Aromaterapia - aromas ideais para cada ambiente de sua casa

 

Cada residência tem suas peculiaridades, seu estilo, sua marca. E com isso, cada espaço tem uma identidade própria que pode ser sentida. Por muito tempo, as pessoas utilizavam os famosos incensos para buscar melhores sensações dentro de casa. A aromaterapia evoluiu e tem buscado produtos que, além de harmonizar os ambientes, também contribuem para a decoração, como sachês, velas perfumadas, sprays e difusores.

 

 

 

Mas a escolha do aroma é uma decisão importante e cada espaço da residência deve ser muito bem analisado. Para facilitar, a Terra Flor tem as melhores opções para cada cantinho da sua casa.

 

Aromas para sala:

 

A sala é o espaço de reunião familiar. É onde as pessoas assistem TV, conversam, recebem amigos, enfim, é um lugar de descontração. Por ser um ambiente de encontro, é importante o uso de óleos essenciais que promovem o diálogo, o bem-estar e a concentração. Alguns exemplos:

Óleo de canela casca: é um excelente óleo que favorece a comunicação entre as pessoas e a interação, fazendo-as se sentirem mais próximas, o que traz a sensação de aconchego.

Óleo essencial de alecrim qt. cineol: é o tipo de óleo ideal para quem utiliza o espaço para estudar, trabalhar ou mesmo descontrair assistindo um filme ou descansando. O óleo de alecrim é ideal para quem busca concentração e memória.

Óleo essencial de may chang: é um óleo suave que remete alegria e descontração. Suaviza a ansiedade, auxiliando a mente a focar no momento presente.

 

Aromas para cozinha:

 

A cozinha é o espaço com inúmeros aromas. Temperos, condimentos, ervas e tantos outros componentes tornam o local uma inspiração para os amantes de aromas. Além disso, os próprios alimentos liberam cheiros que estimulam e são um prato cheio para quem está com fome, afinal, cozinha é lugar de comida. No entanto, a cozinha é um local que nos remete a alegria, conversas descontraídas, enfim, um ambiente de experimentação. Para este ambiente, o indicado são aromas que não atrapalham ou mesmo tiram os cheiros naturais, mas sim que servem de complemento. Exemplo:

Óleo essencial de Citronela: é ideal para residências de interior, onde a presença de mosquitos é constante. Mas isso não significa que o óleo de citronela não possa ser utilizado em outros espaços. Além disso, é um ótimo estimulante de apetite e revitalizante.

Óleo essencial de Laranja: é um aroma doce, que ajuda no alívio das tensões e auxilia na criatividade. Para quem procura um estimulo no preparo dos pratos, o óleo de laranja é uma excelente opção.

Óleo essencial de cravo (folha ou botão): excelente aroma para neutralização de odores espalhados pelo ambiente da cozinha decorrente de alimentos mais aromáticos. Esse aroma ainda possibilita a remoção da energia velha do ambiente, renovando e reenergizando este espaço tão sagrado da casa.

 

Aromas para o quarto:

 

É o ambiente mais íntimo de uma casa. Nele encontramos silêncio, refúgio, aconchego e descanso. Mas também é nele que se mantém relações de afeto e carinho e, por isso, se torna tão importante. Além dos óleos que trazem relaxamento e tranquilidade, no quarto também podem ser utilizados aromas que incitam o desejo e o apetite sexual. Algumas soluções da Terra Flor se destacam:

Óleo essencial de Manjerona: é um óleo relaxante e um importante componente para estimular o sono, ou melhor, aliviar as preocupações e combater a insônia.

Óleo essencial de lavanda francesa: esse aroma acalma a mente agitada pelas rotinas diárias, trazendo a possibilidade de um sono profundo e reparador.

Óleo essencial de Ylang ylang: tem propriedades afrodisíacas, o que ajuda no estímulo da libido. Outra importante característica deste óleo é que trazer doçura e romance para o ambiente.

 


 

 

Fonte: http://terra-flor.com/

 

Alto Paraíso de Goiás - GO - 73770-000
Tel: 55 (62) 3446.2162

 





 

 

Como entender os rótulos de vinhos e nunca mais ficar confuso


Sommelier Rodrigo Bertin ensina a diferença entre rótulos de vinhos e dá o guia pra não errar na escolha

 

Basta pegar um vinho na mão que muitos já surtam: o que são todas essas informações no rótulo? O sommelier Rodrigo Bertin, especialista em harmonizações e criador do projeto Vinho Mais, conta que bastam algumas dicas para aprender a analisar o rótulo de um vinho. “O primeiro passo é verificar se é um vinho do velho mundo, ou seja, a Europa, ou do que chamamos de novo mundo, que são todos os outros continentes, incluindo Ásia e Oceania”, conta. No entanto, o especialista destaca que as regras apontadas são apenas convenções, e podem variar conforme a marca. “Um produtor de vinho pode criar o rótulo que achar melhor, mas a maioria segue um determinado padrão”, conta.


Informações comuns em todos os rótulos


Independente da origem, do tipo e da qualidade do vinho, existem algumas informações comuns a todos os rótulos. “A primeira delas é a safra, que mostra de que ano é o vinho”, explica, alertando que 80% de tudo o que é produzido deve ser consumido ainda jovem. “Nem sempre o vinho mais antigo é o melhor, salvo raras exceções, por isso dizemos que na maioria dos casos o vinho branco deve ser consumido em até 3 anos, e o vinho tinto em até 5 anos”, resume.


A graduação alcoólica e o volume da garrafa também são informações presentes em todos os rótulos. “A graduação alcoólica dá uma ideia do quanto encorpado é o vinho (mais leves quando com menos de 12,5% e mais encorpados quando com mais de 13,5%), e o volume padrão das garrafas é de 750ml, mas há as meias garrafas com 375ml e as opções de 1,5L, mas são mais incomuns”.



Velho Mundo X Novo Mundo:


Segundo o sommelier, os vinhos franceses, italianos, e de outros países da Europa, trazem o nome da vinícola em destaque. “Os rótulos dos vinhos dos continentes americano e africano, por exemplo, geralmente nomeiam o vinho e o usam como marca, deixando o nome da vinícola em menor destaque, mais embaixo, enquanto os europeus apenas se orgulham do nome da vinícola”, explica. O especialista ainda ressalta que a região de produção dos vinhos, abaixo do nome da vinícola, são características dos vinhos europeus. “Normalmente os rótulos do velho mundo não colocam nem mesmo a uva utilizada, pressupondo que o consumidor vai saber qual é só de ver a região, diferente dos rótulos do novo mundo, que sempre indicam se é Merlot, Cabernet Sauvignon, Malbec, entre outras”, ensina o sommelier.


Rodrigo ensina também que os vinhos da Europa costumam ter uma sigla que funciona como Apelação de Origem. “A sigla DOCG, por exemplo, significa Denominação de Origem Controlada e Garantida, e indica uma qualidade criteriosa de avaliação do vinho”, explica, destacando que as bebidas de fora do velho mundo costumam não ter a sigla, que também pode ser IGT (ou IGP) e DOC (ou DOP) no velho mundo.


Por fim, o especialista conta que tanto os vinhos do velho mundo quanto os do novo mundo podem apresentar classificação de qualidade, como Reservado (apenas no "novo mundo), Varietal, Roble, Crianza, Reserva (ou Riserva em italiano), Gran Reserva, e por último a classificação Premium ou Reserva Especial. “Os rótulos do velho mundo seguem regras muito rígidas do governo dos países, que controlam a qualidade do vinho que consta essas classificações, mas no caso do novo mundo, o padrão é menos rígido e pode haver variação na qualidade apesar do nome”, explica.


Questionado se o maior controle e tradição dos vinhos europeus faz deles melhores, o especialista não hesita. “Existem vinhos melhores ou piores em todos os continentes, de todas as uvas e estilos”, conta, reforçando que a definição de qual vinho é melhor deve ser feita por quem bebe. “No fim das contas, é você quem define pelo seu paladar qual vinho prefere”, explica.

 

 

 
 



 

 

 Existe comemoração sem bebida alcoólica?


Recaída aumenta no período das festas de final de ano


CISA alerta que época de comemorações exige atenção em dobro de pacientes que sofrem de dependência ou abuso de álcool

 

O período de festas de final de ano está bem próximo e um tema delicado precisa ser colocado em pauta para alertar familiares, amigos e principalmente pacientes que convivem com a dependência ou abuso de álcool. De acordo com o Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA), organização não governamental que se destaca como principal fonte sobre saúde e álcool do país, a época de confraternização exige atenção redobrada para a prevenção da recaída.


 “As chances de recaídas são maiores em datas festivas, por ser um período em que o consumo de álcool é socialmente mais aceito, sendo inclusive feito de forma mais frequente e com maior intensidade”, destaca o presidente executivo do CISA, Dr. Arthur Guerra.


Avaliada como parte do quadro clínico, a recaída acontece por diversas causas. Além da própria dependência, fatores como pressão social, conflitos interpessoais e estados emocionais negativos favorecem o episódio. 


“É importante frisar que a recaída não invalida o tratamento como um todo. Também não significa que a pessoa tenha fracassado ou que não possa recuperar-se. Mas a equipe médica deve ser avisada para que haja uma prevenção e o uso não volte ao padrão de antes”, recomenda o psiquiatra.


No Brasil, estima-se que 5,6% dos brasileiros preencham critérios para abuso ou dependência. Para essa parte da população, a recomendação do Dr. Arthur Guerra é redobrar os cuidados e não sentir vergonha em recusar a bebida alcoólica, mesmo que seja somente para brindar.


Confira algumas orientações para o período:


- Familiares e amigos: encorajem a pessoa que sofre de dependência ou abuso de álcool a manter a abstinência, não ofereça bebida alcoólica.


- Entenda que um golinho pode sim ser um problema para quem já teve ou tem dependência. Portanto, não insista!


- Para quem está organizando eventos de final de ano, ofereça também drinks sem álcool. Eles podem ser uma alternativa atraente para substituir as opções alcoólicas.


- Para aqueles que têm dificuldade em recusar, evite locais e eventos que servem bebida alcoólica.


- Tenha o contato da equipe médica que está acompanhando o caso em local de fácil acesso. Acione se for necessário; assim, a recaída poderá ser menos intensa e de menor gravidade.


Para quem não sofre de dependência alcoólica, mas exagera no consumo de álcool nessa época do ano, o CISA lembra que a ingestão excessiva de bebidas alcoólicas traz riscos – da mais conhecida ressaca, que tem como sinais dores de cabeça, boca seca, náusea, tremores e falta de apetite; até um quadro de amnésia alcoólica (a incapacidade de se lembrar de trechos ou períodos inteiros) ou coma alcoólico, quando há uma intoxicação severa por álcool e as funções vitais começam a falhar.


Você pode celebrar e viver toda a experiência das datas comemorativas sem fazer uso de álcool. O importante é estar próximo das pessoas que te fazem bem.

               


 

Centro de Informações sobre Saúde e Álcool – CISA

www.cisa.org.br

 

 

 




 

 Uso excessivo de celular aumenta número de casos de tendinites e problemas nos ombros

 

Estima-se que 9 em cada 10 brasileiros têm um celular, ou seja, quase todo mundo tem esse aparelho na palma da mão! Na média, o brasileiro passa três horas por dia no celular, segundo uma pesquisa realizada em 2016, pela Millward Brown Brasil e pela NetQuest. Não por acaso, vive-se hoje uma onda de lesões resultantes do uso excessivo da tecnologia – o tablet entra nessa também.
 
Se antes as lesões por esforço repetitivo estavam mais ligadas à profissão, hoje é cada vez maior o número de pessoas que chegam aos consultórios médicos vítimas do mau uso da tecnologia. Estudos mostram que teclar é uma atividade perigosa para saúde musculoesquelética devido às posturas incorretas que a pessoa adota, além dos movimentos repetitivos, principalmente feitos com o dedo polegar.
 
“O uso excessivo do celular e as posturas incorretas adotas pelos usuários aumentam o risco de desenvolver quadros de tendinite, tenossinovite e osteoartrite nos dedos, mãos e punhos. Os ombros também sofrem, pois ficam sobrecarregados pelo esforço de manter o celular próximo aos olhos. Por último, temos as queixas de dores no pescoço devido à posição baixa da cabeça”, explica a fisioterapeuta Walkiria Brunetti.  


 
Síndrome tem até nome


Em 2014, foi publicado no The Lancet um estudo que deu um nome para a síndrome ligada ao uso excessivo do celular: WhatsAppinite. “A repetição dos movimentos sobrecarrega o tendão que flexiona e que estende o polegar, causando uma inflamação que leva à dor e ao inchaço. Assim se instala a tendinite. “Se não tratada e, claro, se a pessoa não reduzir o uso do celular, a inflamação pode danificar os tendões e as articulações, não só do dedo polegar, como da mão e do punho”, diz Walkiria. 


 
Bom senso é sempre bem-vindo


Não precisa dizer que a solução número 1 é reduzir o uso desses aparelhos, né? “O segredo é equilibrar o uso de tecnologia com outras atividades, como ler, ir ao cinema, fazer ioga, Pilates, nadar, enfim, basta usar o bom senso e equilibrar o celular com outras rotinas”, sugere Walkiria.
 
Outra dica da fisioterapeuta é realizar alongamento das mãos, punhos, pescoço, ombros, braços e antebraços a cada 20 ou 30 minutos quando estiver no celular ou até mesmo no computador. Usar as duas mãos também é importante, assim como não deixar o pescoço muito abaixado e sobrecarregar os ombros para segurar o aparelho.
 
“Tenho indicado para os pacientes que chegam para a fisioterapia vítimas do mau uso da tecnologia explorar melhor os recursos de voz do celular. Em todos os aplicativos é possível enviar mensagem de voz e até mesmo buscar por serviços por meio da voz. Isso já ajuda a dar um descanso para os dedos das mãos e punhos”, comenta a especialista.
 
Quando os quadros de dor são importantes e a tendinite é confirmada pelo diagnóstico médico, a fisioterapia ajuda a fortalecer músculos e articulações e também melhora a flexibilidade, sem contar na redução da dor. Entretanto, se a pessoa voltar aos velhos hábitos, a inflamação irá persistir. Por isso, é preciso pensar em formas de reduzir o uso destes dispositivos, fazer um verdadeiro detox digital.


 

 

 



 

 

 

 Estudo inédito revela que o guarda-sol não é suficiente como medida de fotoproteção


Pesquisadores norte-americanos descobriram que o guarda-sol garante uma proteção da pele equivalente ao FPS 7 (ou menos) e não substitui o uso do protetor solar

 

Na Austrália, no Brasil e até nas ruas de Xangai: o guarda-sol é utilizado pela população do mundo todo como medida de proteção solar. O que muita gente não sabe é que, apesar dele proporcionar aquela sombra tão desejada nos dias de verão, o nível de proteção UV que esse método oferece pode não ser tão bom quanto parece.


Pesquisadores norte-americanos da Johnson & Johnson publicaram um novo estudo no jornal Photochemical & Photobiological Sciences e descobriram que, na vida real, um guarda-sol típico oferece um FPS entre 3 e 7. Desta forma, usar apenas este recurso para proteger a pele garante uma fração da proteção recomendada pelos dermatologistas. Moral da história: a sombra do guarda-sol e de outras estruturas pode complementar o uso de protetor solar, mas nunca substituí-lo.


Os resultados do estudo servem como alerta para quem acredita que a sombra oferece proteção significativa contra o sol. "A sombra bloqueia a luz visível e o infravermelho, gerando um efeito de frescor que pode dar a falsa impressão de que os raios UVA e UVB também são bloqueados. Essa sensação equivocada de segurança pode levar a uma superexposição ao Sol que causa sérios danos à pele, como hiperpigmentação, envelhecimento prematuro da pele e, até, câncer de pele", explica o Dr. Hao Ou-Yang, Ph.D. e Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Johnson & Johnson nos Estados Unidos.


Os pesquisadores chegaram a esta conclusão por meio de um sistema de visualização aérea que analisou diferentes fatores relacionados a guarda-sóis e paredes como método de proteção. "Em diferentes momentos do dia, medimos o FPS da sombra com um medidor UV calibrado em posições distintas da sombra feita por guarda-sol. Depois, comparamos os resultados de medição com o modelo. Usamos esse tipo particular de modelagem para quantificar com precisão a gama de proteção e a proteção máxima que uma estrutura típica de sombras é capaz de oferecer, bem como a variação da proteção de acordo com diferentes parâmetros", completa o Dr. Hao.


A radiação solar ultravioleta (R-UV) é a principal causa do câncer de pele, e um dos fatores que contribui para isso é o grande desconhecimento sobre o risco da R-UV à saúde. "A maioria dos brasileiros não percebem a relevância do uso de protetor solar, inclusive pela dificuldade de lidar com o benefício a longo prazo da fotoproteção", afirma a pediatra Sabrina Battistella. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de pele representa 1 em cada 3 casos de tumores diagnosticados no Brasil e tem como principal causa a exposição solar. A boa notícia é que esse quadro pode ser prevenido por meio do uso e da reaplicação corretos do protetor solar.

 

 

Johnson & Johnson Consumo do Brasil

www.jnjbrasil.com.br

Central de Relacionamento com o Consumidor Johnson & Johnson

0800 703 63 63

 

 


 



 

 

 

 

Diversão segura: como evitar acidentes na piscina


Cuidado redobrado e equipamentos especiais evitam riscos na hora de aproveitar o espaço

 

Área de lazer e diversão, a piscina é o local perfeito para reunir família e amigos e aproveitar os dias ensolarados. Na busca por ter esses momentos tão especiais, no entanto, muitas pessoas acabam se esquecendo de tomar alguns cuidados fundamentais para garantir que a utilização da piscina seja segura para todos, das crianças aos idosos.


Além do tratamento químico e físico para garantir a qualidade da água e a estética do espaço, é muito importante que algumas medidas sejam tomadas a fim de prevenir acidentes. O principal risco quando se fala em acidentes em piscinas é o afogamento. Ocorrem, em média, 17 mortes por afogamento no Brasil, sendo que 2% dos casos acontecem em piscinas. O afogamento pode ocorrer pelo fato de o indivíduo não saber nadar, por quedas, brincadeiras perigosas ou sucção.


As crianças são as principais vítimas deste tipo de acidente. Qualquer descuido pode ser fatal, por isso, os cuidados devem ser redobrados com os pequenos, mas adultos e idosos também não estão livres do risco.


A segurança é um tema tão importante, que chegou ao Senado em forma de proposta para regulamentar o funcionamento de piscinas. Levando em consideração a relevância do assunto, a Nautilus, em parceria com a Sobrasa, reuniu em um e-book dicas para garantir a segurança da diversão na piscina para toda a família. Confira algumas delas:


Evite as quedas


Espalhar objetos ao redor da piscina, por exemplo, pode causar acidentes e quedas. Outro erro bastante cometido é não se atentar ao piso utilizado no espaço. Escolher um material escorregadio compromete a segurança de quem usa o local e também pode causar quedas.


Deixar brinquedos dentro da piscina, por sua vez, é um verdadeiro convite para crianças e pets. Eles podem tentar alcançá-los, acabar caindo dentro da piscina e se afogar.


Novas regras para evitar acidentes


Outro tipo de incidente que ocorre com frequência nas piscinas está relacionado à sucção. Nesse caso, o cabelo, as roupas e partes do corpo podem ser sugadas pelo ralo e outros equipamentos, impedindo que o banhista retorne à superfície e causando o seu afogamento.


Diante da necessidade de prevenir acidentes, uma proposta que regulamenta o funcionamento de piscinas foi aprovada na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor. Ela torna obrigatória a instalação de um dispositivo que aumente a segurança na piscina, evitando a sucção de membros do corpo e o enlace de cabelos. A regulamentação estabelece ainda responsabilidades também para os usuários, como o respeito à sinalização de advertência e às normas de utilização da piscina, tudo para contribuir com a prevenção de acidentes.


Já existem no mercado excelentes opções que se adaptam às exigências da nova norma, como o SafeSwim, distribuído com exclusividade pela Nautilus. O sistema inteligente monitora o fluxo de circulação e filtração da água da piscina, desligando automaticamente ao detectar o bloqueio total ou parcial de qualquer dispositivo de sucção. Para garantir sua eficácia, o SafeSwim mantem o sistema desligado até que haja um novo acionamento manual.


Cuidado com os choques elétricos


Com o desejo de tornar a piscina cada vez mais moderna e seguir as principais tendências de decoração e paisagismo, são feitos investimentos em sistemas de iluminação. No entanto, se a instalação não for realizada por profissionais especializados ou não contar com materiais de qualidade seguindo a norma NBR 5410, os usuários passam a correr riscos de receber choques elétricos, comprometendo a segurança e o bem-estar.


Tempestade não combina com piscina


No Brasil, cerca de 50 milhões de raios caem anualmente, especialmente na primavera e no verão. A localização do país e as altas temperaturas fazem com que os raios e as tempestades sejam outro grande motivo de acidentes em piscinas.


A segurança é comprometida quando alguém coloca a sua vida em risco e decide utiliza-la durante as tempestades. Mesmo que a pessoa esteja apenas próxima do local da descarga, a força do choque é tão grande que ela pode sofrer o impacto. Em distâncias maiores ou menores, os riscos são graves: sofrer queimaduras, asfixia e até paradas cardíacas.


É essencial que, durante as tempestades, ninguém entre na piscina. Os elementos químicos presentes na água são condutores elétricos, e podem colocar a vida do banhista em risco. Além disso, dentro da água, o corpo atua como um para-raios, atraindo as descargas elétricas.

 

Para fazer o download gratuito do livro, acesse: http://materiais.nautilus.ind.br/ebook-seguranca-na-piscina-diversao-garantida.

 

 

Nautilus

http://www.nautilus.ind.br/Home