho, a morte ou perda de outro animal de estimação ou um período longe dos donos – férias, por exemplo – podem acentuar o problema. O peludo passa a latir demais, a fazer bagunça, destruir a casa por pura ansiedade, e castigá-lo só piora as coisas. É necessário usar técnicas de dessensibilização para ajudar o bichinho (falamos sobre isso aqui).


Medos e fobias
Cães que têm pânico de tempestade e ruídos altos podem tentar fugir do local onde estão, e não pouparão portas, molduras de portas, guarnições de janela e nem paredes. Além de sofrido demais para o bicho, ele pode se machucar seriamente.


Isolamento social ou tédio
Se os cães não têm oportunidade de interação social com seus donos ou outros animais, e nem mesmo brinquedos para chamar de seus, podem se divertir com o que acharem pela frente: seu tênis, aquele cashmere que custou uma grana ou o sofá dos sonhos que nem foi pago ainda.


Chamar atenção
Sem perceber, os donos acabam dando atenção ao cachorro destruidor quando o repreende após alguma “infração”. Uma bronca é melhor do que ser ignorado.


Comportamento do jogo
Muitos donos “ensinam” seus peludos a serem destruidores, ainda mais os filhotes. Eles roubam um sapato e o humano sai correndo para recuperá-lo, ou acham engraçadinho quando o pequeno meliante faz um buraco no gramado. Sem perceber, estão reforçando comportamentos indesejados.


Comportamento investigativo
Cachorros adoram “investigar” novos locais e objetos, mas obviamente de formas diferentes dos humanos. A boca, por sinal, é essencial neste processo – que o digam os retrievers e filhotes, que adoram buscar e transportar coisas… com suas boquinhas repletas de dentes afiados.


Punição inapropriada
Punição excessiva por mau comportamento pode despertar ansiedade associada à presença do dono. Ele “sabe” que fez coisas erradas e vai levar bronca, e apronta mais ainda para aliviar a ansiedade.


Problemas médicos
Irritação gastrointestinal superior, dor de dente ou na gengiva podem causar mastigação destrutiva em cães adultos. Algumas doenças podem causar fome excessiva (polifagia) ou a tendência a ingestão de itens não-alimentares (Pica). Consulte o seu veterinário se suspeitar desses problemas.


Rotinas de alimentação inconsistentes
Um cão com fome pode destruir a casa à procura de comida.


Frustrações da barreira
Alguns cães tornam-se ansiosos e, portanto, destrutivos, quando confinados em pequenas áreas, como caixas de transporte ou quartos pequenos (banheiro, lavanderia). Isso pode estar associado à ansiedade de separação.


Comportamento predatório
O peludo pode destruir portas, pisos e até paredes atrás de presas como roedores.

São inúmeros os problemas que podem resultar em comportamento destrutivo, e cada caso deve ser analisado com carinho. A punição não é a saída, pelo contrário: pode agravar casos de ansiedade e tornar o animal medroso. Broncas só funcionam quando o peludo é pego no “flagra”. De nada adianta chegar em casa no final do dia e brigar com o bicho que destruiu o sofá às oito da manhã. Ele não se lembra!


Para ter um cão bem-comportado é preciso exercitá-lo com regularidade. Não adianta uma voltinha na esquina de vez em quando para dar vazão a toda a energia que ele acumula. Se o cão for filhote (até aproximadamente 8 meses de vida) ou imaturo, é preciso providenciar um local seguro onde ele possa ficar restrito nas horas em que não houver alguém em casa para supervisioná-lo, ou mesmo durante a noite. Mesmo um “cão de guarda” enquanto é bebê deve ficar protegido de si mesmo durante a noite e quando não está sendo supervisionado, porque os peludinhos costumam fazer muita besteira quando entediados e podem acabar se machucando seriamente. Um cão nunca deve ficar confinado por mais do que quatro horas seguidas a não ser que seja durante a noite e ele esteja dormindo.


Atividades que promovem a interação entre o cão e o dono e que estimulam a cooperação e a obediência são insubstituíveis.


A caixa de brinquedos
Nem todos os cachorros gostam ou demonstram o mesmo grau de interesse por brinquedos. Ter uma boa variedade de formatos e texturas faz com que o peludo possa escolher o que prefere naquele momento. Não tenha medo de experimentar um novo brinquedo, pois eles são sempre mais baratos do que os danos causados nos objetos da casa.


Manter todos os brinquedos em um mesmo local, de preferência dentro de uma caixa onde o cão tem fácil acesso, ajuda a condicionar o peludo a buscar as coisas com as quais ele pode brincar sempre no mesmo lugar e não ficar catando o que encontra pelo caminho e que pode não ser adequado. Se você tem vários cães na casa, talvez seja preciso ter uma variedade maior de brinquedos e, se os bichos forem de tamanhos muito diferentes, é melhor escolher sempre os brinquedos de acordo com o tamanho e a força do maior cão da sua matilha.


Seja paciente com seu peludo, corrija quando necessário e lembre-se: faz parte da experiência de ter cães ter um só pé de chinelo e um sofá meio detonado. Com o tempo, tudo se ajeita, e certamente você sentirá saudades das “aprontadas”.



 

Cláudia Pizzolatto e Regina Ramoska
Fonte: MSPCA-Angell