Entrar na água depois de comer faz mal para a saúde?


Com as altas temperaturas batendo recorde em todo o País, quem resiste a uma piscina ou a um mergulho no mar? É preciso, no entanto, tomar alguns cuidados após a ingestão de alimentos. De acordo com o gastroenterologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Eduardo Berger, qualquer pessoa pode entrar na água após as refeições, desde que não seja praticada nenhuma atividade física exaustiva.


“É mito achar que comer e entrar na água faz mal. O problema é praticar atividades esportivas que exijam demais do corpo, principalmente da função cardíaca. O coração precisa mandar mais sangue para os músculos, só que a digestão também requer energia”, complementa. O esforço realizado na água, por exemplo, pode provocar câimbras ou a falta de sangue no cérebro, gerando desmaios e afogamentos.


Berger explica ainda que, quando o alimento é digerido, o estômago precisa receber fluxo sanguíneo, mas ao fazer exercícios, o organismo passa a priorizar a distribuição do sangue para os músculos. “Para qualquer atividade é indicado esperar ao menos 30 minutos para iniciar um exercício após se alimentar”.


O especialista reforça que o cuidado deve ser tomado principalmente com crianças que gostam de pular e fazer piruetas na água. “Estes movimentos também exigem esforço do corpo e podem gerar algum mal-estar”, afirma o médico.


Para o gastroenterologista, a recomendação é aproveitar a estação sem exageros. “Se for se exercitar por um longo período, coma alimentos leve e evite abusar de comidas pesadas, gordurosas ou com muito açúcar”, finaliza.

 

 

Complexo Hospitalar Edmundo

Rua Borges Lagoa, 1.450 - Vila Clementino, Zona Sul de São Paulo.
Tel. (11) 5080-4000
Site: www.hpev.com.br
Facebook: www.facebook.com/ComplexoHospitalarEV
Twitter: www.twitter.com/Hospital_EV
YouTube: www.youtube.com/user/HospitalEV

 

 




 

 

9 fotos que mostram como as principais cidades do mundo mudaram com o tempo


As transformações são impressionantes

 

(Foto: Reprodução/Bored Panda)

Tudo se transforma com rapidez na modernidade, principalmente das grandes cidades do mundo. Algumas delas, inclusive, conseguem ficar irreconhecíveis com a passagem de tempo — mesmo que seja um período relativamente curto, como 15 anos.

Bored Panda separou algumas imagens que retratam essa constante transformação. Veja abaixo:


Los Angeles, nos Estados Unidos


(Foto: Reprodução/Bored Panda)



Nova Iorque, nos Estados Unidos


(Foto: Reprodução/Bored Panda)



Rio de Janeiro, no Brasil


(Foto: Reprodução/Bored Panda)



Shenzhen, na China


(Foto: Reprodução/Bored Panda)



Tóquio, no Japão


(Foto: Reprodução/Bored Panda)



Abu Dhabi, nos Emirados Árabes

  • A

(Foto: Reprodução/Bored Panda)



Seul, na Coreia do Sul


(Foto: Reprodução/Bored Panda)



Dubai, nos Emirados Árabes

 

(Foto: Reprodução/Bored Panda)



Vilnius, na Lituânia





















(Foto: Reprodução/Bored Panda)

 

 


Isabela Moreira

Fonte: revistagalileu.globo.com/

 

 


 



 

                         

Whatsapp pode causar tendinite


O uso excessivo do aplicativo e a repetição dos movimentos no celular pode causar inchaço, vermelhidão na pele e prejuízos na articulação na região dos pulsos

 

O aplicativo whatsapp virou febre no mundo, muitas pessoas não conseguem ficar sequer um minuto longe do celular sem ficar teclando inúmeras mensagens para os amigos, parentes ou usando o dispositivo nas tarefas diárias. O que muitos não sabem é que o excesso de repetição dos movimentos no celular pode causar dores principalmente nos punhos e polegares, e gerar inflamação no tendão causando a famosa tendinite.


Essa repetição e insistência em não largar o celular pode transformar o whatsapp em um verdadeiro vilão para a pessoa, que sentirá apenas pequenas dores no início, em função da repetição de movimentos, podendo agravar o dano se o problema não for tratado.


“É muito comum hoje às pessoas ficarem horas no celular, digitando no whatsapp, sempre realizando movimentos repetitivos e sem intervalos. Isso pode causar uma inflamação dos punhos e um dos sintomas aparentes  é a presença de dor nesse local que depois irradia por toda a musculatura que está ao redor”, explica o Dr. Mauricio Marteleto, médico ortopedista formado pela Faculdade de Medicina da USP e membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, SBOT. 


O especialista afirma que as pessoas que são afetadas pela chamada “whatsappite”, termo usado pela revista médica britânica The Lancet para definir o problema, precisam se submeter a um tratamento específico para combater a tendinite.


“A primeira coisa que a pessoa deve fazer é cessar o agente agressor, evitando forçar a musculatura e os tendões. Em segundo lugar ela deve combater o quadro doloroso de uma forma diferente, resolvendo a inflamação em vez de criar uma inflamação crônica. Para resolver essa inflamação existem diversas técnicas de reabilitação para conseguir desinflamar essa região. O ozônio medicinal, por exemplo, é um gás que pode tratar a tendinite”, afirma.


O ozônio medicinal possui propriedades anti-inflamatórias potentes e não tem efeitos colaterais. A utilização concomitante de medicamentos anti-homotóxicos também estimulam a eliminação das toxinas resultantes dos processos inflamatórios locais, auxiliando a cura da doença de uma forma mais completa. O mesmo raciocínio terapêutico é válido para as dores na coluna provenientes das hérnias de disco. 


Outro problema, segundo o ortopedista, é mascarar o alívio da dor com anti-inflamatórios e continuar usando o membro afetado, transformado a tendinite e a hérnia de disco em doenças crônicas. Na maioria dos casos, a melhora dos sintomas é apenas transitória porque o medicamento enfraquece a resposta normal mediada pelo sistema imunológico. Quando o organismo é enfraquecido pelo uso crônico de medicamentos incorretos, a doença pode vir a se disseminar para o sistema nervoso central e neste caso dizemos que a dor se torna neuropática. 


“Os anti-inflamatórios aliviam os sintomas, mas prendem as toxinas porque além de inibirem as enzimas relacionadas à inflamação (PGX, PCX) também inibem as enzimas responsáveis pela eliminação de toxinas do organismo (TXA2) ambas pertencentes ao ciclo do ácido aracdônico. Tratamentos baseados só em anti-inflamatórios são ineficientes e curam um pequeno número de casos (cerca de 10 a 20% apenas), pois a pessoa toma o remédio e continua usando o membro afetado e a doença, na maior parte dos casos, se torna crônica, podendo inclusive afetar outras partes do corpo”.


E finalmente raciocina: é preferível fortalecer o organismo e debelar a inflamação, eliminado em seguida as toxinas, utilizando estratégias de tratamento cientificamente comprovadas, do que enfraquecer a resposta normal do corpo utilizando medicamentos incorretos ou sem prescrição médica conclui o Dr. Mauricio Marteleto.

 



Dr. Maurício Marteleto Filho - médico ortopedista formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, é membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, SBOT.    Há 10 anos, o Dr. Mauricio atua na área de cirurgia da coluna vertebral, sendo membro efetivo da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC), Sociedade Brasileira de Patologia da Coluna Vertebral (SBPCV) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Minimamente Invasiva da Coluna Vertebral. www.mauriciomarteleto.com.br/ 
 

 

 
 
 


 


 

Você sabe como funciona o radar que fiscaliza a velocidade?

Ciência em Show explica os tipos de aparelhos usados para medir velocidade e afirma que é impossível "enganar" esses equipamentos"

 

O Brasil é o quarto país com mais mortes no trânsito na América Latina, atrás apenas de Belize, República Dominicana e Venezuela, segundo o último relatório da OMS (Organização Mundial da Saúde). Por aqui, a taxa de morte é de 23,4 para cada 100 mil habitantes. A imprudência de motoristas, como o desrespeito aos limites de velocidade da via, é uma das causas de acidentes. Para fiscalizar isso, são usados equipamentos para detecção de velocidade, os populares “radares”.


Mas, para entender melhor o tema, primeiro, é necessário compreender o que é um radar.


RADAR é uma sigla em inglês Radio Detection and Ranging que pode ser traduzida por “detecção e localização por rádio”.


“Essa tecnologia aproveita um fenômeno muito conhecido pelos físicos chamado Efeito  Doopler. Nele, uma onda de rádio muda sua frequência quando reflete em um objeto que está em movimento. Como a intensidade dessa mudança depende da velocidade, o equipamento consegue calcular a velocidade do veículo em tempo real” explica Gerson.


Assim, dos quatro tipos principais de tecnologias usadas para detecção de velocidade, o radar é a primeira delas. E você vai ver que, apesar de usarmos a palavra “radar” como sinônimo de “equipamento de medição de velocidade de automóveis”, as outras três não são radares propriamente ditos.



 Outros tipos de equipamentos

Além do radar, existem outros tipos de equipamentos fiscalizadores da velocidade dos automóveis. O mais comum deles é o conhecido pardal, que não é um radar. “Sensores instalados no asfalto detectam a passagem do automóvel. Eles conseguem identificar quanto tempo o carro leva para acionar o primeiro e depois, o segundo sensor. Como eles estão instalados a uma distância conhecida um do outro, com uma matemática simples, o equipamento calcula a velocidade afinal, como se  aprende na escola, velocidade  é a distância dividida pelo tempo. Bingo!” diz Daniel Ângelo.


 

Segundo o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), existe uma tolerância de sete quilômetros por hora acima do limite de velocidade máxima da via para que qualquer possibilidade de equívoco em relação à medida seja descartada.


Outro tipo de equipamento depende de dois aparelhos posicionados de um lado e de outro da pista. O primeiro emite um feixe de micro-ondas e o outro recebe e faz a leitura desse feixe. Quando um carro passa pela pista, ele interrompe as micro-ondas e o equipamento calcula, pelo tempo de interrupção, qual a velocidade do automóvel.


Por fim, o mais moderno deles utiliza laser para detectar a velocidade. “Um raio de luz laser é emitido, bate no automóvel e volta para o aparelho. Em seguida, após uma fração de segundo, outro raio é emitido, reflete novamente no carro e volta para o aparelho. A diferença entre esses raios refletidos é usada para calcular a distância e a velocidade do automóvel. Esse é o detector de velocidade mais moderno em uso no Brasil e também é o que tem maior alcance, podendo detectar a velocidade de um automóvel a até 2,5 km de distância com grande precisão” afirma Daniel.


Limites

Segundo Wil, é impossível enganar os detectores de velocidade. “Tem gente que acha que, se  dirigir a altíssima velocidade, o equipamento não consegue fazer a leitura, mas isso é lenda. Todas as tecnologias usam sensores elétricos ou ondas eletromagnéticas para detecção, que é instantânea. O ideal é respeitar os limites de velocidade para evitar multas e, o mais importante, acidentes” finaliza Wil.




Ciência em Show  - www.cienciaemshow.com.br

 

 

 

 



 

 

Você sabia que o cérebro não diferencia realidade de imaginação?


Quando observamos qualquer objeto externo à nossa percepção, requisitamos uma sequência de neurônios e padrão de disparos cerebrais. Se estamos imaginando um objeto, o processo é o mesmo: a mesma sequência de neurônios e de padrão de disparos vão criar uma representação, ou seja, uma imagem que representa esse objeto. Por isso, o cérebro não diferencia realidade de imaginação.


Hoje, com o avanço da tecnologia de mapeamento cerebral, conseguimos visualizar o cérebro em seu aspecto dinâmico e compreender ainda mais a consciência. Ao realizar uma ressonância nuclear magnética funcional é possível identificar o funcionamento cerebral de uma forma dinâmica, ou seja, podemos estudar o cérebro vivo.


Com o acender e o apagar de algumas luzes que acontece durante os disparos das sinapses, conseguimos identificar quais áreas cerebrais estão sendo ativadas de acordo com o teor do pensamento e do sentimento.


Isso proporcionou um avanço muito grande na compreensão dinâmica do funcionamento do nosso cérebro e também da nossa consciência, porque agora é possível instituir algumas mudanças a partir desse conhecimento para adquirir um bem-estar e superar o estresse. Isso acontece porque ao identificar esses circuitos, é possível através de um processo de meditação, por exemplo, fechar os olhos, eliminando qualquer estímulo do meio externo e a única realidade que sobra é o mundo interior, que pode ser como cada um desejar.


Durante o processo de meditação, o que acontece com o nosso cérebro é real. Continuamos produzindo a mesma química se estamos apenas fazendo um ensaio mental. Isso proporciona uma grande modificação em nossas vidas. Por isso, sempre incentivo a prática da meditação.


Um experimento incrível embasa essa habilidade que o cérebro tem de utilizar os mesmos circuitos durante a percepção de uma realidade externa e de uma realidade interna. Foi solicitado a um grupo de pessoas que sentassem ao piano e treinassem determinado acorde musical. Eles iriam ficar sentados ao piano durante uma hora, por 30 dias, treinando o acorde. A um outro grupo de pessoas foi solicitado que apenas imaginassem que estavam sentados ao piano treinando esse acorde musical, durante uma hora, por 30 dias.


Ao final desse experimento, ambos os grupos foram analisados. Foi feito um mapeamento cerebral dos participantes e não houve diferença entre um grupo e outro. As mesmas áreas cerebrais foram ativadas.


Por isso, sempre que você desejar uma mudança em sua vida, inicie imaginando como será quando você já tiver alcançado seu objetivo. Assim, sua consciência agirá rumo ao sucesso.

 


 

Dr. Milton Moura - Cardiologista, especialista em Desenvolvimento Humano, Ativista Quântico e Palestrante (www. drmiltonmoura.com)

 

 

 

 



 

 

 

 

Veículos conectados: quem controla seu carro sem que você saiba?

 

San Francisco, CA

Nos últimos anos, os carros começaram a ser ativamente conectados à Internet. Além de sistemas de entretenimento informativo, a conectividade também inclui sistemas básicos do veículo, como as travas das portas e a ignição, que agora podem ser acessadas online. Com ajuda de apps, já é possível obter as coordenadas de localização do veículo, assim como sua rota, bem como abrir portas, dar partida no motor e controlar outros dispositivos do carro. Por um lado, essas funções são extremamente úteis. Por outro lado, como os fabricantes protegem esses aplicativos de possíveis ataques virtuais?

Para descobrir isso, os pesquisadores da Kaspersky Lab testaram sete aplicativos de controle remoto para carro desenvolvidos por grandes fabricantes e que, de acordo com estatísticas do Google Play, foram baixados dezenas de milhares de vezes e, em alguns casos, até cinco milhões de vezes. O teste mostrou que cada um dos aplicativos examinados continham diversos problemas de segurança.

Os problemas de segurança incluem:

•    Falta de defesa contra a engenharia reversa do aplicativo. Como resultado, criminosos podem descobrir como o aplicativo funciona e encontrar vulnerabilidades que permitiriam o acesso à infraestrutura de servidor ou ao sistema multimídia do carro;
•    Ausência de verificação da integridade do código, que seria importante para evitar que criminosos incorporem seu próprio código ao aplicativo e substituam o programa original por outro;
•    Não uso de técnicas de detecção de desbloqueio do tipo rooting, que fornecem aos cavalos de Troia funcionalidades de administrador, praticamente infinitas, além de deixar o aplicativo desprotegido;
•    Falta de proteção contra técnicas de sobreposição de aplicativos. Isso ajuda os aplicativos maliciosos a mostrar janelas de phishing e roubar credenciais dos usuários;
•    Armazenamento de logins e senhas em texto simples. Usando esse ponto fraco, o criminoso pode roubar os dados dos usuários com relativa facilidade

Quando a exploração é bem-sucedida, o invasor consegue controlar o carro, destravar as portas, desativar o alarme e, teoricamente, roubar o veículo.

Dependendo do caso, o vetor de ataque exige ações adicionais, como enganar o proprietário do aplicativo para que ele instale aplicativos maliciosos especiais que tomariam o dispositivo e conseguiriam acessar o aplicativo do carro. Porém, os especialistas da Kaspersky Lab concluíram, pelas pesquisas com vários aplicativos maliciosos que visam credenciais de bancos online e outras informações importantes, que isso não deve ser um problema para criminosos com experiência em técnicas de engenharia social, caso decidam procurar os proprietários de carros conectados.

“A principal conclusão de nossa pesquisa é que, em seu estado atual, os aplicativos de carros conectados não estão prontos para resistir a ataques de malware. Pensando na segurança do veículo, não basta considerar apenas a segurança da infraestrutura do servidor. Os fabricantes de carros devem percorrer o mesmo caminho que os bancos já trilharam com seus aplicativos. Inicialmente, os aplicativos de bancos não tinham todos os recursos de segurança listados em nossa pesquisa. Agora, depois de vários casos de ataques contra aplicativos bancários, eles melhoraram a segurança de seus produtos. Felizmente, ainda não detectamos casos de ataques contra aplicativos automotivos; ou seja, os fornecedores de carros ainda têm tempo de fazer o que é necessário. Não se sabe exatamente quanto tempo. Os cavalos de Troia modernos são muito flexíveis – em um dia, eles podem agir como um adware normal e, no dia seguinte, baixar facilmente uma nova configuração que possibilita o ataque a novos aplicativos. A superfície de ataque é realmente muito ampla”, diz Victor Chebyshev, especialista em segurança da Kaspersky Lab.

Os pesquisadores da Kaspersky Lab recomendam que os usuários de aplicativos de carros conectados adotem as seguintes medidas para proteger seus veículos e dados particulares de possíveis ataques virtuais:

•    Não desbloqueie seu dispositivo Android por rooting, pois isso abre funcionalidades praticamente ilimitadas a aplicativos maliciosos;
•    Desative a opção de instalar aplicativos de fontes que não sejam as lojas oficiais de aplicativos;
•    Mantenha a versão do sistema operacional do dispositivo atualizada para reduzir as vulnerabilidades de software e o risco de ataques;
•    Instale uma solução de segurança comprovada para proteger seu dispositivo de ataques virtuais.

Para saber mais sobre as ameaças a carros conectados, leia o post disponível em Securelist.com

 


Kaspersky Lab

http://brazil.kaspersky.com/