Realidade educacional do país está longe da ideal

Para especialista falta amparo para que os docentes possam lecionar com efetividade

 

Não precisamos ir longe para descobrir a quantas anda a educação no Brasil. Pergunte ao professor do seu filho como é lecionar e quais as suas principais dificuldades e obrigações. O papel do professor vai além da sala de aula, e segundo Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga, especialista em educação especial e em gestão escolar, isso pode afetar diretamente o desempenho do seu papel. “Hoje, o professor tem que lidar com situações que vão além do seu dia a dia em sala. Além de dar aulas, corrigir provas e ajudar seus alunos, ele precisa controlar problemas graves da nossa educação como a falta de estrutura, a falta de materiais e a falta de apoio organizacional”, comenta.

 

Para a especialista, a realidade em sala de aula está longe do ideal e, para piorar, os órgãos competentes e responsáveis não são capazes de solucionar os problemas para que os professores possam ensinar e os alunos possam aprender em condições adequadas e eficazes. “Para que o professor realize seu trabalho é relevante que ele tenha a seu favor um ambiente que o respeite e escute suas necessidades e inquietações, pois enquanto o sistema não toma as medidas adequadas, torna-se um tanto inviável exigir da docência avanços significativos”, detalha a especialista.

 

Não bastasse isso, os valores construídos pela comunidade escolar parecem estar em decadência, o que prejudica todo o processo. Ainda segundo a psicopedagoga, um dos maiores problemas enfrentados pelo professor em sala é a inversão de papéis, principalmente quando o aluno quer mostrar certa autoridade. “Não são raros casos de alunos que por acreditar estar pagando a mensalidade da escola, acreditam que devem ter todas as suas vontades obedecidas pelo docente. Infelizmente, não temos amparo e respeito para lecionar com qualidade”, relata Ana Regina.

 

Por isso, os professores devem estar amparados, para que possam desenvolver seu trabalho com qualidade. “Esses aspectos deixam claro que é preciso dar mais atenção a base, as leis, as referências, para que o professor tenha mais segurança para trabalhar. Exigir é preciso, mas adequar e dar as devidas condições de trabalho é fundamental”, completa a especialista.

 

 

 

 



 

 

 

Alerta sobre balões cresce 33% e especialista aponta perigos

 

Foram 295 notificações registradas em 2017 contra 221 em 2016

 

Os céus do país estão cada vez mais perigosos para o transporte aéreo. O Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes) registrou aumento de 33% no número de alertas sobre balões nos seis primeiros meses de 2017 em comparação com igual período de 2016. Neste ano, o órgão anotou 295 notificações sobre balões próximos a aeronaves, contra 221 anotações no ano passado.

O período das festividades juninas deve ampliar ainda mais os alertas sobre esses artefatos na rota das aeronaves. “Além da possibilidade de interromper o tráfego aéreo em um aeroporto, causando adiamento de pousos e decolagens, as unidades menores podem não ser detectadas por radares e aumentar ainda mais os riscos de colisão com aeronaves”, alerta Shailon Ian, engenheiro aeronáutico formado pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) e presidente da Vinci Aeronáutica.

O aumento no registro de balões nas rotas provocou prejuízos para o país. O Brasil já foi colocado em uma lista na área de aviação aeronáutica onde figuram países em zona de guerra. O espaço aéreo brasileiro foi classificado pela Federação Internacional de Pilotos Comerciais (Ifalpa, na sigla em inglês) como “criticamente deficiente”. “A imprudência de algumas pessoas pode provocar tragédias no setor aéreo do país”, sentencia o especialista

Para Shailon Ian, o aumento de notificações de balões ajuda os pilotos durante os voos, mas pode provocar impactos nos custos das operações das companhias. Com o crescimento dos riscos, as empresas seguradoras também analisarão o quesito na hora de renovação do contrato. “Mesmo sem registros de incidentes, o consumidor pagará a conta dessas pessoas que provocam um grande risco para a sociedade”, aponta o engenheiro.

Impactos ambientais - De incêndios de grandes proporções em áreas urbanas a queimadas em áreas verdes de difícil combate, a soltura de balões pode provocar prejuízos incalculáveis às pessoas e também ao meio ambiente, à natureza.

O Biólogo Giuseppe Puorto, membro do CRBio-01 Conselho Regional de Biologia – 1ª Região (SP, MT e MS), diz que as queimadas destroem a fauna e a flora nativas, causando o empobrecimento do solo e reduzindo a penetração de água no subsolo, entre outros danos ao meio ambiente. “Além da destruição imediata, o local atingido pelo fogo sofre com outras sérias consequências. O desaparecimento de determinadas espécies, animal ou vegetal, acaba desencadeando outros problemas e ameaça seriamente a nossa biodiversidade”, alerta Puorto.

Proibida desde 1998, a prática de soltar balões é considerada crime ambiental, com pena de até três anos de detenção e pagamento de multa. “No entanto, só a lei não inibe a ação dos baloeiros. Por isso, é importante maior rigor no combate à prática, principalmente por meio de denúncias, até mesmo em casos apenas de suspeita”, defende o Biólogo

 

 

 

Shailon Ian - Formado como engenheiro aeroespacial do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) – a escola PREMIER no Brasil para o setor aeroespacial e aeronáutico – Shailon Ian serviu como tenente durante 5 anos na Força Aérea Brasileira (FAB), onde trabalhou na Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e teve a oportunidade de trabalhar em mais de 200 auditorias de aeronaves e empresas em todo o mundo. Depois de deixar a organização, ele atendeu clientes na área privada, trabalhando com todas as marcas e modelos de aeronaves e helicópteros corporativos. Desde 2014 é presidente e fundador da Vinci Aeronáutica.

 

 

 

 



 

 

 

Férias escolares: antes de pegar a estrada, revise seu veículo

 

Checar o sistema de rodagem, balanceamento, itens elétricos e relacionados à visibilidade são importantes para a segurança de todos durante a viagem


As férias escolares de julho serão sinônimo de mais carros nas estradas brasileiras. Segundo pesquisa do Ministério do Turismo e da Fundação Getúlio Vagas, cerca de 30% das duas mil famílias entrevistadas deverão viajar com seus automóveis – um aumento de 47% em relação ao ano passado.


Antes de colocar o veículo na estrada, é importante ter em mente que a revisão de segurança é necessária e deve ser prioridade. Seu principal objetivo é verificar o funcionamento das partes vitais do carro: condições do sistema de rodagem, incluindo o estepe, assim como o balanceamento e a geometria. O mesmo vale para os sistemas de freio, arrefecimento e os itens de segurança relacionados à visibilidade.


“A revisão de segurança tem como objetivo verificar o funcionamento das partes vitais do carro”, explica Eliel Bartels, gerente de Engenharia e Tecnologia da DPaschoal, rede varejista de serviços automotivos. “As condições do sistema de rodagem precisam ser checadas, incluindo o estepe, assim como o balanceamento e a geometria. O mesmo vale para os sistemas de freio, arrefecimento e os itens de segurança relacionados à visibilidade.”


O que checar?

O primeiro ponto a ser observado é a bateria. Sua vida útil, bem como todo o sistema elétrico do carro, deve estar em ordem. Os freios são outros componentes que precisam de uma atenção redobrada do condutor. “Durante uma revisão de segurança, se pode obter um diagnóstico do estado real das pastilhas e do disco de freio. Já na estrada, o motorista deve sempre observar o painel eletrônico do veículo”, detalha Bartels.


No caso dos pneus, é importante verificar as condições e a calibragem antes de viajar, inclusive do estepe, aumentando a pressão em mais 2 a 3 libras. As palhetas do para-brisas também devem ser testadas. “Também é imprescindível verificar se as lâmpadas do veículo estão todas funcionando e reguladas, de forma a não comprometer o campo de visão do motorista, sem atrapalhar os condutores quem vem no sentido contrário.”


Outro ponto importante a se checar é o alinhamento da suspensão e balanceamento das rodas, conforme explica o engenheiro. “O funcionamento adequado desses sistemas são mais que necessários, por isso, observe com atenção se existem vibrações ao volante. Nesse caso, pode ser que uma roda esteja desbalanceada ou com a direção desalinhada.” Atente-se também ao pneu cantando, que pode indicar desalinhamento. Rangidos, batidas secas ou ruídos que se assemelham a algo frouxo também podem indicar problemas.


Problemas de superaquecimento são os que mais deixam motoristas na estrada. Portanto, outro sistema fundamental nas revisões é o de arrefecimento. Devem ser conferidas as mangueiras, a situação da água do radiador, os interruptores, as válvulas e a bomba d’água. Não se esqueça, ainda, de conferir se o triângulo, a chave de roda e o macaco estão dentro do carro funcionando corretamente. Quanto ao extintor de incêndio, ele deve estar na parte da frente do carro e dentro do prazo de validade. Não possuir algum desses equipamentos obrigatórios, mantê-los mal conservados ou em desacordo com o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) é infração grave e pode resultar em multas.


Revisão agendada e gratuita

A DPaschoal, maior rede varejista de serviços automotivos do Brasil, conta com mais de 160 lojas espalhadas pelo país e oferece, gratuitamente, um diagnóstico dos principais itens de segurança do carro. A revisão de segurança é feita por uma equipe capacitada, com equipamentos de última geração que medem, testam e avaliam o desgaste dos pneus e peças do veículo e fornecem um resultado do que precisa ou não ser trocado.


É rápida, confiável e precisa. Outro diferencial importante, que pode ajudar na organização dos viajantes, é o serviço de Hora Marcada, no qual os motoristas podem agendar o melhor horário para fazer a revisão do seu veículo, sem a necessidade de pegar fila ou ficar aguardando na loja.


Para o período de férias escolares – mês de julho – a rede preparou combos de serviços, por preços especiais, tanto para clientes com sgeuro quanto para aqueles que não têm. Saiba mais em http://www.dpaschoal.com.br/revisao-seguranca ou agende um horário em uma DPaschoal perto de você, no link https://www.dpaschoal.com.br/horamarcada/home.


 

 

DPaschoal

www.dpaschoal.com.br


 

 

 





 

Poluição difusa é inimiga da qualidade de vida

A poluição difusa deteriora a qualidade da água e pode prejudicar os mananciais próximos aos centros urbanos

 

Antes de pensar em quantificar as agressões ao meio ambiente, o principal desafio dos ambientalistas é fazer com que a sociedade polua cada vez menos a água. É preciso conscientizar as pessoas que quanto mais nos desenvolvemos, mais nos vemos dependentes deste recurso para todas as atividades humanas.

 

 “Trazer os rios para o foco das atenções da sociedade deveria ser objetivo de cada cidadão. Integrá-los, revitalizá-los e ampliar seu alcance, tem sido a preocupação de todos que promovem a educação ambiental”, enfatiza Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News (www.revistaecotour.tur.br).

 

A atitude correta proporcionará o estabelecimento de uma nova cultura referente às águas Separar água, saneamento e higiene em prioridades e atividades isoladas tem sido um erro fundamental.

 

Considerando que apenas 42% dos distritos brasileiros têm coleta de esgoto e somente 14% têm coleta e tratamento, é certo que nos próximos anos mais da metade dos municípios brasileiros podem ter problemas com a qualidade de vida e produtividade da água potável.

 

A maior parte do esgoto brasileiro não é tratada, quando muito, coletada, mesmo com as novas regras instituídas pela nova política nacional de resíduos sólidos. O destino desses dejetos são os rios, córregos, praias ou qualquer outra fonte de água natural mais próxima.

 

Uma vez utilizada, a água deve ser coletada em uma rede de esgoto e tratada antes de ser descartada e atingir corpos d´água. Se isso não acontece, o esgoto polui esses corpos hídricos, que são os mesmos que abastecem outras comunidades.

 

A poluição gerada pela chuva e que escoa para o rio é um dos grandes agravantes da situação de nossos rios.

 

“ A poluição difusa deteriora a qualidade da água e pode prejudicar os mananciais próximos aos centros urbanos, dificultando o tratamento da água para o abastecimento das populações”, afirma Vininha F. Carvalho. 

 

Entre as principais fontes da chamada poluição difusa estão asfalto, restos de cimento e areia, combustível, óleo lubrificante, tinta e ferrugem, além de lixo não coletado e aqueles que são atirados nas ruas da cidade. Esses resíduos chegam aos rios urbanos trazidos pela chuva.

 

Diversas medidas podem ser adotadas para minimizar o impacto desses poluentes e todas se relacionam com a gestão da bacia hidrográfica. Minimizar a área impermeável promovendo a infiltração no solo, é uma das medidas mais eficazes. 

 

Além dela, é importante tratar a água proveniente das chamadas "primeiras chuvas", que corresponde à lavagem da cidade que ocorre no início da chuva. Reduzindo-se o volume escoado, reduz-se a carga poluidora.

 

É necessário reduzir o déficit de infraestrutura por meio de políticas que incentivem maiores investimentos nos setores relacionados à água. É essencial avançar no desenvolvimento e implementação de modelos de governança mais transparentes, de sistemas de gestão menos burocratizados e mecanismos de operação mais eficientes.

 

A responsabilidade do poder público é criar políticas para o controle da poluição difusa e a população, também, pode contribuir muito com a diminuição do lixo. A solução passa por uma dinâmica de gestão. Existem vários instrumentos e instituições que, articulados, podem levar a uma forma adequada de conduzir este processo. Existem soluções para grandes centros urbanos, pequenos grupos populacionais, áreas rurais e regiões secas ou úmidas, e até para os oceanos.

 

 “Precisamos ter uma relação equilibrada com a água. A sociedade deve lutar pelas águas da mesma forma que um trabalhador reivindica salários e condições sociais mais justas. Tudo isso é uma questão de educação, e a sociedade não poderá ignorar o valor imensurável deste precioso líquido”, conclui Vininha F. Carvalho.

 

Conscientizar a sociedade sobre a importância vital da água e do saneamento, ressaltando que existem aqueles que ainda estão sem acesso a esse direito humano básico e serviços que deveriam estar disponíveis a todos, é defender o meio ambiente e promover o desenvolvimento sustentável.

 

 


Del Valle Editoria
news@revistaecotour.tur.br

 

 

 




 

 

 

Os eletrônicos estão fazendo mal às crianças?


Quem vive com crianças em casa sabe que os dispositivos digitais, seja a televisão, vídeo game, computador ou celular, fazem parte constante da rotina deles. A influência da tecnologia, inclusive em bebês com menos de um ano, tem modificado as formas de aprendizado e os tipos de brincadeiras.

Um exemplo simples é que mesmo antes da alfabetização, muitas crianças manuseiam smartphones e tablets com bastante desenvoltura, escolhendo o conteúdo que desejam assistir ou brincar. Mas essas práticas digitais atuais podem gerar algum "risco" para a infância? Como saber o limite de uso?

Segundo Rita Calegari, psicóloga na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, o recurso digital é valioso e complementa a educação, mas não é a educação em si. "Pais devem usar estes dispositivos complementando-os com outros, em que a totalidade de habilidades da criança seja estimulada", afirma.

Quando o tempo destinado à tecnologia é muito grande, é preciso ficar atento, já que os aparelhos não proporcionam o desenvolvimento de determinadas práticase pode comprometer o uso do próprio corpo, olfato, interação social e percepção do ambiente. "A criança necessita explorar diversas ferramentas para um bom aprendizado, que envolve não apenas a tarefa em questão, mas habilidades complementares", complementa Rita.

Já do ponto de vista físico, Leandro Gregorut, ortopedista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, alerta que "o uso indiscriminado dos eletrônicos faz com que as crianças deixem de desenvolver habilidades neuromotoras, tais como equilíbrio, força, propriocepção (percepção espacial do seu próprio corpo), noção de tempo, espaço, velocidade e agilidade física, interação social e habilidade sócio-cognitivas para resolverem conflitos e situações adversas".

 

Sinais de que o uso de eletrônicos está excessivo

Algumas características mostram quando o tempo dedicado aos dispositivos digitais não está saudável. "A baixa interação social e isolamento, a criança não aceitar novas propostas de aprendizado e recusar a  participação em atividades sociais são algumas das características que comprometem o desenvolvimento da inteligência emocional infantil. Além disso, o consumo excessivo de eletrônicos faz com que a criança esteja sempre em busca de mais tecnologia, tal como um vício, há sempre uma novidade a ser consumida", pontua a psicóloga Rita.

As sequelas podem não ser apenas comportamentais, mas também físicas, como explica o ortopedista. "A postura da criança fica alterada, com ombros para frente, coluna curvada, presença de fraqueza para realizar pequenas atividades do dia a dia e até  falta de fôlego. Em longo prazo, há um aumento da chance de desenvolver obesidade infantil e dores nos joelhos, coluna e quadris por encurtamento e fraqueza muscular".

 

O equilíbrio é a palavra-chave

Após notar que a criança apresenta traços de uso excessivo de eletrônicos, é possível encontrar um equilíbrio sem precisar proibir totalmente seu uso, revendo alguns hábitos, por exemplo. Os pais ou cuidadores precisam estabelecer regras e monitorar para que elas sejam aplicadas e cumpridas.  É necessário propor atividades alternativas que sejam interessantes para a criança e envolvam os pais, valorizando a relação afetiva. “E acima de tudo, checar se o "mau exemplo" não vem dos próprios pais, que podem estar viciados na tecnologia a ponto de não perceber o uso abusivo da mesma", sugere a psicóloga.

Gregorut também lembra de como é importante incentivar a prática diária de atividades físicas e monitorar a postura para evitar lesões futuras. "O ideal é que a criança esteja sentada com a coluna lombar e a dorsal apoiada, tendo um suporte para os cotovelos. A posição sentada no chão com as pernas cruzadas, sem apoio nenhum para as costas ou deitada, não são recomendadas".

E a dúvida mais importante: há um limite ideal para o uso dos dispositivos digitais?  "Não há uma regra para isso, mas acredito que deva ser como todo exercício ou prática de atividade física saudável, portanto não deve passar de duas horas consecutivas, sem descanso ou pausa para alongar e andar" conclui o ortopedista.

 

 


   


 

 

 

Férias: verifique se os seus documentos estão em dia


Número de cidadãos que procuram o Poupatempo em época de férias cresce significativamente; agende o atendimento com antecedência


O Poupatempo alerta os cidadãos que estão programando viagem no período das férias de julho para os cuidados que devem ser tomados em relação aos documentos. Para evitar problemas e correria de última hora, convém cuidar disso com antecedência, pois a procura aumenta nesta época do ano.


Para quem tem viagem marcada, o Poupatempo lembra que o prazo para emissão de segunda via da Carteira de Identidade (RG) é de até cinco dias úteis. O mesmo vale para primeira via da carteira para menores de 18 anos. Para a primeira via do RG de maiores de idade – caso de quem tem o documento de outro Estado e agora vai tirar pela primeira vez em São Paulo –, o prazo é de até dez dias úteis, pois existe a necessidade de consulta sobre eventuais pendências judiciais.



Para quem vai viajar a países vizinhos, o Poupatempo lembra que nos que fazem parte do Mercosul os turistas brasileiros podem se identificar apresentando apenas a cédula de identidade, desde que a data de emissão não seja superior a dez anos. Muitas empresas aéreas já barram o viajante no embarque por causa da exigência do documento atualizado. Quando isso ocorre, o Poupatempo Guarulhos pode emitir uma segunda via provisória mediante a apresentação do bilhete de viagem marcado, mas o documento vale somente por 90 dias.



Como o número de pessoas que procuram o Poupatempo cresce neste período, convém providenciar o quanto antes o agendamento para garantir que os documentos estejam em dia antes da viagem. A melhor forma de agendar a ida ao Poupatempo é com o aplicativo 'SP Serviços'. Basta baixar o aplicativo no celular ou tablet e escolher o dia e hora em que deseja ser atendido. Em todas as unidades do Poupatempo estão sendo distribuídos folhetos que explicam como usar o aplicativo.



Também é possível agendar pelo portal www.poupatempo.sp.gov.br ou pelo Disque Poupatempo: 0800 772 36 33 para ligação de telefones fixos (ligação gratuita) ou 0 + código da operadora + 11 2930-3650 para ligação de celulares (tarifa cobrada pela operadora). O horário de atendimento pelo telefone é de segunda a sexta, das 7h às 20h e aos sábados, das 6h30 às 15h. Os horários de atendimento dos 72 postos de atendimento no Estado de São Paulo podem ser conferidos no portal ou no aplicativo 'SP Serviços'.



Para facilitar a vida dos cidadãos, o Poupatempo está testando um atendente virtual, o Poupinha, que está disponível no Portal ou no Messenger (serviço de mensagens do Facebook). O Poupinha atende por meio de chat (diálogos por escrito) e ajuda a marcar dia e hora para atendimento em qualquer unidade do Poupatempo.



Como falar com o Poupinha, o atendente virtual do Poupatempo:
Portal: www.poupatempo.sp.gov.br (no canto inferior direito da tela)
Messenger: www.messenger.com/t/PoupinhaSP.



Cuidados com os documentos nas férias
O Poupatempo reforça a necessidade de cuidados especiais com os documentos nesta época do ano, pois as férias costumam registrar grande número de casos de extravio ou furto de documentos. Segundo a superintendência do Poupatempo, o problema também é comum em outros feriados, quando muitas pessoas relaxam nos cuidados e acabam perdendo documentos, o que eleva o número de pedidos de segunda via nos dias seguintes.



Só no ano passado, de um total de 4,5 milhões de RGs emitidos pelo Poupatempo no Estado de São Paulo, 3,5 milhões eram segundas vias. No caso das CNHs, 3 milhões de solicitações foram para segundas vias.



Programa Poupatempo

O Poupatempo é um programa do Governo do Estado, executado pela Diretoria de Serviços ao Cidadão da Prodesp – Tecnologia da Informação, que, desde a inauguração do primeiro posto, em 1997, já prestou mais de 545 milhões de atendimentos. Atualmente conta com 72 unidades fixas, em todas as regiões administrativas do Estado, além de um posto móvel, que atendem mais de 180 mil cidadãos por dia.


Em 2017, o Poupatempo foi eleito pelo terceiro ano consecutivo o ‘melhor serviço público de São Paulo’ pelo Instituto Datafolha. A Prodesp, que administra o Poupatempo desde a sua criação, foi eleita em 2016 a ‘melhor indústria digital do Brasil’, no ranking Melhores & Maiores da revista Exame.